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segunda-feira, 8 de junho de 2009

Plebe grava o seu primeiro DVD

Os integrantes da banda, brasiliense, Plebe Rude aproveitam a boa fase e realizam show que promete ser um registro histórico para o rock nacional.

Por Dijanira Goulart

Um ginásio de esporte na Celândia, região administrativa de Brasília, foi o cenário escolhido pela banda brasiliense Plebe Rude, para ser o palco da gravação de seu primeiro DVD. O show que acontece nos dias 10 e 11 de julho contará com uma super estrutura, sendo que 9 nove câmeras farão o registro do evento. A direção do espetáculo ficará por conta de um carioca, Gustavo Caldas.

ENTREVISTA 1 Para Philippe Seabra (vocal e guitarra) esse é momento ideal para realizar a gravação do primeiro DVD da Plebe, pois os novos integrantes da banda trouxeram um novo gás e reavivaram a chama roqueira da Plebe Rude “Essa fase da banda está muito legal, agora vivemos um novo astral, o Clemente e o Txotxa trouxeram um novo gás para Plebe e isso é muito bom.”, comenta Seabra.

Além de uma releitura do repertório da Plebe essa gravação pode ser considerada um registro histórico dentro do conceito da banda. Para os plebeus de plantão Philippe avisa que esse show terá em seu repertório uma música inédita que deve ser disponibilizada no site da banda (www.pleberude.art.br que está migrando para www.pleberude.com.br) um pouquinho antes do show.

Para alguns fãs da Plebe Rude o local onde será realizado o show foi uma grande surpresa. Mas segundo Philippe a escolha do local foi intencional sendo uma forma de chamar a atenção para a importância das cidades satélites de Brasília, como base para o movimento musical e roqueiro da cidade. “O público das satélites e um público mais roqueiro, pra gente não interessa aquele público que aprecia só as músicas que são sucessos, e que vêem Ivete Sangalo, Chiclete com Banana e Capital Inicial da mesma maneira, só porque tocam na rádio.”, explica Philippe.

ENTREVISTA 3 Para o mais novo plebeu Clemente, (guitarra e vocal) a fase final de ensaios para o show de gravação do DVD está sendo muito gratificante, pois é uma oportunidade de rever os amigos e de tocar junto com os demais componentes da banda já que ele mora em São Paulo e a base da banda está em Brasília. “Um ensaio com os quatro é uma coisa rara (risos). Mas ensaiar com eles é muito bom é a hora que eu posso tirar dúvidas e esse encontro, para a gravação do DVD, foi essencial, pois, nós definimos o repertório e os arranjos das músicas que vamos tocar.”, afirma Clemente.   

Formada na década de 80, durante o movimento Rock Brasília, a Plebe já possui 28 anos de idade, sendo que foi uma das únicas bandas formada na década de 80 que de fato acabou. Porém em 2000, a banda reuniu os integrantes da formação original para gravação do CD ao vivo Enquanto a Trégua Não Vem, trabalho que marcou a volta da Plebe Rude aos palcos.

Desde 2004 a Plebe possui uma nova formação que é: Philippe Seabra (vocal e guitarra) e  André X (baixo), membros da formação original e os mais novos plebeus Clemente também integrante da banda Inocentes de São Paulo (guitarra e vocal) e  Txotxa (bateria), que já fez  parte da banda Maskavo Roots.

Pra quem ainda não viu, clique aqui, para ver como foi o ensaio da banda conferido pelo N.R.D.R. Aproveito para avisar que continuaremos nosso especial Plebe Rude até o dia do show, depois, publicaremos a cobertura e aguardaremos com ansiedade o DVD.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Stock 32 – Hardcore acústico… mas só nesse sábado…

Bem… conforme eu já tinha falado aqui e aqui, este próximo sábado, dia 6/6, Sotck 32 no SESC da 504 sul. Tocando desplugados, a banda, representada pela já internacionalmente conhecida Vanessa “piercing nos lábios” Dantas, deu uma breve entrevista com as expectativas do show e se apresentando para o nosso público (bem… pelo menos para os 20 leitores fiéis que temos).

E, conforme prometido, que rufem os tambores!!!!! O sorteado entre os e-mails enviados foi Ricardo Antônio, final telefone 0712. Entraremos em contato. Trate de atender o telefone! Agora, segue a entrevista:

NaRotaDoRock: Qual a expectativa do formato acústico?

Vanessa: Sempre positiva. É um desafio para a banda tocar em formato acústico, nunca fizemos isso antes. Alguns integrantes já participaram de outros trabalhos, que não na Stock, desplugados, mas é bem diferente agora. A experiência com os ensaios tem sido até surpreendente, os integrantes estão gostando do resultado, tanto de tocar quanto da sonoridade, só esperamos que o público tenha essa mesma impressão rsrsrs...
 Stock 02

NaRotaDoRock: De quem foi a ideía da "adaptação", desplugando as guitarras??

Vanessa: Na verdade a proposta não surgiu exclusivamente da banda. Um amigo da
violinista (o Kell, que está produzindo o show) lançou a idéia de fazer um show no SESC. Ela concordou com a proposta e achou interessante realizar um trabalho diferente, como o acústico. A idéia do "unplugged" foi exposta para a banda, que aceitou sem contrariedade. Nós achávamos mesmo que precisávamos de um trabalho diferente para dar um "upgrade" nos ânimos da banda.

NaRotaDoRock: Apresente a banda e seus integrantes?

Vanesas: A Stock32 vem de muitas tentativas de bandas. O nome sugere isto: o "stock" se refere ao estoque de músicos e tentativas que já foram feitas em busca de um trabalho interessante e satisfatório. O "32" veio de uma mera brincadeira do Bruno (guita). Um antigo vocalista, certa vez, perguntou "quantas formações a Stock já teve?" (até então o
nome era apenas Stock), o Bruno brincou: "Ah, umas trinta e duas". Daí ficou o número também. Tentamos fazer um som agradável. Não nos importamos muito com rótulos, eu mesma sempre respondo "ouça uma gravação e me diga que estilo é" sempre que alguém me pergunta que estilo tocamos. Acho que boa música não precisa de uma grife ou ser estereotipada. Queremos passar nossa mensagem de paz, mas sempre fazendo um som autêntico!

Stock 01

Vamos começar pelos mais velhos rsrs:
*Bruno Deivid (24): O integrante mais velho e também mais antigo. Está na banda desde o 1º ensaio da RatioFly (banda de onde surgiu a Stock). É o guitarrista, um dos compositores e arrisca os backing vocals.
*Vanessa Soares (21): Recebeu o convite para integrar o elenco após um mês de ensaio da RatioFly. É a violinista.
*Wallisson Godoi (21): É o bass man e é ainda também dos tempos da Ratiofly.
*Ramon Dias (20): É o comédia da banda, sempre faz AQUELE comentário que não deixa margem pra seriedade. Mas é porque ele é novinho ("piada interna", parafraseando certo comentário do Farinha. “Nota do Farinha: Quando?? rsrs”). O Ramon teve a entrada mais triunfal da Stock. Ele substituiu nosso antigo batera 4 horas antes de um show. Ensaiou uma hora e tocou!
*Hannyer (19 ou 20?): Está na banda a menos de um mês e já entrou com essa missão de fazer o vocal do acústico. Caiu do céu! Não precisou fazer muita coisa pra agradar a banda... só chegou, cantou e ficou.

NaRotaDoRock: É verdade que vocês gostam de CPM22?? Não é pegadinha do Mallandro??

Vanessa: Hehehehe.... engraçadinho. Alguns de nós gostamos sim! Uns mais e outros menos... Até agora, o que tem um gosto mais radical parece ser o Hanny, mas ainda não perguntamos sobre o CPM... mas se ele gosta de Rosa de Sarom né? Quem sabe.... Todos nós temos os nossos gostos "peculiares".

Stock 03 NaRotaDoRock: Surpresas no show?
Vanessa: A maior surpresa, sem dúvida, é a estréia do nosso novo vocal, o Hannyer. Temos boas expectativas quanto a estréia dele, confiamos no rapaz! As transformações nas músicas também serão boas surpresas... Muitas participações legais virão por aí, dentre elas: Edu Mazurca (da banda Cromonato), Diogo Ribeiro (um antigo integrante da Stock e que mantém algumas composições no nosso repertório), Tiago Miranda (idem o anterior rsrs)...e mais!
Deixa eu parar de contar, senão não vai ter surpresa nenhuma rsrs!

Galera, fica nosso convite a todos! Pretensão a parte, o show vai ser legal, esperamos vocês!

SERVIÇO

Data e horário: Dia 6/6/2009, sábado, 20h

Local: Teatro do SESC - 504 Sul

Valor: R$ 10,00

Informações: 8552-8041/8525-5407

Bem… então… é isso… todo mundo lá no sábado.

Satisfações.

Daniel Farinha

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Cobertura e entrevista Cia. de Comédia de 4 Naipes

Acompanhamos a Cia. de Comédia de 4 Naipes durante o último final de semana (14 e 15/02), curtimos a peça de Volta Aos Anos 90 e aproveitamos para entrevistá-los. A cobertura jornalística e fotográfica está publicada a seguir e o bate papo via vídeo, logo abaixo:

De Volta Aos Anos 90

Como cobrir uma peça, esmiuçando-a em detalhes para o leitor sem entregar os pontos fortes e surpresas? Uma tarefa nada fácil! Assim, vou opinar de forma objetiva: a peça é muito boa!

A década de 90 foi notadamente ácida, pobre culturalmente - que reverbera até hoje na música -, politicamente conturbada e buscava desatar os laços que a ligava diretamente aos anos 80, principalmente os culturais. Os anos 90 foram responsáveis por momentos que entraram para a história como o impeachment do Presidente Collor (92) - e os "manipuláveis" caras pintadas -, o último título brasileiro do Flamengo (92), a música grunge, o tetra brasileiro no futebol (94), a morte do piloto Ayton Sena (94), a era MTV e o desenvolvimento da Internet e dos celulares "tijolão" Motorola, só para citar alguns fatos.

O texto da peça De Volta Aos Anos 90 relembra de forma cômica uma série de acontecimentos, suas esquetes em grande maioria são muito divertidas e transportam automaticamente o espectador para um túnel do tempo calcado em boas risadas.

O grupo funciona a 05 mãos, composto pelo produtor Flávio Nardeli e os atores Bernardo Felinto, Eduardo Moraes, Fabianna Kami e Márcio Minervino. Todos possuem sua função de contribuição dentro de um espetáculo, como poderá ser conferido na entrevista abaixo, dividida em 3 blocos, divertida, com muitas novidades, um pouco da história da Companhia e um convite especial para que você, além da peça em cartaz, também compareça ao especial de Carnaval nos dias 23 a 25/02, Teatro dos Bancários.

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Clique nas fotos para vê-las em seu tamanho original.

Crédito das fotos: Cristiano Porfírio

Entrevista

Primeiro bloco - Duração: 9:58

Segundo bloco - Duração: 9:05

Terceiro bloco - Duração: 2:33

Outras publicações sobre a Companhia de 4 Naipes no N.R.D.R. aqui e aqui.

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Outras Frequências - Entrevista

E aí? Beleza? Vamos no show sábado, conformo já escrevi aqui? Vamos? Ótimo, sabia que podia contar com você. Mas, você já comprou o ingresso, certo? Não? Então já era, porque eu comprei os úlitmos 4 ontem, diretamente da mã0 de Kleython Kell. Lotação esgotada para o show Outras Frequências - II Tributo EngHaw!

Ontem, por 2 horas, conversei com Kell (produção, guitarra, release, violão 12, violão 6, se despede dos palcos, apresenta, divulga, bate escanteio e corre pra cabecear, vende ingresso, patrocinador e, agora, estrela principal do DVD que vai ser gravado no show), Júnior Johns (voz), Thiago Lourenço (Violão) e Vanessa Soares (Violinos). Também participou do papo João, que é apoiador e fã dos músicos. Foram 2 horas de risadas e muitas histórias... por isso, segue alguns trechos.

Conversamos sobre vários assuntos. Kell demonstrou uma preocupação grande com a parte técnica do show: "Ensaiamos bastante para o show. São várias pessoas no palco e tem que sair tudo muito bem, até mesmo porque o show vai ser filmado e é a minha despedida." Perguntei como surgiu a idéia de gravar. Kell respondeu: "Foi a única coisa não programada. Pensei em fazer algo simples, com um amigo filmando, mas correria muitos riscos. O cara poderia não ir, chegar atrasado, essas coisas. A produtora é a mesma que fez o show do Júnior. Vão ter duas câmeras, vão gravar o áudio da mesa, editar. É uma decisão pessoal por ser o último show." Perguntado o que iria fazer com o DVD, se iria vender no Mercado Livre ou colocar na Discoteca 2001??, Kell respondeu: "Bem, as primeiras 15 cópias eu vou presentear os músicos que estão me acompanhando. E, depois, fazer uma prenssagem com um custo mais baixo, para tentar vender as pessoas que foram no show, para tentar cobrir um pouco dos gastos com a gravação, já que é um show totalmente sem patrocínio..."

Perguntei aos músicos sobre a questão cover x autoral, levantada aqui pelo Cristiano, e Júnior Jonhs foi enfático: "Tem que existir o cover. Não acho que atrapalhe a produção autoral, sou completamente a favor da bandas cover. E os caras que tocam cover são fera. E é natural o dono de uma casa noturna abrir espaço para banda cover que faz a casa encher. Creio que seja quase impossível uma banda estourar novamente como já aconteceu em Brasília. Mas existe muita coisa autoral em Brasília, quem quer escutar, vai atrás... O Porão do Rock tenta melhorar isso. Nas seletivas tem banda do Gama, da Samambaia, mas é tudo com cautela. Tem um limite. O cara pode ter a banda e a música, mas tem que ter o produtor". Kell opina: "É mais difícil explodir hoje em dia. Com a internet, o pessoal conhece seu trabalho mas não quer dizer que estore. Gravadora raramente contrata, mas só ajuda na divulgação. Teve uma banda aqui de Brasília, a Scraxo, que tinha dois álbums gravados, gravou o terceiro pela Sony, com divugalgação nacional, música na Transamérica e clipe na MTV. E não estouraram. É tudo uma união de banda boa, produtor bom e música que vai tocar na rádio e grudar no ouvido." Thiago, que até então ouvia o papo e apenas comentava, completou: "Não apóiam o autoral. Criticam muito mas olha o que acontece: uns colegas, agora em agosto ou setembro, participaram de uma seletiva que a preimiação era o cara ir tocar no Rio de Janeiro, bancando tudo do próprio bolso... não adianta. É melhor ficar aqui em Brasília e ter seu público..." Vanessa, que toca violino numa banda de hardcore, complementa: "A música comercial é temporal. É natural que a música venha de um contexto histórico e social. E acaba que bandas novas autorais que tendem para um lado de música de protesto, o que inclui o rock, não causam mais o frisson que causavam. Hoje a banda mais estourada do rock é NXZero porque canta o que o pessoal quer ouvir. Talvez se tivesse uma banda assim de Brasília, faria sucesso."

E, anunciando formalmente a ganhadora da super PROMOÇÃO ESPECIAL de 2 ingressos foi a nossa fiel leitora Hannah, que receberá os convites diretamente das mãos de Carlinhos Beuty.

Sábado, conforme palavras de Kell, o teatro abre pontualmente às 20h30. O show começa, no mais tardar, 21h. Pra quem comprou ingresso, nos vemos lá!


Júnior Jonhs, Kleython Kell, Vanessa "Deslumbrante" Soares e Thiago Lourenço. Tudo pronto para o II Tributo.

Não vou passar o serviço porque acabaram-se os ingressos. Semana que vem falo do show, da carreira solo de Júnior Jonhs e da procura por um vocalista da banda Stock 32, onde Vanessa toca hardcore. Satisfações e inté.

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SoSuechtig, Burajiru