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quarta-feira, 10 de março de 2010

Sarau do Grupo Poeme-se com 100+ delongas


Hoje acontece mais um sarau do grupo Poeme-se (perfil no Orkut), que promove saraus de poesia, música e expressões artísticas multimídia.

Além das poesias, poemas e apresentação de músicos tocando MPB, desta vez haverá participação do "qualquercoisacast" 100+ delongas como convidado, que surgiu em outubro do ano passado trazendo uma nova forma de se fazer entretenimento local.

A partir das 21h no Blues Pub em Taguatinga. Clique aqui para ver um mapa.
Couvert: R$3 (para o músico)

Infos atualizadas no @semmaisdelongas ou tag: #100MD

domingo, 31 de janeiro de 2010

Prêmio Sharp-NaRotaDoRock 2009 - Daniel Bastos

Olá, peraltas, como sempre estou BEM ausente, mas temos grandes planos para 2010 aqui no NRDR! Planos os quais estou ansioso para saber quais são... mas temos! E hoje estou aqui para afundar e enaltecer o mundo, acompanhe:


- Programa de TV:  
Melhor - Programa de Brasília, com Solon Beethoven, genial e atemporal, além do próprio ter me passado o trote mais engraçado que já ouvi na vida, com ameaça de processo e todo o mais.
Pior - Novelas da Globo, cada vez mais vergonha alheia

- Série de TV 

Melhor - Lie to Me
Pior - Smallville... a coisa tá feia pro azulão


- Atriz 
Melhor - Amy Adams, todo filme é um amor (Tenacious D, Encantada, Julie e Julia)
Pior - Megan Fox, indiscutivelmente gata, mas só vejo uma atriz pornô em todo papel dela

- Ator 

Melhor - Cristoph Waltz, em Bastardos Inglórios
Pior - Justin Chatwin, o Goku. Até gostei do filme (sério), mas esse cara...

- Rádio

Melhor - Microondas (mó ONDA, mano)
Pior - Jovem Pan, que toca a mesma música de 40 em 40 minutos


- Show 
Melhor - Radiohead em São Paulo, apesar da lama
Pior - Angra no Porão do Rock, vacilo TREMENDO da produção ter atrasado tanto

- Álbum: 

Melhor - Invaders Must Die (Prodigy)
Pior - Pendulum - Live in Brixton Academy (eu gosto, mas foi porcamente masterizado, que nem o Death Magnetic, do Metallica)

- Música 

Melhor - Billie Jean, do Michael Jackson, obra-prima redescoberta pelo fuzuê da morte dele
Pior - Poker Face da Lady Gaga, pois nenhuma música boa de verdade tem mais de 30 versões diferentes


- Filme 
Melhor - Bastardos Inglórios, o único defeito do filme é o erro de continuidade no bar em que todo mundo morre (presta atenção quando assistir de novo)
Pior - Street Fighter - A Lenda de Chun Li, que reforçou só a lenda de que um dia haverá um filme sério da franquia de luta que completou 15 anos em 2009

- Teatro 

Melhor - De volta aos anos 90, da Cia. de Comédia De 4 Naipes
Pior - "2012, só rir salva", que deu muita raiva na saída do Goldoni

- Esporte 

Melhor - Futebol, mengão hexa criando a discórdia no mundo
Pior - Vôlei... cadê os super-muito doidos do Brasil?


- Texto do NRDR
Melhor - Todas as coberturas de shows da cidade, que estão sendo maestradas pelo Cristiano
Pior - Arraiá do Servidô, apesar dos ótimos textos posteriores do Carlos Henrique

- Blog 

Melhor - Fubiz, com referências visuais e tecnológicas absurdamente fodas
Pior - Kibeloco, como sempre

- Categoria randômica (o votante escolhe) 

Melhor ideia de produção de filme de zumbis: "Orgulho e preconceito e... zumbis", Natalie Portman tá no projeto, aguardem


Maior candidato a filme nonsense que supere "Se beber, não case": Hot Tub Time Machine (ou "Hidromassagem do tempo")

domingo, 14 de junho de 2009

Brasília 50 anos: A enquete!

É no mínimo estranho o resultado parcial da enquete do site dos 50 anos de Brasília.


Motivos simples causam estranheza:

1- O site está sendo pouco divulgado e a votação única já aponta mais de 337.600 votos
2- As atrações que encabeçam a enquete sequer eram conhecidas. A fofoca que existia era sobre o U2.
3- O próprio U2 está em último lugar, com o menor número de votos.

Pois bem, não vou afirmar que há manipulação desta enquete, pra justificar a vinda dos artistas com melhor possibilidade de contratação (ou contratos já assinados, vai saber...), mas vamos brincar de testar?

Como postei no meu Twitter, agora há pouco, convoco todos a acessarem o site e votar em qualquer artista que não Paul McCartney e Beyoncé. Se quisermos cutucar mesmo, vamos votar só no U2. São necessários 190 mil votos únicos (não dá pra votar duas vezes do mesmo computador sem mudar de IP). Entendem a dificuldade de se chegar a número tão alto?

Espalhem a notícia, conversem, mande o link, convença todo mundo que vocês conhecem a votar. Isto não determina o show que será apresentado, mas vai mostrar o papelão a que estão se prestando os responsáveis pelo site.

terça-feira, 24 de março de 2009

Radiohead em São Paulo

Depois de tanto Iron Maiden, vamos falar do outro show internacional de peso que o Brasil teve neste último fim de semana. Apesar de não ter sido em Brasília, eu estava dando um rolé em São Paulo e acabei entrando no show com a ajuda de um corintiano com pinta de malandro que oferecia uma pulseira de imprensa por reles R$150, patrocinados pelas senhoritas Rita Kramer do Disk Rizza e Clarissa do Tsc, tsc, tsc, figuras adoráveis!

Pois bem, não sou fã histérico do Radiohead mas reconheço a importância da banda, além de realmente gostar de algumas músicas. Reconheço a importância do Kraftwerk também, mas nem por isso deixo de achar a banda chata, apesar de interessante visualmente. Não sou nenhum "fãscista" do Los Hermanos também, apesar de gostar MUITO de várias músicas. O fato é que o show só não foi um entretenimento de nível próximo ao supremo porque a organização do Just a Fest escolheu um lugar mais lamacento que a nossa velha Granja do Torto para comportar os 30 mil pagantes e o bar tinha três fichas: R$3, R$5 e R$8, respectivamente água, cerveja/refrigerante e "lanche aleatório não declarado" (e a gente reclamando da cerveja a R$4 daqui com amplas e variadas praças de alimentação).

Fora isto, Los Hermanos empolgou quem estava com saudade, Kraftwerk surpreendeu com os robôs que os substituem, não deixando o show parar, para uma rápida troca de roupa e a iluminação de palco do Radiohead era a decoração.

Eram como aquelas lâmpadas compridas, mas gigantescas, penduradas no palco. Funcionava como um plugin de espectro do Winamp, reagindo às músicas ou aos temas, com várias cores e movimentação constante. Este foi um show à parte, se querem saber. Como a maioria do setlist era baseado no último álbum, "In Rainbows", só fã que é fã mesmo conhecia tudo e cantava junto. É algo meio novo para fãs de "Ok, Computer", acostumados com outra sonoridade. Isto tornou o show morno, só aquecendo a multidão na hora dos hits. Abaixo você vê o setlist, com negrito nas que realmente causaram furor na platéia inteira:

15 Step
There There
The National Anthem
All I Need
Pyramid Song
Karma Police
Nude
Weird Fishes/Arpeggi
The Gloaming
Talk Show Host
Optimistic
Faust Arp
Jigsaw Falling Into Place
Idioteque
Climbing Up The Walls
Exit Music
Bodysnatchers

Bis 1
Videotape
Paranoid Android
Fake Plastic Trees
Lucky
Reckoner

Bis 2
House of Cards
You and Whose Army
Everything In Its Right Place

Bis 3
Creep


Esta última causando lágrimas até neste que vos escreve, fazendo valer cada dor muscular e cansaço acumulado. Um show absolutamente incrível mesmo para os semi-fãs.

domingo, 1 de março de 2009

Coraline e o Mundo Secreto

Sobre a questão dublado versus legendado:
Façamos justiça, reclamei da falta de cópias dubladas em Brasília, mas um único lugar se propôs a exibir versão legendada. Nem tanto pelas vozes de Dakota Fanning (a menina de Chamas da Vingança) e Teri Hatcher (Lois & Clark e Desperate Housewives), mas como as animações são feitas a partir da dublagem, a redublagem em português acaba causando o mesmo problema de filmes com atores reais, que é a perda da expressão correta. Não desmerecendo os tradutores e dubladores brasileiros, pois uma pessoa que prefere animações dubladas me expôs a vantagem da adaptação de piadas e figuras de linguagem: Lembram do frango de "Tá dando onda", dizendo que surfava no Pantanal mato-grossense? Pois é.

A partir de agora, é possível que role uns spoilers:

Mas sobre Coraline, dirigido por Henry Selick, diretor de "O Estranho Mundo de Jack" (1993) e erroneamente creditado a Tim Burton, há uma coisa a ser dita: não é para crianças. Das três que vi entrarem no cinema, duas foram embora no meio e uma dormiu. A sensação de conforto do início se transforma em tensão num momento específico que está em um dos trailers, o dos botões na caixa. Não li o livro, mas o filme reduz-se à situação clássica de pais que não dão atenção suficiente a uma filha, mas esta filha é espertinha o suficiente pra não posar de coitadinha. Percebe o desaparecimento dos pais e simplesmente age para resolver a situação, obviamente com medo, mas o encarando. Um bom exemplo pra molecada de hoje em dia.

A comparação com Alice no País das Maravilhas é inevitável, mas Neil Gaiman (autor de Sandman) não é conhecido pela "fofura" de suas obras. Inclusive darei uma opinião polêmica aqui: o gato de Coraline é BEM mais legal do que o Gato que Ri, da Alice. Apesar das semelhanças indiretas, a animação é mais soturna e confesso que até arrepiei em alguns momentos com a trilha sonora, outra característica incrível do filme. Escuto-a enquanto escrevo este post em plena luz do dia e prevejo a hora em que uma mão de agulhas vai sair da parede e me retalhar a cara. Ok, não é pra tanto, mas creio que o melhor do filme é a trilha sonora, que dá o tom certo entre a fábula e o terror.

Sobre a técnica da animação, é 3D mas suspeito de stop-motion na abertura, ou a simulação desse efeito ficou perfeita demais. Olhos mais atentos percebem as variações entre a animação suave e o efeito quebrado da animação clássica de bonecos, que não deixa o filme cair na mesmice da suavização de movimento.


No fim, Coraline é absolutamente obrigatório para quem curte animação e fábulas, além do trabalho do Neil Gaiman, claro. Xiitas que leram o livro podem chiar, mas o filme ficou impecável, senhores. Extremamente Na Rota, ou como eu digo, vale a inteira! Posso usar o selo de qualidade NRDR aqui?

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Dublado versus Legendado

Vamos colocar as coisas em pratos limpos, sobre este lance, nesta cidade?

Eu não vou muito ao cinema desde que assinei internet ADSL, em 2001, a não ser que seja um filme de terror bem legal, daqueles da mocinha grudar no braço. Mas aí eu comecei a admirar as animações. Ah! As animações!

Um trabalho tão sensacional que merece ser prestigiado no cinema, por mais porcaria que ele seja, principalmente aqui em Brasília. Como todos os frequentadores de cinema bem sabem, não há uma sala que preste nesta cidade e o Cristiano já relatou isso muito bem neste post. Mesmo assim, gosto de ir ao cinema quando aparece o que eu chamo de "filme que vale a inteira".

Coraline é uma animação que vale a inteira, mas vejam que sensacional! NÃO HÁ NENHUMA CÓPIA LEGENDADA POR AQUI.

Então fica a dica pro pessoal dos cinemas de Brasília: Eu vou baixar da internet e assistir aqui no conforto do lar. Me processem.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

41º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro

Hoje começa o 41º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro e vai até o dia 25 de novembro. Concorrem uma bagaceira de filmes e, dentre eles, está este:


"Marcelo Bousada, Quem?" é um mini-documentário sobre a história do mineiro de nascimento, músico e poeta brasiliense que dá nome ao título, vocalista da banda Feijão de Bandido, e seu encontro com Ney Matogrosso. Já assisti em primeira mão e posso dizer que é uma clara demonstração da riqueza cultural de Brasília.

+ Info: Feijão de Bandido é o nome pouco ortodoxo dado a uma banda nada ortodoxa. Suas apresentações são sempre espetáculos circo-músico-teatrais. Como declarado pelo próprio Marcelo: "Não somos uma banda, somos uma expressão artística".


"Marcelo Bousada, Quem?", de Denílson Félix - DF, 2008
23/11/08 - Teatro Nacional - 14:30
23/11/08 - Praça do Centro Cultural Itapuã (A.E 1, Setor Leste, Gama) - 20h

Mais informações sobre o festival no site da Secretaria de Cultura.

terça-feira, 19 de agosto de 2008

VGL 2008 - Release oficial

Turnê do VGL retorna ao Rio de Janeiro e Brasília e estréia em Curitiba!

Milhares de jovens de diversos países já lotaram casas de espetáculos para ouvir música clássica. No repertório, nada de Beethoven, Vivaldi, Bach ou Mozart. Apenas trilhas sonoras de videogames. Assim é o Video Games Live (VGL), maior evento de game music do mundo, que acontece em Brasília (28 de setembro), Curitiba (02 de outubro) e Rio de Janeiro (05 de outubro).

Esta edição do evento terá aproximadamente 50% de conteúdo inédito no Brasil, com a inclusão da música dos games Guitar Hero e Metroid no repertório, além de novidades cenográficas como uma máquina que produz neve. A banda de game metal MegaDriver fará o show de abertura no Rio de Janeiro.

O Video Games Live tem o impacto de um concerto, com direito a orquestra e coral, mas com a vibração de um show de rock, com laser e projeção sincronizada de cenas dos games mais famosos da história. Idealizado pelos compositores de videog ame music (VGmusic) norte-americanos Jack Wall e Tommy Tallarico, o evento tem o objetivo de aproximar a música eletro-sinfônica da nova geração. “A interatividade e animação do Video Games Live faz com que os jovens tenham uma percepção diferente do que é uma orquestra. E os não-jogadores ficam impressionados com a vibração e emoção das trilhas de games”, conta Tallarico.

Em cada país, o evento conta com a participação de uma orquestra local. Pela terceira vez, a Orquestra Petrobrás Sinfônica e o Coro Sinfônico do Rio de Janeiro interpretarão as mais famosas trilhas do universo do game music na apresentação carioca. Em Brasília e Curitiba, o evento conta com a participação da Symphonia Villa Lobos. O Video Game Pianist, Martin Leung, conhecido por tocar de olhos fechados o tema do clássico jogo Super Mario Bros, é uma das atrações do evento.

O Vídeo Games Live terá ainda torneio de Guitar Hero e concurso de cosplayers.

Em breve uma entrevista exclusiva com Tommy Tallarico, perguntando o que você REALMENTE quer saber sobre o VGL deste ano, além de informações sobre horário e ingressos.

Agradecendo à Andrea Pessôa, da assessoria de imprensa deles, que entrou em contato comigo. Espero que não me odeie por ter "corrigido" seu release, gata. Beijos! ;*
(Explico: no release que ela me enviou eles anunciam como novidade músicas do game Guitar Hero "que tem trilha criada pela banda Aerosmith" e respondi informando que há uma edição do jogo apenas com músicas do Aerosmith, mas os outros três contêm músicas variadas e sua "trilha" se resume a telas de menu.)


UPDATE (22/08/2008 - 16:42h): O site oficial brasileiro já voltou, e bem melhor do que antes. Tirando o "Excurção" no detalhamento do show de Brasília e o release ainda errado disponível para a imprensa, o site ficou sensacional. No link "Turnê 2008" há os links para os preços dos ingressos das apresentações!

terça-feira, 29 de julho de 2008

Muse no Porão - Prévia

Neste dia 2 de agosto, no Porão do Rock, se apresenta a banda Muse. Mesmo sendo uma atração internacional, seu "peso" é relativo, pois a fama não é tão abrangente aqui no Brasil, então podem ter certeza de uma coisa: só vai ter fã, por aquelas bandas, sejam os antigos ou os novos, que com certeza se tornarão.

Com uma sonoridade erroneamente comparada ao Radiohead, no início da carreira, Muse abusa de guitarras pesadas, tem vocal arrastado de tom inconstante, (o que caracteriza de forma muito positiva sua música, aliás) e tem tudo, menos um padrão de ritmo. Exemplos disto são a balada Unintended, o rock pauleira Stockolm Syndrome e uma mesclagem bizarra dos dois estilos no cover de I can't take my eyes off you, clássico de Frank Valli (não do Damien Rice, ok?). "Rock alternativo" no sentido amplo da palavra.

A discografia contém seis discos: Showbiz (1999), Origin of Symmetry (2001), Hullabaloo Soundtrack (2002), Absolution (2003), Black Holes And Revelations (2006), e H.A.A.R.P, de 2008, além de um com álbum da turnê de Absolution.

Por motivos nem-tão-óbvios-assim, não procurei links de sites de compartilhamento de arquivos pra disponibilizar, mas todo mundo sabe como achar, hoje em dia, né?

Programação do dia 2 (como todo Porão, adicionem de 15 a 45 minutos em cada horário):
17h – Canastra (RJ)
17h35 – Vai Thomaz no Acaju (DF)
18h10 – SickCity (Alemanha)
18h45 – Sapatos Bicolores (DF)
19h20 – The Tandooris (Argentina)
19h55 – Lucy and the Popsonics (DF)
20h30 – Papier Tigre (França)
21h05 – Autoramas (RJ)
21h50 – Mundo Livre S/A (PE)
22h35 – Supergalo (DF)
23h20 – Pitty (BA)
0h25 – Muse (UK)

Infos do site oficial sobre ingressos

E aguardem o review pós-show, que a alta cúpula do Na Rota me encarregou de fazer!

Update: Fã-clube Do Muse em Brasília, no Orkut. Dica da Hannah, nos comentários. ;)

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Muse no Porão do Rock 2008

Para os alternativos (ou metal-indies, como eu) de plantão, a notícia é OFICIAL, dia 2 de agosto!

Banda britânica de "rock alternativo", que gosto de chamar de "rock 8 ou 80" (devido aos extremos dos acordes, da balada ao punk e/ou metal) eles tocam pela primeira vez no Brasil, em São Paulo, Rio (novidade, hein?) e aqui em Brasília.

Agora as notícias ruins: Quem conhece sabe que a produção do Porão do Rock andou pisando na bola de forma homérica, nos últimos anos, transformando o festival de fundo-de-quintal num megashow superfodástico, panelístico e caro. Considerando que os ingressos nas outras cidades, segundo o portal G1, custarão no mínimo 120 reais, imagino que agora eles conseguiram uma boa desculpa pra superfaturar ainda mais os preços, trazendo uma banda internacional que não esteja em algum estágio de declínio.

Agora que eu tenho motivo pra ir, veremos se valerá a pena.

UPDATE: Já rola pelo boca-a-boca que os ingressos antecipados para os dois dias são 30 pista e 50 camarote, começarão a ser vendidos no dia 01/07, então imagino que deve bater uns R$25 na pista e R$35/40 no camarote, cada dia separadamente. Acompanhem no site oficial.

segunda-feira, 28 de abril de 2008

System of a Down Cover

Indo na contramão das idéias dos músicos da cidade, eu creio que Brasília é carente de bandas cover, ou de melhor publicidade delas. Afinal, não tem show internacional que preste nessa cidade, exceto de algumas bandas "remendadas", decadentes ou que estão ressurgindo, sempre por preços absurdos.

Pois bem, nesta terça-feira, dia 29 de abril, no UK Brasil Pub, ocorrerá show com a banda Bruxa de Blair, cover de System of a Down.

Quer mamata? Clique nesta comunidade do Orkut e adicione seu nome completo para a lista de cortesias, corra pois são "apenas" SETENTA vagas e neste momento, 27 já preencheram a lista! Sol Shot a R$1 até um horário que, me perdoem, eu não sei exatamente, mas é algo em torno de 22:30h, entrada a partir das 20h e início dos dois shows da noite a partir das 22:00h.

E lá tem chope Heineken, pelamordedeus!

Simbora pro róque!

[UPDATE - 13:54] 41 pessoas já deixaram o nome, se liga na fita, malandragem.

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Video Game Music

Olá, pessoal.

Tem post novo no Saiba Tudo sobre VGM, se alguém se interessar, clique aqui. Desculpem a ausência!

Hadoukens a todos.

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

System of a Down refinado



O vocalista da banda System of a Down, Serj Tankian recentemente "de férias", lançou no último dia 23 de outubro seu álbum solo "Elect the Dead". Com doze faixas multimídia no CD, quatro no CD-bônus e mais quatro em edição especial do iTunes, dentre vídeos e versões acústicas, todas com a sonoridade conhecida dos fãs do S.O.A.D. Inclusive, fica mais fácil caracterizar as músicas nas quais Serj teve mais influência na banda, depois de ouvir o álbum em sua totalidade.
Enfeitando de forma épica e por vezes perturbadora o grito humanitário já conhecido dos fãs, muitos pianos, violinos e uma atmosfera circense vintage sem deixar os riffs metal de lado, claro. Destaque para o videoclipe sensacional da faixa "Empty walls", disponível na área "Media" do site oficial.

Recomendo com força e violência.

Adendo pertinente: Este álbum, ainda não lançado no Brasil, foi conhecido por mim através do site oficial de Serj Tankian, mas encontra-se disponível na Amazon.com e pelos meios internéticos mais conhecidos de download. Pois sim, a indústria da música ainda não aprendeu a lição, então façam o download de sua fonte preferida e sejam felizes.

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Segredismo*

Bob Proctor esteve em Brasília, o autor do livro "O Segredo". Já me pronunciei sobre este livro no Crediário, mas fui curto e grosso, agora vou falar mais detalhadamente sobre a situação.

Segundo o senhor Proctor, o preconceito contra o livro é sinal de ignorância, mas quando se defende o ganha-pão, todo argumento é final. O fato é que ele conseguiu escrever a maior obviedade do mundo embrulhada num marketing de expectativa e curiosidade muito bom. O vermelho do selo, na capa do livro, tem o mesmo embasamento que o vermelho das lanchonetes.

Pois bem, o Proctor enfeitou regras bioquímicas e transformou isso em algo etéreo, como uma "aura" de energia que atrai as coisas. Penso como pode existir essa "lei da atração", se átomos são conglomerados de elétrons agitados que piscam e se repelem uns aos outros. Por uma regra básica da física, nada nunca se toca. Neste caso específico, a tal força atrai coisas que a pessoa quer, como se fossem corpos flutuando no ar. É subjetivo demais, e isso sim é etéreo.

Depois de assistirem "Quem somos nós", este sim com fatos que comprovam como o pensamento pode levar ao que se quer, dá pra se ter uma idéia do vazio que é este "O Segredo". O cara maquiou a fé nas coisas, parte válida da igreja que é pregada há séculos, e espiritualizou a bioquímica cerebral responsável pelas nossas capacidades, em atual estudo pela física quântica.

Se tiver pensamento negativo você perde, se pensar positivo você ganha. É realmente necessário gastar dinheiro pra se aprender isto? Aí um monte de desorientados compra e se acha o máximo, e consegue se auto-ajudar, apesar da ajuda vir de onde vem.

E a seleção natural, como é que fica?

*Postado anteriormente no Crediário

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