quinta-feira, 30 de julho de 2009
Joe e Kiko Perez Lançam Trabalho em Conjunto
Postado por Carlos Henrique em 18:03 1 comentários
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quinta-feira, 9 de julho de 2009
Sexta Cultural Celebra o Dia Internacional do Rock
O projeto “Sexta Cultural”, promovido pelo Sindsep-DF (Sindicato dos Servidores Públicos Federais no DF), celebra nesta sexta-feira, dia 10.07, o Dia Internacional do Rock, comemorado em 13.07, com uma homenagem aos roqueiros nacionais. No show, o cantor e instrumentista brasiliense, Ronaldo Alencar, também apresentará composições próprias, além de uma seleção de POP nacional. A apresentação é no Espaço do Servidor, das 12h30 às 14h, com entrada franca. Vale dizer que o evento é aberto à comunidade em geral.
Mas porque 13 de julho? Foi no dia 13 de julho de 1985 que um cara chamado Bob Geldof, vocalista da banda Boomtown Rats, organizou aquele que foi sem dúvida o maior show de rock da Terra, o Live Aid - uma perfeita combinação de artistas lendários da história da música pop e do rock mundial, como Tina Turner & Mck Jagger. Além de contar com nomes de peso da música internacional, o Live Aid tinha um teor mais elevado, que era a tentativa nobre de conseguir angariar fundos para o combate a miséria e a fome na África. Dois shows foram realizados, sendo um no lendário estádio de Wembley em de Londres (Inglaterra) e outro no não menos lendário estádio JFK na Filadélfia (EUA). Os shows traziam um elenco de megastars, como Paul McCartney, The Who, Elton John, Boomtown Rats, Adam Ant, Ultravox, Elvis Costello, Black Sabbath, Run DMC, Sting, Brian Adams, U2, Dire Straits, David Bowie, The Pretenders, The Who, Santana, Madona, Eric Clapton, Led Zeppelin, Duran Duran, Bob Dylan, Lionel Ritchie, Rolling Stones, Queen, The Cars, The Four Tops, Beach Boys, entre outros, alcançando uma audiência pela TV de cerca de 2 bilhões de telespectadores em todo o planeta, em cerca de 140 países. Ao contrário do festival Woodstock, tanto na sua primeira edição, como na segunda, o Live Aid conseguiu tocar não somente os bolsos e as mentes das pessoas, mas também os corações. Pete Towshend (The Who) e no show da Filadélfia, Joan Baez abriram o evento executando "Amazing Grace", com cerca de 101 mil pessoas cantando em coro o trecho "eu estava perdido e agora me encontrei, eu estava cego e agora consigo ver". Este show marcou também a única reunião dos três sobreviventes da banda Led Zeppelin, Robert Plant, Jimmy Page e John Paul Jones, com a presença ilustre de Phil Collins na bateria. No final deste show, Mick Jagger e Tina Turner cantaram juntos "State of Shock" e "It's Only Rock and Roll", com Daryl Hall, John Oates e os ex-integrantes dos Temptations, David Ruffin e Eddie Kendrichs fazendo os backing vocals. Foi realmente um momento único na história do ROCK! O Live Aid conseguiu em 16 horas de show acumular a incrível cifra de 100 milhões de dólares, totalmente destinados ao povo africano. Isso é a cara do ROCK AND ROLL!ATITUDE!!!
Serviço:
Evento: Sexta Cultural
Dia: Sexta-feira, dia 10 de julho de 2009
Local: Espaço do Servidor, Esplanada dos Ministérios, entre o Ministério do Planejamento, bloco "C" e o Ministério da Agricultura, bloco "D"
Horário: De 12:30h às 14:00 h.
Entrada Franca
Postado por Carlos Henrique em 01:31 0 comentários
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segunda-feira, 22 de junho de 2009
O Cinema Homenageia Renato Russo
Foto do livro de Carlos Marcelo mostra
Renato saindo de show no estádio
Mané Garrincha, em Brasília.
Crédito da Foto: Ivaldo Cavalcante
Segundo Antônio Carlos de Fontoura, Renato Russo - O Filho da Revolução, retrata um período fantástico, em que uma turma de rapazes brasilienses adotou a rebeldia punk para confrontar a caretice da cidade nos anos finais da ditadura. Foi nessa época, em que Renato começou em sua banda, o Aborto Elétrico. Foi depois em atuação-solo no show "O Trovador Solitário", que Renato criou alguns dos seus maiores sucessos: Que País É Este?, Geração Coca-Cola, Música Urbana, Tédio e Eduardo e Mônica. Tudo em um período anterior ao da Legião Urbana bem como antes de deixar Brasília para se tornar ídolo da juventude brasileira da época.
René Sampaio, cineasta brasiliense, escolheu um caminho original para falar do roqueiro. Somos Tão Jovens contará a história de João de Santo Cristo, personagem da música Faroeste Caboclo, criada por Renato Russo no início de sua carreira, ainda em 1979. O roteirista é Paulo Lins, autor de Cidade de Deus, livro que se transformou em sucesso nas mãos do diretor Fernando Meirelles.
Já Vladimir Carvalho prepara caminho para o documentário Rock Brasília. Título autoexplicativo para um filme que quer enfocar a trajetória de bandas surgidas na Capital Federal como Paralamas do Sucesso, Plebe Rude e Capital Inicial. Vladimir está trabalhando em um material gravado por ele nos anos 1980, no qual constata que a maior parte dos roqueiros era filho de diplomatas ou políticos de Brasília. Um dos pontos altos da fita é uma entrevista inédita realizada com Renato Russo.
É indiscutível que filmes que contam a história de grandes personalidades, sejam elas da música, da política, do esporte ou de qualquer outra área, tem um grande potencial e uma grande tendência de arrebanhar grandes públicos e bilheterias. Se seguirem a rota da normalidade, todas essas obras cinematográficas tem tudo para serem grandes sucessos do Cinema Nacional. E no que depender do personagem escolhido e do assunto em pauta, com certeza serão.
Postado por Carlos Henrique em 23:09 1 comentários
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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Retratação II
Para os fãs da sexagenária (já que ela não é Balzaquiana) inRita Lee:
Achou, né?? Então PARA DE CHORAR!!!
Agora, na boa, quem não consegue entender ironia sendo usada como figura de linguagem, pare de ler o site… é o suficiente para mim… inRita Lee é bacana. Acho até que consigo fazer uma coletânea dela. Acho não. Tenho certeza. Seria assim:
Lado A – Agora só falta você e 2001
Lado B – Papai, me empresta o carro e O gosto do Azedo
Pronto… assim… linda minha coletânea. E podia ser feita num compacto de 78 rotações, da época em que ela poderia ter se tornado a rainha do Rock brasileiro (mode Artur Dapieve[on]).
PS: Peço desculpa ao motorista, pois ao contrário do que eu informei anteriormente, ele tomou uns sopapos…
Postado por Daniel Farinha em 20:41 0 comentários
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quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Helmet Cancelado!!!
Eu sabia que essa semana doente era o prenúncio de algo detestável. Segundo informações divulgadas pela equipe de parceiros do Rock Brasília (aqui) e do Cult22 (aqui) o show do Helmet foi mesmo cancelado, estou frustrado prá caramba, principalmente porque não rolará "nem a pau" de ir à Goiânia, espero que você leitor, vá, tire umas fotos, escreva aqui, me humilhe e me MATE de inveja!!! Mesmo assim, desejo-lhe um bom show =D
Informações o show da banda em GYN no dia 22/11, clique aqui.
Um adendo: Isso só pode ser praga de Paulista ou Carioca porque não ia ter show lá, os Goianos que se cuidem! huahauhauahau
Postado por Cristiano Porfirio em 21:52 2 comentários
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segunda-feira, 6 de outubro de 2008
MANIFESTO: O Rock de Brasília Tem Solução?
Ao acompanhar uma discussão no post sobre o 2º Festival Torneira Mecânica, publicado no site rockbrasilia, percebo o quanto é fácil cairmos na armadilha do senso comum. Várias idéias pipocam sobre o problema do rock na cidade e nenhuma delas aponta para soluções, simples como o corporativismo.
A falta de co-relação mostra que a cooperação no rock é pura utopia, pois os múltiplos estilos que deveriam criar conexões a desvirtua. A galera do heavy metal não quer tocar com a do punk, que daí não quer a do pop/rock, que rejeita o hardcore, e por aí vai.
O rock, por ter essa faceta variada, deveria aprender a conectar, a conversar, tudo deveria ser rock. E se um estilo não te agrada, agrada aos outros; a palavra de ordem é respeito. Só assim o rock na cidade pode voltar a ser grande.
Em Brasília, na década de 80 tínhamos a celebração; na década de 90, a festa. Os anos foram passando até entrar em 2000. O degradê dessa linha do tempo foi do branco à escuridão total, decepcionante. Um exemplo: a ascensão desequilibrada de bandas covers quase exterminou o trabalho autoral na cidade. O público se desacostumou a escutar música nova feita pelas bandas e artistas locais.
O público dos anos 80 aos tempos atuais foi reduzindo, pois acabou seduzido por outros estilos musicais. E o rock não soube se reinventar e se manter na cena. Testemunhamos eventos vazios e estacionamentos lotados de jovens que só se preocupavam com o grande "bobódromo", e não com as bandas. O fim da picada!
O intuito desta carta é justamente provocar uma discussão que possa apontar caminhos novos para o rock independente. Qual atrativo está ausente nos shows? O que o público gostaria de escutar? Quais os estereótipos que precisamos quebrar? O debate deve ocorrer entre produtores, bandas e público, abertamente, sem nenhuma barreira. Se não somos mais a capital do rock, pelo menos somos saudosos do nosso título.
Existem muitas pessoas cheias de idéias muito boas, mas é hora de começar a agir. Traçar uma estratégia realmente boa para revitalizar a cena. Idéias?
"Rock n'roll não é o que se pensa e o que se pensa não é o que se faz, o que se faz só faz sentido quando vivemos em paz." Engenheiros do Hawaii – “Desde Quando?”
Por:
Cristiano de Queiroz - www.narotadorock.com
Tamara Goes - www.rockbrasilia.com.br
Marcos Pinheiro - www.cult22.com.br
Postado por Cristiano Porfirio em 23:10 13 comentários
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