sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

A MORTE DO ROCK EM BRASÍLIA - PARTE 1: BFR

BRASÍLIA FEST ROCK
Antes de atirarem as pedras e me execrar em praça pública lembro que esta é uma opinião pessoal e a totalidade dos fatos leva-se em conta o meu desânimo com o atual cenário musical de Brasília. Vamos aos fatos:
BRF foi um excelente festival, com algumas das maiores e melhores bandas nacionais da época como Engenheiros, Plebe, Titãs, Lulu Santos, Barão, Pato Fu, Natiruts, Charlie Brown jr (sem abaixar o nível), Loser Manos (aí já é fuleragem demais) e tantas outras locais (Os cabeluduro, Rarabichuebas, Canelas de cahcorro, Birinaite etc). Afirmo que igual aquele festival não verei mais por aqui. Este é o ponto. O público foi decepcionante e pela estrutura muito boa do festival deu um prejuízo na certa. Como estive presente nos três dias de shows pude notar exatamente isto, tanto que a empresa organizadora do evento - Barc Music - não foi mais vista realizando eventos.

Não estou falando de qualidade das atrações, excepcional, nem de estrutura na qual tinha até chuveiro na aréa de camping, mas como em outros eventos o público não aparece. O pessoal reclama, mas quando tem ninguém quer desembolsar um pouquinho a mais p/ir a um show de qualidade.

Brasília quase nunca é escolhida p/turnês e também é pródiga em exemplos:
- um show do Gabriel, o pensador, foi cancelado por falta de quórum (16 pagantes);
- A banda Uriah Heep tocou para 80 pagantes;
- O Nightwish teve 600 pagantes aqui e fez show duplo em SP;
- O Jethro Tull cancela show porque não têm lugar p/tocar - previamente marcado p/Nilson Nelson foi trocado pelo RBD, aqueles mexicanos de bosta; com certeza iria lotar o ginásio.

Outro fator defendido pelo nosso colega de trabalho Cristiano para o fim não só de shows e tb de bandas novas foram os shows cover difundidos as toneladas. Isto acaba com as bandas autorais, porque obviamente é muito mais fácil tocar músicas dos outros. Tanto que no final dos anos 90 e começo dos 2000 tivemos uma safra de bandas autorais muito boas -Elfus, Rarabichuebas, Cachorro cego, os Cabeluduro - e na minha opinião as duas melhores da época, mas c/ estilos totalmente diferentes:
SLUG - som heavy bem coeso, com riffs de guitarra característicos da fase "master of puppets" do mettalica, mas sem exageros do heavy melódico;
SEM DESTINO - auto intitulado "punk social" c/ som simples (concordo), mas eficiente e como dizia o vocalista Marcelo: " temos uma pegada à la rage against the macine" (descoooooooordo).
E não fugindo do assunto o rock em Brasília parece tão desprestigiado que o SEM DESTINO teve que mudar p/ SP para continuar carreira e eu imaginava que o Rock in Rio 3 mudaria o rumo dos caras. O pior é aguentar Sapatos bicolores, Bois de gerião, Móveis coloniais de aracaju, WC masculino, mas pelo menos estão compondo músicas próprias. Agora uma banda com o nome "Nonato dente de ouro" é o fim dos tempos!!!!!!!

Abraços a todos - Danilo Duff - "o homem da guerra CAPxURT"

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

O Mundo do Cinema perde Heath Ledger

O cinema perdeu Heath Ledger ontem (22/01) aos 28 anos, seu corpo foi encontrado ao lado de comprimidos num apartamento em Nova Iorque, o ator possuía carreira promissora e o aguardado estrelato viria possivelmente após a estréia de The Dark Batman em julho, no qual ele interpretava o vilão Coringa.

Heath obteve projeção mundial ao interpretar “aeee cowboy viado, senta no cavalo só pra levantar o rabo” no filme apague da minha carreira O Segredo de Brokeback Mountain, alcançando inclusive uma indicação ao prêmio de melhor ator no Oscar 2006. O jovem rapaz estava destinado ao sucesso, afinal já foi casado com a Michelle Williams, não é mesmo?

A notoriedade alcançada no “aeee cowboy viado” serviu para atestar os elogios por sua atuação em produções como “Coração de Cavaleiro” e “O Patriota”. O jovem terá em Batman sua derradeira película, o sucesso total, infelizmente pós-mortem, tendo a produção blockbuster ganho com a sua morte mais um atrativo para quebrar recordes, afinal, as pessoas adoram curiosidades mórbidas. Heath ainda poderá ser visto nos cinemas brazucas no inédito I'm Not There, que retrata a vida do cantor Bob Dylan.

Vá em Paz rapaz, oremos por você daqui da terra, Deus te ilumine e dê força a sua família, amigos e fãs.

Nossas Chances no Oscar II

Tiba já havia falado sobre este assunto aqui.

Só quero comentar uma coisa: o Brasil mantém sua tradição no Oscar.

Tudo certo para os Jogos Olímpicos de Pequim. As equipes de Vôlei Feminino e de Futebol Masculino já estão preparadas.

UPDATE (Trocando em miúdos, metendo a colher em post dos outros por Cristiano):

Estou começando a concordar com o Farinha e o Tiba, carái véi! O Oscar tá foda, tem uma bagulhada braba concorrendo e super ausências, inclua aí por favor na sua nota mental, porque ignoraram o Gângster, é por causa do Ridley Scott?, a ausência de Brad Pitt como melhor ator pelo Assassinato de Jesse James é imperdoável, porque é uma das únicas coisa que prestam naquele filme chato a dar com o pau, também triste é ver um lixo como Norbit na briga por maquiagem e Tá Dando Onda que na minha opinião foi superestimado ao concorrer em animação, só para citar alguns equívocos, tal qual a não indicação por O Ano Em Que Meus Pais Saíram de Férias em melhor filme estrangeiro. Realmente bem citado pelo Farinha, temos tradição no Oscar. kkkkkkkkkkkkkkk

De acertos temos aí Johnny Depp no páreo de melhor ator, vários merecidos prêmios técnicos para Transformers e o Ultimato Bourne, a sensacional Cate Blanchett que briga por dois prêmios e o filme da vez chamado Juno, o trailer é sensacional, enfim, vamos ver no que vai dar.

Os chorões de plantão começaram a destilar opiniões pelo O Ano Em Que Meus Pais.., afinal, porque não saiu de férias a comissão que escolhe qual filme iria tentar a vaguinha na premiação pelo Brasil? O filme é foda, mas as chances seriam melhores para Tropa de Elite por causa do hype em torno da película do fodão Capitão Nascimento e companhia. Santa Burrice Batman!

Na véspera do Oscar existe a premição Framboesa de Ouro que premia os piores do ano, para minha satisfação Adam Sandler está lá, de onde nunca deveria ter saído.

Eu Cristiano, assistirei o Oscar novamente, se tiver a premiação no dia 24/02, graças a greve de roteiristas em Hollywood que se arrasta a um tempão, veja a seguir os indicados ao prêmio, tire suas conclusões e faça suas apostas:

MELHOR FILME:
* Juno
* Onde os Fracos Não Têm Vez
* Sangue Negro
* Desejo e Reparação
* Conduta de Risco

MELHOR DIRETOR:
* Julian Schnabel (O Escafandro e a Borboleta)
* Joel e Ethan Coen (Onde os Fracos Não Têm Vez)
* Tony Gilroy (Conduta de Risco)
* Jason Reitman (Juno)
* Paul Thomas Anderson (Sangue Negro)

MELHOR ATOR:
* Daniel Day-Lewis (Sangue Negro)
* Johnny Depp (Sweeney Todd, O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet)
* George Clooney (Conduta de Risco)
* Tommy Lee Jones (No vale das Sombras)
* Viggo Mortensen (Senhores do Crime)

MELHOR ATOR COADJUVANTE:
* Javier Bardem (Onde os Fracos Não Têm Vez)
* Tom Wilkinson (Conduta de Risco)
* Hal Holbrook (Na natureza Selvagem)
* Casey Affleck (O Assassinato de Jesse James)
* Philip Seymour Hoffman (Jogos do poder)

MELHOR ATRIZ:
* Julie Christie (Longe dela)
* Marion Cotillard (Piaf – um Hino ao Amor)
* Ellen Page (Juno)
* Cate Blanchett (Elizabeth: a Era de Ouro)
* Laura Linney (The savages)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE:
* Cate Blanchett (Não Estou Lá)
* Amy Ryan (Medo da Verdade)
* Saoirse Ronan (Desejo e Reparação)
* Tilda Swinton (Conduta de Risco)
* Ruby Dee (O gângster)

MELHOR LONGA DE ANIMAÇÃO:
* Ratatouille
* Persépolis
* Tá Dando Onda

MELHOR FILME EM LÍNGUA ESTRANGEIRA:
* The counterfeiters, de Stefan Ruzowitzky (Áustria)
* Beaufort, de Joseph Cedar (Israel)
* Mongol, de Sergei Bodrov (Cazaquistão)
* Katyn, de Andrzej Wajda (Polônia)
* 12, de Nikita Mikhalkov (Rússia)

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL:
* Juno
* The savages
* Ratatouille
* Conduta de Risco
* Lars and the real girl

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO:
* O Escafandro e a Borboleta
* Onde os Fracos Não Têm Vez
* Desejo e Reparação
* Longe dela
* Sangue Negro

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE:
* O Gângster
* Desejo e Reparação
* A Bússola de Ouro
* Sweeney Todd, O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet
* Sangue Negro

MELHOR FOTOGRAFIA:
* O Assassinato de Jesse James...
* Desejo e Reparação
* O escafandro e a borboleta
* Onde os Fracos Não Têm Vez
* Sangue Negro

MELHOR MIXAGEM DE SOM:
* O Ultimato Bourne
* Onde os Fracos Não Têm Vez
* Ratatouille
* 3:10 to Yuma
* Transformers

MELHOR EDIÇÃO DE SOM:
* O Ultimato Bourne
* Ratatouille
* Onde os Fracos Não Têm Vez
* Sangue Negro
* Transformers

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL:
* Dario Marianeli (Desejo e Reparação)
* Alberto Iglesias (O Caçador de Pipas)
* Marco Beltrami (3:10 to Yuma)
* James Newton Howard (Conduta de Risco)
* Michael Giacchino (Ratatouille)

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL:
* Falling slowly, de Glen Hansard e Marketa Irglova (Once)
* Happy working song, de Alen Menken e Stephen Schwartz (Encantada)
* Raise it up, (August rush)
* So close, de Alan Menken e Stephen Schwartz (Encantada)
* That’s how you know, de Alan Menken e Stephen Schwartz (Encantada)

MELHOR FIGURINO:
* Across the universe
* Desejo e Reparação
* Elizabeth: a Era de Ouro
* Piaf – um Hino ao Amor
* Sweeney Todd, O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
* No end in sight
* Operation homecoming
* SOS Saúde (Michael Moore)
* Taxi to the dark side
* War/dance

MELHOR DOCUMENTÁRIO DE CURTA-METRAGEM:
* Freeheld
* La corona
* Salim Baba
* Sari’s mother

MELHOR EDIÇÃO:
* O Ultimato Bourne
* O Escafandro e a Borboleta
* Na Natureza Selvagem
* Onde os Fracos Não Têm Vez
* Sangue Negro

MELHOR MAQUIAGEM:
* Piaf – um Hino ao Amor
* Norbit
* Piratas do Caribe No Fim do Mundo

MELHOR ANIMAÇÃO DE CURTA-METRAGEM
* I met the Walrus
* Madame Tutli-Putli
* Meme lês pigeons vont au paradis
* My love
* Peter and the wolf

MELHOR CURTA-METRAGEM:
* At night
* Il supplente
* Le Mozart des pickpockets
* Tanghi argentini
* The tonto woman

MELHOR EFEITO ESPECIAL:
* A Bússola de Ouro
* Piratas do Caribe No Fim do Mundo
* Transformers

sábado, 19 de janeiro de 2008

Elite da Tropa

"Pede pra sair", "Não vai subir ninguém" e "Você é um fanfarrão" são expressões que ficaram populares para todos que assistiram o filme "Tropa de Elite". Já Elite da Tropa, de André Batista, Rodrigo Pimentel e Luís Eduardo Soares é o livro que guiou a produção do longa-metragem mania de 2007.

Antes de tecer mais comentários, há de se explicar que o filme, já comentado aqui, tem apenas algumas semelhanças com o livro. O filme é apenas baseado nos relatos do livro. É diferente, por exemplo, de outros livros que eu já li, onde suas histórias serviram diretamente para uma adaptação na telona, entre eles "O advogado do Diabo", "Carandiru", "Cidade de Deus" (a melhor adaptação), "Forrest Gump" (o melhor livro) e "O código da Vinci", este último, o único que eu li antes de assistir a adaptação.

As 312 páginas descem macio e reanima. Perdão, bordão errado. A leitura é agradável e rápida. Li em, praticamente, 4 dias. Então, o mais importante da leitura de Elite da Tropa é saber que você não vai conhecer mais histórias de Capitão Nascimento, o aclamado personagem de Wágner Moura no longa-metragem de José Padilha. Na verdade, você pode até reconhecer alguns trechos do filme, mas no livro não se fala em Capitão Nascimento, aspiras Mathias e Neto e, nem mesmo, na operação do Papa.

Entretanto, esse fato não atrapalha em nada a qualidade do livro. Na verdade, aos poucos, a expectativa de ler o nome Capitão Nascimento vai sendo substituída pela expectativa de novas revelações dos atos
dos PM convencionais e das ações do BOPE. O livro, que é dividido em duas partes, envolve e, se o leitor tiver o mínimo de consciência social, incomoda com o relato da realidade.

A primeira parte são diversos relatos do ex-capitão do BOPE Pimentel. A linguagem é crua e direta. Tão crua e direta que o autor exagera nos pedidos de desculpas para com os leitores que podem se ofender com a linguagem. Nesta parte consegue-se observar várias "inspirações" do filme, como a citação do saco plástico, do cabo de vassoura, de algumas partes do treinamento do BOPE e do ódio dos policiais do BOPE aos convencionais corruptos e a playboys usuários financiadores do tráfico de entorpecentes (Nossa, falei bonito demais!!!). Nota-se então que o trabalho do roteirista do filme foi concatenar de maneira lógica cada situação relatada nesta 1ª fase do livro.


A segunda parte é uma história, narrada de maneira cronológica, é até difícil de descrever. Trata-se de um emaranhado de fatos interligados relacionando policiais civis, policiais civis corruptos, PM´s, PM´s corruptos, o BOPE, o secretário de segurança pública do Rio de Janeiro, o governador do estado e vários líderes de facções criminosas. É sensacional a narrativa que mostra, sem eufemismos, o quanto o jogo de poder e política atua de maneira organizada buscando apenas benefícios individuais e desvirtuando os princípios dos órgãos de controle do estado. E, se você for o mínimo inteligente, vai ver também o livro como uma série de tiradas hilárias, como a história do assessor homossexual que se entrega no grampo ou quando um líder de uma facção criminosa é anunciado numa reunião de líderes pelo seu assessor cagando no banheiro.


"Se você ainda não leu é porque é muleque!!! É um fanfarrão!!" Cap. Nascimento

Não marque toca e leia urgentemente. Não quero nem ficar falando o tanto que é importante apoiar a literatura nacional. N.R.D.R. aprova.
Daniel Farinha, que é tem medo da polícia, queria ser oficial do BOPE, mas sem ter que passar pelo treinamento.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Promoção 8 Bit Instrumental


Lembram da 8 Bit Instrumental, que faz releituras de músicas de videogames? Pois é, eles prepararam um álbum com a trilha sonora inteira de Mega Man 2 e a capa pode ser de sua autoria!

Visite o site e obtenha mais informações, se você gosta de brincar no Photoshop, mas só retoca espinhas, participe!

*Post não patrocinado, é que eu sou fã, mesmo.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

Banda dos Sonhos

Perdão leitores pela escassez de textos. Final de ano é complicado.

Hoje aconteceu de, por acaso, eu assitir MTv. Estava sendo exibido o VMB 2007, programa já comentado aqui.

Vi apenas uma parte porque preferi ficar lavando louça. Na parte que vi, anunciaram a "Banda do Sonho". Essa premiação é, na verdade, um plágio das montagens das bandas que eu fazia na minha mente em 1997/1999. Assim que eu conseguir provar isso, entrarei na justiça contra a MTv.

Bem, voltando à "Banda do Sonho" VMB 2007: Pitty (Vocalista), Fabrízio (Guitarrista), Champignon (Baixista) e Japinha (Baterista). Nada contra as pessoas, até respeito pacas a Pitty, é o que se salva de verdadeiro Rock´n´Roll dos 3º milênio. O Champignon é até bacana e tals, brigou com o Chorão e fez sua própria banda. O Fabrízio eu não seio onde joga e o Japinha toca numa das bandas emo-brasileiras com nome de modelo de celular (CPM22), o que não é lá coisa que se saia espalhando por aí.

Não concordo muito com a premiação. Primeiro porque é discriminatória com os tecladistas: Luis Schiavon (RPM), Paulo Miklos e Sérgio Britto (Titãs), Maurício Barros (Barão Vermelho), Júlio Rasex (Mamonas Assassinas), Bozzo Barretti (Capital Inicial), João Fera (Paralamas do Sucesso), Miguel Flores (Biquini Cavadão) e Henrique Portugal (Skank) nunca terão a oportunidade de participar desta "Banda dos sonhos" e se apresentar durante a premiação. Bem, o Júlio não tem muita chance mesmo.

Segundo, qualquer votação que tenha apenas o voto "popular" como forma de eleição é altamente influenciada pelo período atual (leia-se moda).

Bem, de qualquer forma, como "editor" deste "site", coloco no ar as várias bandas dos meus sonhos.

Banda dos Sonhos - Anos 80
Vocalista - Dinho Ouro Preto (Capital Inicial - o dos anos 80)
Guitarra Base - Roger Moreira (Ultraje a Rigor)
Guitarra Solo - Phillipe Seabra (Plebe Rude)
Baixo - Humberto Gessinger (Engenheiros do Hawaii)
Tecladista - Luís Schiavon (RPM)
Baterista - João Barone (Paralamas do Sucesso)

Banda dos Sonhos - Anos 90
Vocalista - Rodolfo (Raimundos)
Guitarrista - Samuel Rosa (Skank)
Baixista - Formigão (Planet Hemp)
Baterista - Bacalhau (Rumbora)

Banda dos Sonhos - Power Trio
Vocalista/Guitarista - Lobão
Baixista - André X (Plebe Rude)
Baterista - João Barone (Paralamas do Sucesso)

Banda dos Sonhos - Acústico
Vocalista - Paulo Miklos (Acústico Titãs)
Violão - Dado Villa-Lobos (Acústico Paralamas do Sucesso)
Baixolão - Mingau (Ultraje a Rigor)
Bateria - Charles Gavin (Titãs)
PARTICIPAÇÃO ESPECIAL - Arnaldo Antunes

Banda dos Sonhos - APAE
Vocalista - Marcus Menna (LS Jack)
Guitarrista - Herbert Vianna (Paralamas do Sucesso)
Baterista - Marcelo Yuka (ex-O Rappa)
Percurssão - Joãozinho Trinta (Viradouro)

Banda dos Sonhos - In memorian
Vocalista - Cazuza
Guitarrista - Marcelo Frommer
Baixista - Renato Russo (deslocado por motivo de falta de quorum)
Baterista - Vaga em aberto. Favor mandar currículo.

Banda dos Sonhos - Ao Vivo
Vocalista - Bruno Gouveia (Biquini Cavadão)
Guitarrista Solo e 2ª voz - Edgard Scandurra (Ira!)
Guitarrista Base e 2ª voz - Marcelo Nova (Camisa de Vênus)
Baixista e lindo - Paulo Ricardo (RPM)
Tecladista/Saxofonista - Paulo Miklos (Titãs)
Baterista - Marcelo Bonfá (Legião Urbana)

Banda dos Sonhos - Menção Honrosa
Vocalista - Falcão (o d´O Rappa)
Guitarrista - Frejat (Barão Vermelho)
Baixista - Flávio Lemos (Capital Inicial)
Baterista - Álvaro Birita (Biquini Cavadão)

Semana que vem explico minhas escolhas.

E FIQUE ATENTOS!! SEMANA QUE VEM COMEÇA O NAROTADOROCK.COM ESPECIAL DE VERÃO!!! DIRETO DE FORTALEZA!!!

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Nossas Chances no Oscar!

Olá fiéis leitores!


Na verdade não sou muito fã da estatueta careca e dourada, mas para muitos ela é uma referência de "escelência" (sic), mas como todas as premiações rola uma política, jeitinho, acerto e tudo mais que for interessante para alguns.

Só que se o CINEMA NACIONAL conseguir uma estatueta daquela poderá, eu disse poderá dar uma guinada na produção cinematográfica brasileira.

E estaremos competinto com "O Ano Em Que Meus Pais Sairam de Férias". Um filme de Cao Hamburguer (por favor sem piadas infames com o sobrenome do diretor), que fala de um menino que é "deixado" na casa do avô, porque seus pais são de esquerda em plena ditadura militar em 1970, só que um pequeno imprevisto com seu avô paterno o deixa sozinho e sem contato com os pais que estão na clandestinidade, acaba tendo que morar temporariamente com o vizinho do seu avô, um senhor judeu solitário e um pouco rabugento.

Lauro tem 12 anos e só pensa na copa do mundo de 1970 no México, o encontro com Shlomo, o vizinho de seu avô, causa um mergulho em mundos diferentes para o garoto e para o senhor judeu, além do vizinho ele encontra Hanna (a melhor personagem na minha opinião), outros garotos que também amam futebol, Irene que é a musa da garotada, Ítalo um revolucionário filho de italianos e Edgar, o ótimo goleiro do time do bairro, negro, motoqueiro e namorado de Irene.

Enquanto espera o início da copa do mundo e o telefonema de seus pais ele tenta se adaptar a nova realidade na qual está inserida, vai vivendo sonhos de um garoto nesta idade, e se metendo em encrencas já que ninguém é de ferro, e menino não é gente desde que mundo é mundo.

O filme é bom e o N.R.D.R. recomenda com certeza, boa direção, boas atuações dos atores, desde Michel Joelsas (Lauro) e Daniela Piepszyk (Hanna), atores que estão estreando na vida de profissionais da interpretação, conseguem fazer sua parte direitinho, o menino se mostra sonhador e amante de futebol, a menina esperta e apaixonante. Passando por Simone Spoladore (O Primo Basílio) e Caio Blat (Carandiru) fazem a liga na pasta de interpretações, não compromete a estréia das crianças. Germano Haiut faz Shlomo com competência, sendo detalhista quando precisa e engraçado quando é permitido.

Ainda temos Paulo Autran em sua última participação no cinema, só isto já vale o ingresso, mesmo sendo uma pontinha ele mostra porque é (e não era, porque sempre será) um dos maiores atores brasileiros de todos os tempos.

A parte técnica não é espetacular, mas não compromete, boa fotografia, bom figurino, boa direção, boas atuações, a direção de arte é competente, os deslizes são para quem conhece o bairro do Bom Retiro em Sampa, que não é o caso dos membros da academia estadunidense, um bairro que é um reduto judeu, na verdade já foi, hoje é um bairro mas heterogênio, bairro onde foi fundado o Corinthians, e que tinha muito judeu corintiano, ou então quando aparece Hanna jogando futebol, hoje em dia pode parecer normal uma menina de 13 anos jogando futebol com os amigos na rua, na escola, na quadra do bairro, mas em 1970 era um absurdo, mesmo para uma menina esperta como Hanna, o que mais uma vez vai passa despercebido pelos jurados ianques, já que lá o futebol na verdade é coisa de mulher.

Um filme bom com criança, e é sabido que a Academia adora esta temática, mas já concorremos com filmes mais fracos que nem mereciam indicações, como "O Quatrilho", outros bons, mas que não tinham chance contra outros concorrentes "Central do Brasil" que concorreu com "A Vida é Bela", e tivemos filmes bons que foram derrotados por filmes não tão bons "Cidade de Deus".

Agora é torcer para ser selecionado entre os 5 indicados e depois torcer muito mais torcida para que tenha alguma chance de ganhar.

Enquanto isto não fique ai parado, se mova e assista "O Ano Em Que Meus Pais Saíram de Férias"!

N.R.D.R. indica, recomenda e carimba.
Abraços e salve todos.

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

System of a Down refinado



O vocalista da banda System of a Down, Serj Tankian recentemente "de férias", lançou no último dia 23 de outubro seu álbum solo "Elect the Dead". Com doze faixas multimídia no CD, quatro no CD-bônus e mais quatro em edição especial do iTunes, dentre vídeos e versões acústicas, todas com a sonoridade conhecida dos fãs do S.O.A.D. Inclusive, fica mais fácil caracterizar as músicas nas quais Serj teve mais influência na banda, depois de ouvir o álbum em sua totalidade.
Enfeitando de forma épica e por vezes perturbadora o grito humanitário já conhecido dos fãs, muitos pianos, violinos e uma atmosfera circense vintage sem deixar os riffs metal de lado, claro. Destaque para o videoclipe sensacional da faixa "Empty walls", disponível na área "Media" do site oficial.

Recomendo com força e violência.

Adendo pertinente: Este álbum, ainda não lançado no Brasil, foi conhecido por mim através do site oficial de Serj Tankian, mas encontra-se disponível na Amazon.com e pelos meios internéticos mais conhecidos de download. Pois sim, a indústria da música ainda não aprendeu a lição, então façam o download de sua fonte preferida e sejam felizes.

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Segredismo*

Bob Proctor esteve em Brasília, o autor do livro "O Segredo". Já me pronunciei sobre este livro no Crediário, mas fui curto e grosso, agora vou falar mais detalhadamente sobre a situação.

Segundo o senhor Proctor, o preconceito contra o livro é sinal de ignorância, mas quando se defende o ganha-pão, todo argumento é final. O fato é que ele conseguiu escrever a maior obviedade do mundo embrulhada num marketing de expectativa e curiosidade muito bom. O vermelho do selo, na capa do livro, tem o mesmo embasamento que o vermelho das lanchonetes.

Pois bem, o Proctor enfeitou regras bioquímicas e transformou isso em algo etéreo, como uma "aura" de energia que atrai as coisas. Penso como pode existir essa "lei da atração", se átomos são conglomerados de elétrons agitados que piscam e se repelem uns aos outros. Por uma regra básica da física, nada nunca se toca. Neste caso específico, a tal força atrai coisas que a pessoa quer, como se fossem corpos flutuando no ar. É subjetivo demais, e isso sim é etéreo.

Depois de assistirem "Quem somos nós", este sim com fatos que comprovam como o pensamento pode levar ao que se quer, dá pra se ter uma idéia do vazio que é este "O Segredo". O cara maquiou a fé nas coisas, parte válida da igreja que é pregada há séculos, e espiritualizou a bioquímica cerebral responsável pelas nossas capacidades, em atual estudo pela física quântica.

Se tiver pensamento negativo você perde, se pensar positivo você ganha. É realmente necessário gastar dinheiro pra se aprender isto? Aí um monte de desorientados compra e se acha o máximo, e consegue se auto-ajudar, apesar da ajuda vir de onde vem.

E a seleção natural, como é que fica?

*Postado anteriormente no Crediário

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

O Rappa Clássicos - A Música: Minha Alma / O Show: 14/12/2007

Minha Alma, a música de trabalho do álbum Lado B Lado A (1999), tomou de assalto as rádios, sucesso total, levou o Rappa no ano 2000 a ganhar os prêmios de videoclipe do ano, direção, direção de arte e edição na premiação Vídeo Music Brasil da MTV. O vídeo com fotografia belíssima, retrata a verdade nua e crua da intolerância e incompreensão, emocionando ao se apreciar essa obra prima dirigida por Katia Lund, que nos remete a um dia cotidiano e ensolarado transmutado por acontecimentos sociais.

A estética e o desenvolvimento do vídeo não seriam suficientes por si só para tanto sucesso, pois a música é sensacional, o arranjo bonito e emocionante e a letra nos leva a refletir sobre todo o significado das nossas vidas que se contrapõe ao desconforto causado pela violência psicológica e urbana. Música e vídeo formam uma dupla ímpar no cenário nacional.

Minha Alma é só mais uma das canções clássicas que poderão ser ouvidas no showzão, fique de olho e não marque toca! Curta o vídeo abaixo.

O RAPPA - Clássicos
Data: 14/12 (sexta-feira)
Abertura de portões: 22h
Local: Ginásio Nilson Nelson
Classificação Etária: 16 anos

Primeiro lote promocional:
Vip palco R$ 50,00 (valor de meia entrada)*
Pista R$ 30,00 (valor de meia entrada)*
Arquibancada R$ 20,00 (valor de meia entrada)*
*(Preços sujeitos a alteraçao sem aviso prévio, numero limitado de ingressos)

Pontos de venda:
Lojas Free Corner, Academia Status (106 Norte), Chilli beans, Cool Cat e Fun house.


terça-feira, 20 de novembro de 2007

Primeiro BlogBar Brasília (BBB!!)


Depois de quase quatro anos do fechamento do BlogDF, o primeiro grupo de bloguistas brasilienses a se reunir, por iniciativa do Newton Wagner e apoio de seus compadres, além de outros bloguistas, acontecerá neste dia 30 de novembro, a partir das 18:30h (cedo, não?), no Pizza à Bessa da 214 sul, o primeiro BlogBar Brasília.
Um primeiro contato para reavivar a alma bloguística desta cidade, que já vive de muita política e "filhos-de-alguéns". É a oportunidade da galera que já escreve há algum tempo, ou conheceu recentemente mas já percebeu o potencial cultural e abrangência dos blogs na atual conjectura da comunicação de massa.
Uma seleção natural ocorreu nos últimos anos, após o "boom" dos blogs por culpa da gigante, ao lançar uma versão brasileira do "painho" Blogger (que por acaso é a mesma desde então, vejam que lástima), estourando quase como os fotologs, quando descoberto o Fotolog.com. Como a maioria que é de "imagem" acaba não sendo de "palavra", as miguxas migraram para suas fotos em piscinas fazendo "V" com os dedos e os bons blogueiros hoje são minimamente mais ponderados e informados do que antigamente.

Mas vamos lá conhecer pessoas e discutir a importância de textos "inúteis" que todos nós escrevemos, mas que um dia alguém acha no Google.

Informação, pescou?

domingo, 18 de novembro de 2007

SEVENTH SON OF A SEVENTH SON - 20 anos


Em Abril de 2008 completam 20 anos do lançamento do sétimo álbum do IRON MAIDEN "SEVENTH SON OF A SEVENTH SON". Em comemoração antecipada de aniversário o N.R.D.R. foi conferir o show realizado no dia 16/11 (sexta) no BLUES PUB (http://www.bluespub.com.br/) por músicos das bandas Piece od Maiden, Slug e Totem.


O show reuniu clássicos da primera fase do Iron como Phanton of the opera (c/ Paul Di'Anno), passando por The trooper (do álbum Piece of Maid), 2 minutes to midnight e Powerslave (do álbum Powerslave), Number of the beast e Fear of the dark (todos c/ Bruce Dickinson).

E é claro tb foram tocadas as 8 faixas pertencentes ao Seventh son... (que na minha opinião é 9º lugar na preferência de melhor álbum do maiden).

Falando do show não deixou a desejar na parte técnica, já que os caras têm longos anos de estrada, mas p/ entendedor do assunto o set list poderia ter sido melhor elaborado. Faltaram músicas da 1º fase com Paul di'Anno, mas graças aos céus não colocaram músicas do Blaze Bayle, o substituto do Bruce, que também foi escolhido no lugar do André Matos do Angra , veeeê se pode! Poderiam ter escolhido qualquer um, sei lá o Lemmy do Motorhead, o viadinho do cara do Radiohead, aqueles do playback , os franceses da marca de sorvete, o Willy e Vanilly, mas vcs sabem inglês prefere chá a Coca cola!

Um fato pitoresco ocorreu no final quando fui bater um papo com o vocalista Kléber. Perguntei se ficaria ofendido c/minha pergunta. Respondeu que "sem problemas" então:

- Kléber eu paguei R$ 10,00 pela entrada e vcs tocaram 15 músicas e como sou bão em geometria cada música custou 0,66 realmente valeu a pena eu entrar neste espaço de entretenimento musical? Não era mais fácil eu pagar 0,99 p/ baixar as músicas?
E não é que o cara é igual a um rock star! Ficou com raiva.

Fora o papo furado o show foi uma beleza e se repetirá na próxima sexta (23/11) no UK Brasil Pub (http://www.ukbrasilpub.com.br/). Não percam e salve a Donzela!!!


C/ auxílio de Danilo Duff - " o homem da guerra de CAP x URT"

sábado, 17 de novembro de 2007

Shrek Terceiro

Creio não precisar falar do contexto e do sucesso da série de filmes do Shrek. É público e notório que o ogro transformou sua saga em sucesso mundial.

Assisti durante este feriado a terceira película da série, Shrek Terceiro. Acredito, também, que fui um dos últimos mortais a assistir o filme. Por isso, ouvi várias análises sobre as aventuras de Shrek, Fiona, Burro, Gato de Botas, Art (o novo personagem) e uma série de coadjuvantes de contos-de-fada.

Pra mim, é natural criar uma certa expectativa após ouvir opiniões de pessoas diferentes, entretanto, com o mesmo teor: era um filme fraco.

Talvez isso tenha feito eu ir assistir o filme com uma expectativa muito baixa e acabar me surpreendendo com o resultado. Isso já aconteceu com Fantasmas de Martes (Ghost of mars, 2001). Fui assistir um filme esperando algo como um trash americano de terror. Foi divertido e de graça. Melhor que isso só se tivessem aparecido peitos femininos no filme.

Bem, voltando ao nosso colega verde, senti o seguinte: os próprios produtores da "franquia" Shrek aumentaram sua nota de corte fazendo dois filmes inciais geniais. O terceiro filme não é ruim, mas é menos original e criativo que os outros, mas consegue fazer o que se propõe: divertir. Continua a ser um desenho animado direcionado para adultos. O tema principal, inclusive, é um assunto de/para adultos: medo da paternidade.

É questão de tempo para lançarem o Shrek IV. Meu receio é diminuirem, mais ainda, as ironiais e os sarcasmos, tão característicos nos filmes I e II e tão suave no III.


Lançaram em maio, mas só tive tempo de assistir agora. Não foi um grande crime.

domingo, 11 de novembro de 2007

Na Rota do Mal – Capítulo 1

Já leu uma notícia que lhe remetesse diretamente ao surreal? No mundo cultural, notícias como essas 03 não faltam, são de quebrar o barraco!!!

1) Começo com um furo de reportagem: Simply Red chegará ao fim em 2009, o que?? Como que é? Caracas, fui enganado! Eles não tinham acabado ainda, pois eu achava que desde a mela cueca hahahahahahaha clássica If You Dont Know Me By Now e nenhum Festival Hollywood Rock convidando os mesmos para ter um espaço na mídia, eles já tinham ido para o limbo, e outra coisa, 2009? Porquê? Porquê? Poxa Mick (o vocalista ruivo e feio prá carái), aproveita aí que 2008 está na marca do pênalti, antecipa o fim aí, por favor. Please!

Leia aqui a Notícia 1 na sua íntegra

2) Continuo com uma história além túmulo, Elvis Presley lidera a lista das celebridades MORTAS mais ricas, mas que ganância, isso é a prova que o cara ainda está vivo, só pode! Afinal, o cara ainda ganha “dindin”, e se ele não está vivo, não faz mais show, a não ser aonde ele está agora, e como ainda está devidamente capitalizado, deve estar dando muita festa e pagando umas rodadas de bebida por lá, não é mesmo? Um filme iria a calhar: A VOLTA DOS MORTOS RICOS, 1ª Parte!

Leia aqui a Notícia 2 na sua íntegra

3) Finalizo o NaRotaDoMal com uma notícia bombástica: Show do Raça Negra proibido no Paraguai por causa de poluição sonora, não é o máximo? Vamos fazer lobby no nosso congresso para instituirmos a Lei Paraguaia em solo Brazuca, afinal, pense num mundo melhor sem Durvais, Joelmas, Zézés, Wanessas e Badauís! La Garantia Soy Jo e Viva los Paraguaios, son los mejores legisladuores Del Planeta!!!! Viva, viva, viva!!!

Leia aqui a Notícia 3 na sua íntegra

sábado, 10 de novembro de 2007

Livros, textos e apostilas gratuitos

Olá pessoas,
Como dizem os arautos dos novos tempos, o conhecimento não tem dono. Nos links abaixo vocês encontrarão livros, textos e apostilas sobre diversos assuntos, incluindo psicologia, literatura, sociologia, história, idiomas, concursos públicos...

Apostilas p/ concursos públicos e exame da OAB http://www.esnips. com/web/material juridico

Arquivo de livros e textos http://www.esnips. com/web/leonildo c-politica
Idiomas: material para aprender inglês, francês e espanhol http://www.esnips. com/web/leonildo c-idiomas

Livros e outros textos didáticos (Castell, Durkheim, Capra, Arendt, etc) http://www.esnips. com/web/leonildo c-politica

Abraços, Daiane Ramone

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Amarelo Manga







Olá, meus caros colegas. É com imenso prazer que acrescento aqui no N.R.D.R alguma coisa que talvez interesse aos leitores. Este filme foi escolhido como tema da minha monografia de graduação como "jornalera". Espero que gostem.

Amarelo Manga - Que amarelo é o amarelo manga?

É a cor do excesso, disse Cláudio Assis (autor do filme).

"Amarelo é a cor das mesas, dos bancos, dos cabos das peixeiras, da enxada e da estrovenga. Do carro de boi, das cangas, dos chapéus envelhecidos, da charque. Amarelo das doenças, das remelas dos olhos dos meninos, das feridas purulentas, dos escarros, das verminoses, das hepatites, das diarréias, dos dentes apodrecidos...". Este trecho da crônica Tempo Amarelo, de Renato Carneiro Campos, resume bem a virulência e crueza do filme Amarelo Manga.

As histórias se passam no centro antigo de Recife, entre o Texas Hotel e o Bar Avenida, palco de uma trama ousada e provocativa. Levando à reflexão dos contrastes mais chocantes da sociedade brasileira, o filme quebra preconceitos há tempos estabelecidos quando, por exemplo, traça paralelos entre religião e libido, fé e dúvida, amor e traição. Percebe-se, então, a intenção do autor em mostrar o lado amarelo e podre desta manga.
Kika (Dira Paes), uma evangélica puritana é a mulher do açougueiro Wellington canibal (Chico Diaz) que tem um caso complicado com uma amante, a Dayse. Canibal se orgulha em descrever sua esposa, diz que na cama é fraquinha, mas como mulher é boa: é crente.No entanto existe a Dayse, essa sim é gostosa, a mulher que supre as carências de uma mulher sem graça. O açougueiro é amado sem saber por um gay, o Guguinha (Matheus Nachtergaele), cozinheiro do Hotel Texas. Um hóspede, o Isaac (Jonas Bloch) no mesmo hotel troca maconha por cadáveres que são desviados por um funcionário do Instituto Médico Legal, e que, por sua vez, fuzila em galpões abandonados. Vários desses personagens se encontram no Bar Avenida , dirigido por uma mulher durona, a Lígia (Leona Cavalli), que chama a atenção dos homens por sua postura e frieza. Parece puta, diz um freguês, mas não dá para ninguém. Lígia quer alguém que a mereça e não permite que ninguém se aproxime. O que mais me chama a atenção desse personagem (brilhantemente desenvolvido) é a necessidade que ela tem de ser olhada e por outro lado a qualidade desse olhar. Quando Isaac juntamente com seu companheiro chega ao Bar Avenida a câmera mostra lentamente Isaac encarando Lígia, quando se senta à mesa pergunta ao seu colega: "Quem é essa aí?". Ele responde: "Essa mulher é muito doida: parece puta, mas aqui ninguém nunca comeu ela". Isaac se sente atraído pelo desafio e faz uma aposta. No dia seguinte retorna ao bar e provoca Lígia: "Eu queria saber se todos os seus pêlos são dessa cor (loiro)?". Ela reage mostrando sua vagina na cara do grosseirão, que fica perplexo.
Ainda existe a Dona Aurora, também hóspede do Texas Hotel, mulher solitária e gorda, que sofre com crises de asma protagoniza uma das cenas mais grotescas e depressivas do filme: ela se engasga com a farofa e, ao ser socorrida pelo padre, tem seus seios apalpados pelas mãos de uma igreja decadente e jogada às traças. Com a morte de Bianor, o dono do hotel, Dona Aurora relembra tempos passados em seu quarto, se deprime e com um aparelho de inalação tenta resgatar o ar que foge. Em seguida se masturba com o inalador. preparem-se a imagem é feia e tosca.
O filme é assim, riquíssimo em simbolismos, é o retrato do pessimismo. Igrejas jogadas ao relento, entregue aos cães, falsos moralismos, mostra um mundo cru, sem perspectivas.

Falô galera, um super beijo e até breve.
Daiane Ramone


Texto de apresentação - demorou mas chegou

Olá!

É com uma responsabilidade e tanto que dou meu pontapé de estréia como primeira mulher e "jornalera" no N.R.D.R. Me chamo Daiane Alves Neto, tenho 23 anos e é a primeira vez que escrevo para um blog. Sou bastante tímida, gosto de cachorros (tenho uma cocker chamada Janis).

Curto o bom e velho rock n'roll, como Led, Black Sabbath, The Doors, Janis Joplin, Faith no More, Guns e é claro, os insuperáveis Ramones. Curto nacional também como Legião, Ultraje, Engenheiros, Biquíni, Nenhum de Nós, Plebe, Raul , Cazuza, Rita Lee entre outros.

Gosto de Literatura estilo Sidney Sheldon, assim como Machado de Assis (referência para quem pretende escrever bem); poesia de Augusto dos Anjos, Florbela Spanca à Cora Coralina (minha "ídala"!). Faz parte também dos meus gostos literários temas que se referem à Comunicação, às questões sociais, filosofia e biografias. Dando continuidade ao "passeio" no meu mundo de gostos culturais o cinema não poderia ficar de fora, só com um detalhe: filmes de terror, comédias românticas bobas e ação com violência (tipo Steven Seagal e Van Dame aah!) estão fora da minha lista.

Bem turma, aí está um perfil resumido da minha humilde pessoa, agradeço o convite e segue o primeiro texto. Um super beijo para todos - Daiane Ramone.

Primo Basílio (PROJETA BRASIL)

Olá amigos e leitores fiéis deste espaço cultural.

No último PROJETA BRASIL que o CineMark promoveu pela sétima vez no dia 05/11/2007, estive presente com minha digníssima esposa, para assistir pelo menos dois filmes, já que de noite eu tinha que trabalhar, fazer o que? "Quem disse que a vida é fácil?" já disse o Capitão Nascimento!

Então olhamos as sessões e vimos quais filmes ainda não tínhamos visto e aproveitaríamos para ver, um dos escolhidos foi Primo Basílio escrita pelo escritor português Eça de Queiroz no fim do século XIX. Um clássico da literatura que foi para a tela grande.




Bem, quem seria de alta envergadura moral para dissecar a película seria minha digníssima esposa, mas ela está num estado interessante (grávida), e a qualquer momento o rebento estará fora da embalagem, sendo assim desta maneira não está com condições de contribuir com o N.R.D.R. no momento, fica para uma outra oportunidade.

Claro que aproveitei e enchi a cabeça dela de perguntas para poder me ajudar agora que estou digitando este texto.

Uma coisa que precisamos definir é: um filme baseado num livro é diferente de um filme adaptado de um livro.

A Vânia Alves (minha querida esposa), me disse quando é baseado, não necessariamente vai ser fiel ao livro, pega a história como trilha e cria um monte de coisa de acordo com a imaginação do(s) roteirista(s), como por exemplo a época que se desenrola a história, que neste filme já são diferentes.

Na adaptação o filme tenta ser (na medida do possível) o mais idêntico possível com a obra, tarefa difícil, pois o livro quase sempre tem mais detalhes, que o filme por motivos de tempo e grana não pode se dar ao luxo de ter.


Sabendo disto, vamos ver como foi a obra BASEADA no romance de Eça de Queiroz, como eu já disse aqui eu não era um grande leitor na minha época de estudante secundarista, ou mesmo antes, não tinha lido a obra do autor português, mas mesmo assim estava com vontade de ver o filme, pois CINEMA NACIONAL merece nosso apoio.

Mesmo para quem não leu o livro não há problema, a história se sustenta por si só, o que já é um ponto positivo, além de ser uma produção nacional e merece a nossa bilheteria.


Como já conhecia a história não tive tantas surpresas, mas qual é a surpresa de uma prima (sem ser o termo pejorativo de "prima") que encontra um primo, que na juventude tiveram um romance e ele viajou para fora do país, deixando a moçoila a ver navios.

Se encontram, ela já casada e ele um solteirão galantiador que faz com que ela acenda sentimentos que já estavam apagados, pelo menos é o que ela pensava.


Outro ponto positivo para o filme é o elenco, Daniel Filho, que além de diretor foi colaborador da adaptação, soube escolher com muito cuidado e talento os atores.


Luísa, a prima (Débora Falabela; Lisbela e o Prisioneiro): Mostra que é realmente uma boa atriz, versátil, que pode sair de um extremo ao outro sem levar vícios de uma personagem para outra. Manda bem em TV e em Cinema, não tive a oportunidade de vê-la no teatro, mas foi uma boa escolha, faz bem o papel da jovem sonhadora e romântica que acaba sucumbindo aos avanços do primo, paixão antiga.



Basílio, o primo (Fábio Assunção; Beline e a Esfinge / Sexo, Amor e Traição): Eu particularmente gosto deste ator, não teve ainda uma grande virada na carreira, papéis muitos parecidos, mas todos feitos com grande talento, talvez precise sair para um papel que não necessite de um rosto bonito, e sim, do talento, e eu acredito que ele dê conta do recado, em Sexo, Amor e Traição no papel de Tomás está impagável e muito engraçado. Neste cumpriu o que tinha que fazer, ser o galante e conquistador. O que cá para nós, para o Fabão é fácil. Por isto foi escolhido para fazer o primo, uma atuação limpa e competente.



Jorge, o marido (Reynaldo Gianecchini; Avassaladoras): O que foi dito para o Fábio Assunção vale para o Gianecchini, acho que tem talento, precisa se desvencilhiar do esteriótipo de bonitão conquistador e mostrar que tem competência para voar mais alto. Começou como protagonista numa novela, teve várias críticas e sobreviveu, tentou em outra novela mudar o foco, ser um grosseirão, um mecânico simples e humilde, mas continuou sendo o garanhão da rua. Acredito que pode fazer mais. Foi bem escolhido, para mostrar que as mulheres também fazem traição sem um motivo aparente, agora imagina a vida de uma mulher que tem Gianecchini como marido e Fábio Assunção como amante? Que vida dura! Muito dura por sinal.


Juliana, a empregada (Glória Píres; Se eu Fosse Você / A Partilha): Falaram tanto da atuação dela que eu esperava mais, agora com a cabeça mais fria posso dizer, muito bem feita, uma escolha arriscada, pois é um papel fundamental para a trama e precisava de energia e química entre a equipe, no final todos sairam ganhando. Gosto da Glória como atriz, sabe e respeita seu limite, tanto que nem tenta fazer teatro, que ela mesmo já disse não ter cacife para tal. Mas tem boas participações nos seus trabalhos, mesmo nos papéis bobinhos de novela ela manda bem. Soube corresponder a confiança depositada nela pelo diretor.


Sebastião, o amigo (Guilherme Fontes; Um Trem Para as Estrelas): Esqueçamos o problema com a verba do filme Chatô - O Rei do Brasil, uma coisa não tem nada a ver com a outra. No filme faz bem seu papel como coadjuvante. Um papel que não exige muito, mas poderia estragar a obra. Não sei se o embrólio com o filme pode lhe causar problemas futuros, mas como ator só consigo lembrar na novela "A Viagem" como boa referência, no resto tudo é muito água com açúcar, vamos ver daqui para frente. O diretor apostou e não perdeu o que já é muito bom.



Leonor, a amiga (Simone Spolatore; Lavoura Arcaica / O Ano Em Que Meus Pais Sairam de Férias): Se vocês tiverem a oportunidade de assistir estes três trabalhos feitos por esta ótima atriz, vão sentir o que eu quero dizer, ela é muito boa atriz, ela se transforma de uma maneira impressionante, um verdadeiro camaleão, e nesta obra soube passar o que o diretor queria, muito importante para a trama e com talento de sobra mostrou que foi bem escolhida, brilhou mais sem ofuscar os papéis principais.



Joana, a outra empregada (Zezeh Barbosa; Bendito Fruto / Cronicamente Inviável): Para quem está acostumado a ver esta atriz em comédias como o Zorra Total, ou em algumas novelas como O Profeta (a última versão), espere para vê-la atuando em drama. Fantástico, e que surpresa, não tinha visto ainda um trabalho dela no drama, uma grata surpresa e um questionamento. Por que ela não é aproveitada nestes trabalhos com mais freqüência? Daniel Filho sabendo deste talento aproveitou, mais um ponto para o filme.



Vitória, a tia da empregada (Laura Cardoso; Muito Gelo e Dois Dedos D'Água): O que falar desta estupenda atriz? Formidável como sempre, e mesmo fazendo uma pontinha, mostra todo seu talento, e que contribuição. Obrigado Laura e obrigado Daniel Filho!




Castro, o banqueiro (Gracindo Filho; Bufo e Spallanzani): Gerou a melhor piada do filme, quem casou com o Gianecchini e tem como amante o Fábio Assunção, ter que acabar com Gracindo Filho é fim de carreira. Como este ator consegue fazer papel de vilão ou de mau carater de maneira convincente. Mais uma boa do diretor.



Policial (Anselmo Vasconcelos; Quem Matou Pixote? / Bar Esperança): Mais um que faz ponta com uma competência fantástica, muitos o conhecem do Zorra Total ou dos trabalhos com Ronald Golias, mas ele não tem só sua veia cômica, mostra que é versátil e é pau para toda obra. Muito bom!



Sendo assim desta maneira, o N.R.D.R. carimba e recomenda, assista e se delicie!


Salve Todos!

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Pode Crer (De Verdade!)!


Salve todos!

Antes de falar sobre minha ida ao projeto PROJETA BRASIL, do CineMark, que já tinha sido avisado ao leitores fiéis deste espaço no post abaixo do dia 02/11, vou falar de um filme assistido antes.

Podecrer! (deste jeito mesmo junto)! É um filme que já começa diferente pelo nome, simples e sem rodeio, como o filme. Que tem como pano de fundo a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro (não sabia o nome completo da cidade? É comum, a maioria dos Cariocas não sabe, ou finge não saber, que é Fluminense também, não o time por favor!).

Então, tendo o ano de 1981 como linha de tempo um bando de estudantes secundaristas que estão no último ano, prontos para o vestibular e tudo que envolve esta época da vida, que pode ter um monte de coisas prontas para se esquecer, mas tem um monte de coisa que é para ser lembrada regada a muita risada.

Quem não tem um história legal do tempo de escola? Se procurar sempre tem uma personagem inesquecível, um professor legal, um passeio formidável. Para quem gosta de histórias hilariantes leia aqui.

Então? Sobre isto que o filme se desenrola, e não falta nada, as rivais, meninas que se dividem e se odeiam, os meninos totalmente sem noção, como deve ser todo menino naquela faixa etária, ou em qualquer idade, meninos são sem noção, não sei como as mulheres nos suportam.

Até o inspetor (ou bedel) que é uma figura clássica está lá, e é uma atração a parte, tanto na escola da sua vida, como no filme!

A história é sobre Carol (Maria Flor), que volta da França, pois os pais estavam exilados lá, lembram? Ditadura Militar, começo da reabertura? Você não está tão mal assim em história do Brasil! Na chegada à escola encontra Melissa (Fernanda Paes Leme) e Sílvia (Liliana Castro), e se tornam amigas instantâneamente, logo, como conseqüência rival do grupo que tem Ana Cláudia (Érika Mader) e Duda (Júlia Gorman).

No meio de tudo tem a turma dos rapazes que tem uma banda, quer coisa mais natural numa escola do Rio em 1981 do que uma banda de escola?????? Não há mesmo!

Estes rapazes são João (Dudu Azevedo), PP (Sílvio Guindane), Marquinho (Gregório Duvivier) e Tavico (Marcelo Adnet). Uma boa turma de classe média carioca (que na época não tinha como diversão espancar doméstica, ou prostituta, como disse a trupe de elitistas purificadores na hora da defesa, ou então jogar ovo pela janela), mas era uma turma que gostava de se divertir, curtir a vida, namorar, música, e tudo que a vida podia proporcionar em 1981.

O filme tenta ser fiel ao ano que está passando a história, a direção de arte se preocupa com os detalhes, o diretor tenta arrancar o que pode dos atores, e o filme cumpre seu papel de divertir a platéia.

Não espere debates sobre questões sociais ou coisas do tipo, como muitos chatos de plantão acham que tem que ser sempre um filme nacional, espere diversão, um filme pipoca no melhor sentido da palavra.

Maria Flor se mostra uma atriz com talento e versátil, assume o papel de Carol sem problemas e sem esteriótipos de mocinha boa que só se da mal para depois se dar bem, também não é este o tema do filme.

Érika Mader na minha opinião faz uma pontinha, nem tem tanta importância no filme, e seu papel a deixa limitada, a gostosa que aparece de biquini (e que prateleira de qualidade, é de fábrica?), e é a rival das mocinhas, muito pouco para poder avaliar seu talento, ela vai enfrentar problemas por ter tia famosa, mas isto já abriu portas, tem coisa boa e ruim nisto, cabe ela apagar as ruins e potencializar as boas.

Agora os papéis e atuações fantásticas são de Sílvio Guindane como PP e Gregório Duvivier como Marquinhos, os dois são a parte, toda vez que estão em cena rola risada, Guindane mostra que tem talento para fazer papéis que exigem mais, é pagar para ver, Duvivier faz todos riem com a história da Babilônia, vai virar bordão este negócio.

Fernanda Paes Leme no papel de Melissa, Ufa! Para com isto que eu tenho um coração fraco, meu, me lembrou algumas colegas de escola, como toda boa escola tem. Espero que Fernanda consiga se desvencilhiar de papel da gostosa e mostre que tem talento para trabalhar onde e como for. Mas neste trabalho vale a pena conferir o "trabalho".

Os outros atores principais se não tem uma atuação marcante não atrapalham, o que já é o suficiente. Mas as imitações de Marcelo Adnet no papel de Tavico são de morrer de rir.

Nas particpações especiais, nada de especial, Malu Mader e José de Abreu fazem com competência os pais de Carol, Lulu Santos tem menos de 2 minutos de cena e nem engraçado ficou.

Agora a cereja do bolo é a participação do impagável Stepan Nercessian no papel do inspetor Fleury, é algo para entrar na história, a cena da jurubeba que é outra coisa que vai virar bordão também, "Jurubeeeeeeeeeeeeeeba"...

No mais assista, N.R.D.R. indica e carimba para uma boa diversão, além de que o CINEMA NACIONAL merece sua bilheteria e seu apoio, já que vale a pena assistir pipoca gringa, assista uma picoca nacional temperada com o talento nativo.

Valeu! Salve Todos!

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

Festival de CINEMA NACIONAL

Salve todos!


Não venho aqui promover este ou aquela empresa, mas uma coisa é séria, a idéia do CineMark de promover um dia inteiro sem parar com filmes nacionais, isto mesmo, todas as sessões, exibindo alguns trabalhos que já sairam de cartaz e voltarão para quem perdeu na telona, pois tem filme que uma super tela e um super som faz toda a diferença.

Exemplo é o filme "Tropa de Elite", para se ter um exemplo atual, pois vi no cinema, porque na minha opinião filme nacional tem que ir no cinema para gerar bilheteria e que as pessoas envolvidas com o trabalho de Hércules que é fazer cinema no Brasil possam se sentir motivadas a continuar, mas isto eu já disse várias vezes, mas vi no cinema e depois assisti uma cópia "alternativa", sem comparação. Então mova seu esqueleto e vá em algum horário em algum CineMark e escolha uma sessão para prestigiar o trabalho nacional.

Para quem não conhece o projeto PROJETA BRASIL CINEMARK é só clicar aqui e conferir como surgiu a idéia, objetivos e tudo mais.

Em linhas gerais o CineMark escolhe uma segunda para poder passar em todas as sessões filmes nacionais, e o melhor a R$ 2,00 (preço único), isto mesmo, você não está tendo ilusão de ótica, nem seu computador está com vírus.

Preço bacana para filmes bacanas!

Confira a programação geral aqui, a programação do CineMark de Brasília no Pier 21 aqui e ainda a programação do CineMark de Taguatinga aqui escolha pelo menos um e se divirta.

Lembre-se! Diversão de qualidade e com preço baixo é raro!

Não vacile e aproveite enquanto dá!

Salve Todos!

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SoSuechtig, Burajiru