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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

T-Bone Discute Arte no DF Hoje

Oportunidade hoje única de discutirmos a arte e a cultura como um todo no Distrito Federal. O açougue cultural T-Bone, promove hoje (segunda dia 22/02/2009) às 19:30 um debate com o Movimento Cultural Viva Arte. São convidados especais o cineasta Vladimir Carvalho, o maestro Jorge Antunes e o jornalista e escritor Paulo José Cunha.


Tenho ouvido diversas reclamações tanto do público em geral como de artistas da cidade quanto à falta de apoio à cultura em nossa cidade. Diversos espaços estão abandonados e segundo muitos o que ocorre é a falta de uma política voltada para a área cultural.


Se houvesse um maior apoio, vários shows internacionais, poderiam "aterrissar" em Brasília. Muito mais do que tem acontecido. Isso só para citar um exemplo.


O açougue cultural T-Bone, fica na 312 norte, bloco B. Entrada franca.




Serviço:




Debate: A cultura no DF e suas principais dificuldades


Data: 22/02/2009


Horário: 12:30 horas


Local: T-Bone - 312 norte, bloco "B"


Classificação: Livre


Ingressos: Entrada Franca


terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

The Encyclopedia of Punk [Dica de LIVRO]

 EP1Se você curte o Punk rock, ou simplesmente gosta de aprender mais sobre ‘roquenrol’, independente da vertente, indico o livro The Encyclopedia of Punk, escrito por Brian Cogan, um estudioso do movimento musical e cultural que surgiu em meados da década de 70.

O Punk rock de bandas como Ramones, Stooges, Sex Pistols e The Clash, só para citar as mais conhecidas, em um vasto universo de outros milhares, está bem representado na publicação. A enciclopédia descreve os grupos com propriedade, apoiado por um ótimo material fotográfico, disposto em 400 páginas.

Conhecido pela simplicidade genial de seus três acordes, a fúria e o descontentamento pelos movimentos políticos e/ou sociais, apoiados no lema do ‘faça você mesmo’, o Punk como música de protesto, merece ser (re)descoberto através de seus artistas. Recomendo a leitura!

EP4 EP3

Ótimas fotos!

FICHA:
* Brochura: 400 páginas
* Editora: Sterling; illustrated edition (November 9, 2008)
* Linguagem: Inglês
* Dimensões do produto: 28 centímetros
* Peso: 2.7 kg
* ISBN-10: 1402759606
* ISBN-13: 978-1402759604
* Preço médio: R$ 50,00

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Literatura Futebolística: Lançamento do Livro Grandes Jogos do Flamengo: Da Fundação ao Hexa


Está sendo lançado hoje no Rio de Janeiro, às 19 horas na livraria Travessa, no shopping Leblon o livro, "Grandes Jogos do Flamengo - Da Fundação ao Hexa". A obra tem capa dura e papel especial e vai custar apenas R$ 39,90. O livro e de autoria dos jornalistas Roberto Assaf e Roger Garcia.
São os 50 principais jogos da história do clube e um bônus: o jogo do hexa contra o Grêmio. Cada partida tem duas páginas, que vão trazer a história e os bastidores do jogo, uma foto, a ficha técnica e um depoimento.
Segundo os jornalistas autores, o mais difícil do livro foi escolher quais jogos iriam ser selecionados. As partidas mais históricas e badaladas estão lá como algumas do Campeonato Carioca e do brasileiro. Cito como exemplo o carioca de 2001 onde na final contra o Vasco Petkovic decidiu a parada com aquele gol de falta. O gol de Rondinelli também na final contra o time de Roberto Dinamite e a partida final contra o Grêmio que deu o título brasileiro ao Mengão.

A restrospectiva tem também o 16 a 2 do Flamengo na Mangueira, em 1912. Tem também o jogo contra o Benfica (1 a 0) em que o Fio virou música do Jorge Ben Jor, válido por um torneio internacional de verão em 1971. Ele entrou no segundo tempo e fez um golaço. Aliás sobre essa passagem do livro, cabe um comentário. Fio (ou Fio Maravilha como diz a música) era segundo Renato Prado Júnior (isto porque não tenho idade para me lembrar de Fio) um Obina melhorado e que tinha atitudes inesperadas tanto dentro como fora de campo. E em uma dessas atitudes inesperadas, sabe se lá porque, Fio, devido a música, entrou na justiça contra Jorge Ben Jor e o referido artista foi obrigado a retirar seu nome da letra, substituindo por Filho Maravilha. Vai entender... .

O Urubu é o símbolo do Flamengo. Tal animal se tornou o preferido do time da gávea em um jogo em 1968 em que o Flamengo venceu a seleção brasileira por 2 a 0, em 1976. No primeiro tempo a seleção jogou com o mesmo time que conquistou a Copa de 70. Uma outra partida muito legal foi um 3 a 0 sobre o Vasco, em 1927, em que o Moderato saiu como herói. Ele foi o primeiro jogador do Flamengo a defender o Brasil em uma Copa do Mundo. Nessa partida contra o Vasco, ele jogou contundido e deu os passes para os três gols. Do campo ele foi direto para o hospital operar de apendicite.

Enfim, são muitas a histórias e glórias também. Mais uma vez o futebol e os jornalistas dão uma grande contribuição para a literatura brasileira. Essa não é primeira e se Deus quiser nem será a última em que histórias do futebol viram livro. Vários outros times também já viraram livro e para o bem da literatura, espero que continue assim.

E se você não mora no Rio e portanto não poderá ir hoje ao lançamento do mesmo, não se apoquente. Logo logo ele estará sendo vendido em todas as livrarias do país.

Esse também não é uma obra apenas para flamenguistas. Mas sim para todos e todas aqueles e aquelas que são admiradores desse esporte que tanto nos apaixona.


Serviço:


Livro: Grandes Jogos do Flamengo - Da Fundação ao Hexa

Autores:Roberto Assaf e Jorge Garcia (jornalistas)

Assunto: Futebol

Preço Estimado: R$ 39,90

Editora: Panini Books

terça-feira, 1 de setembro de 2009

80 Maníaca, o livro!

lais Laís Eiras, uma líndissima (como você pode constatar na foto) amiga de Belo Horizonte, está lançando no dia 03 de setembro às 20h46, o livro "80 Maníaca". A publicação interliga vários personagens, girando em torno de uma menina que ama os anos 80. O mote é um acontecimento furtuito, que não a deixa perder um evento valioso graças ao dreamsrealizator, voltando no tempo. Leia no site esse capitulo e abaixo a apresentação da autora:

Olá pessoal!
No dia 3 de setembro, exatamente às 20:46, vou lançar meu livro "80 Maníaca", a aventura de uma personagem muito estabanada e saudosista pelos anos 80. Luísa tinha três grandes desejos e um deles era encontrar Rick Mauro, o grande astro pop dos anos 80. Não lembra dele? Como assim?! :-)
capa_prova Na vida real, era uma vez eu, apaixonada pelo rock nacional dos anos 1980, fiquei sabendo que teria um show em São Paulo com Leo Jaime, Ritchie, George Israel, Leoni, Roger, etc... Combinei tudo para estar em São Paulo no dia do show (sou de BH), inclusive o ingresso. Bem, como a Lei de Murphy tem seus dias de maior atividade, fui assaltada e perdi várias coisas que pouco importavam, mas o ingresso do show importava e muito!!! E era muito caro para eu simplesmente ir lá e comprar outro. O show seria no dia 4 de setembro do ano passado e o assalto rolou na manhã do dia 3. Resultado: transbordei o Tietê com minhas lágrimas e o descontrole mental me impediu completamente de pensar em alguma solução.
Só sei que a noite, desidratada de tanto chorar, recebi um telefonema. Era de um amigo e a ligação falhava muito. "Laís, checa seu email, mas chega agora! AGORA! Se vira aí, beijo!".
Liguei o note e lá estava um email desse meu amigo. Ele havia encaminhado (exatamente as 20:46!) o email de um conhecido dele, um dos músicos da banda de apoio do show que aconteceria no dia seguinte, dizendo "Olá! Tenho um vip sobrando para o show, conhece alguém que queira ir?".  Resumindo; entrei em contato com o cara e no dia seguinte eu estava lá, no show que eu tanto queria, vivendo os fatos reais que inspiraram o "80 Maníaca".
Vários amigos já deram suas explicações para esse fato, a sintonia com o que desejamos, a conspiração do universo... Um dia ainda quero conversar com Paulo Coelho sobre esse acontecido. Mas eu atribuo esse fato tão inusitado à magia da internet, tanto é que no livro faço uma alusão a isso com o http://dreamsrealizator.ash.com, o site mágico que realiza todos os desejos. Alguns internautas têm me reportado falhas do meu querido Dreams... Bem, mas isso é um assunto para a surpresinha que os leitores do meu livro terão na última página ;-)
Foi um prazer "falar" com vocês! Aguardo a visitinha de todos no www.clubedosautores.com.br dia 3 de setembro às... 20:46! Beijos!

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

PR5, Revelações por minuto, Revolução!, Junior Jhons, Tom Bloch, ChicoTuíta, Carlos Marcelo, Blog, etc…

Rá… quanto tempo, hein??? Ainda não desisti. Pura falta de tempo por correria devido à mudanças. Várias mudanças… mas creio que não fiz falta. Então, para o retorno, um mega-post (é muito longo o post, muito longo… mais longo que o meu… é… é… nariz… mais longo que meu nariz) sobre vários assuntos que deveras acometem-me (ui!)…

1) PR5

Você sabe o que é PR5?? Então… creio que não. Não o culpo. Agora você vai saber e sua vida mudará. PR5 é a banda atual de Paulo Ricardo. Sim, queridos… Paulo “Lindo de morrer” Ricardo, o do RPM. Pois então, o PR5 estará em Brasília na próxima sexta-feira, dia 14, no Luau do Iate. Lógico que eu já fiquei todo excitadinho e já garanti meu ingresso.

PR5 - Só Paulo Ricardo Lindo, tesão, bonito e gostosão… (significa…)

Então… mas só vá se você gostar muito de RPM. Mas é muito MESMO!!!! Em 2005 fui num evento na AABB que era show da PR5 e do Lenine Leoni. Daí, caso ele siga a linha do show de 2005, será somente RPM (o que é bom) + Fase romântica de Paulo Ricardo pós-RPM (há controvérsias sobre a qualidade). Agora, tenho que ressaltar uma coisa: o Paulo Ricardo no palco é algo impagável. Ele veste o personagem de garanhão do rock, fazendo caras e bocas. Tipo o Chris Cornell, do Audioslave, nesse clipe. Miacabo de rir.

Serviço:

Luau do Iate com PR5 (banda de Paulo Ricardo, sr. RPM)

Dia 14/08, sexta-feita, a partir 22h, na orla do clube

Informações em www.iatebsb.com.br ou 3329-8700. Apoio: Interline Turismo e Cotton Up.

A conferir como vai ser. E daí esse assunto me lembrou…

2) Revelações por minuto

Revelações por minuto

Um produto para quem é fã de RPM ou para quem se interessa pela história do Rock Nacional dos anos 80. Revelações por minuto, de Marcelo Leite de Moraes, é um excelente livro sobre a história do maior clímax e anti-clímax do Rock Nacional do período. O autor consegue ser detalhista explorando bem o fenômeno que foi o álbum Rádio Pirata e a declínio que a própria banda se meteu.

Comprem e leiam para conhecer mais. Além de excelente design, o livro também consegue equilibrar a história entre os 4 integrantes (Schiavon, PA, Paulo Ricardo e Deluqui), algo que nem sempre é possível, dado o enfoque que normalmente se dá ao vocalista de qualquer banda. Destaco o fato de que Ney Matogrosso era o diretor do show que gerou o disco Rádio Pirata Ao Vivo. Isso eu não sabia, mesmo já tendo assistido…

 

3) Revolução! RPM 25

Um set/caixa/box com 3 CD’s lançados há mais de 20 anos, um CD com raridades em um DVD com a gravação feita em VHS pode valer mais de 50 reais?? Não só pode, como deve! Se o set/caixa/box tiver um excelente livreto com textos do maior pesquisador da banda, além de, mais um vez, design divino (feito por Luiz Stein Desing), se um desses CD’s for Rádio Pirata Ao Vivo (1986) e se o DVD ter, não só, o registro do maior show de Rock Nacional dos anos 80, bem como a íntegra do Globo Repórter sobre o RPM.

Esta é o set/caixa/box (que frescura) Revolução! RPM 25 anos. Lançada no ano passado, é um altar de adoração ao mais intenso momento do Rock Nacional. Hoje, gostar de RPM é meio vergonha para a maioria. Para mim, é a mais pura dRevoluçãoevoção à época que “Louras Geladas” era a música que fazia todos os adolescentes gritarem. Agora eles gritam quando toca qualquer coisa que seja “universitário” (forró, sertanejo, pagode, etc… o que, na verdade, é um desrepeito ao conceito de unversitário).

Mais um produto para quem é fã de RPM! Esse é indispensável. As imagens do show Rádio Pirata Ao Vivo são de deixar qualquer saudosista (como eu) com lágrimas nos olhos. Bem… eu não sou muita referência porque chora até em enterro de senador… mas, mesmo assim… ver as imagens do primeiro disco de rock que eu vi, é sensacional. É um clássico… e, falando em clássico…

 

4) Junior Jonhs

Camarada Kell solicitou-me e, portanto, é ordem.

Junior Johns

Tá procurando programa para sábado?? Não quer ficar em casa assistindo Zorra Total?? Júnior Johns com o show Rock Clássico no SESC 504 sul. O artista gamense faz um show no estilo indie-Los Hermanos-introspectivo. Seja lá o que isso quer dizer. Mais de Júnior Jonhs no myspace do camarada. Myspace que fez aprofundar-me em…

5) Tom Bloch

No distante 2004, a um show da banda Edur Ebelp, no Gates, eu fui. O baterista da banda chamava-se Iuri Freiberger e falou que só estava tocando pra ajudar os amigos Philippe e André, porque tinha uma banda no Rio Grande do Sul chamada Tom Bloch. Lembrei disso no sábado, sabe-se lá porque por que a razão, e resolvi procurar no myspace (local que não é de meu hábito frequentar). Procurei, achei e, finalmente, tem uma banda “nova” que eu gosto. Do myspace fui para o youtube e o SENSACIONAL clipe da música A Dúvida é agora o toque do meu celular. Confiram…

 

Entrem no myspace, baixem as músicas, votem neles no VMB e no prêmio NaRotaDoRock Sharp-Twitter. Procurei, inclusive, o twitter da banda, mas não achei. E, falando em twitter…

 

6) Chico Tuíta = @farinhafina

Este é o meu twitter: @farinhafina. Mal tenho o que escrever, nem tempo. Nem precisa me seguir. Leio alguns outros. Gosto muito do ricaperrone e de Deus (PS: Sigam Deus…). E, como ando sem tempo…

 

7) Carlos Marcelo

Vocês já sabem que o Carlos Marcelo é o autor do sensacional Renato Russo – O filho da revolução, certo? Fiz uma entrevista com ele, em meados de julho… mais de uma hora de conversa. Estou sem tempo de degravar a entrevista, que, já adiantando, foi sensacional. Se tiver algum voluntário para degravar, manda um e-mail para desocupado@gmail.com ou farinha80@gmail.com. Informo também que pode ser que a entrevista seja publicada em outro veículo de comunicação. Estou negociando a publicação da entrevista na revista Playboy…

 

 

Rá… pegadinha do Mallandro… brincadeira… é só falta tempo mesmo. Carlos contou histórias interessantes sobre a criação livro e mais uma porção de história dos anos 80. E, falando, de novo, em anos 80…

 

8) Blog Pós-New Fotografia

Acessem: http://posnewfotografia.blogspot.com/. Depois sigam-o!

Esse é o blog de fotografia de quem acompanhou de muito perto os anos 80 em Brasília.

Finis Africae

Finis Africae, nos anos 80, por Nicolau El-moor.

Eu, que não sou lá super-fã de fotografia, achei sensacional… O Blog é um baú que está se abrindo, com imagens feitas por Nicolau El-moor (famoso por ser o fotógrafo oficial dos Melhores do Mundo) e de Ricardo Junqueira. Vale muito a pena conferir!!

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Se você chegou até aqui, és um/uma perseverante.

Satisfações a todos…

quarta-feira, 8 de julho de 2009

O Filho da revolução – Carlos Marcelo

Por Daniel Farinha

Lembram-se disso?? Então… há umas duas semanas eu terminei de ler o livro. Demorei para escrever porque estava negociando aí uma entrevista com o Carlos Marcelo, mas isso vai ficar para depois.Carlos Marcelo

Bem… sobre o livro Renato Russo: O Filho da revolução, é o seguinte: COMPRE URGENTEMENTE e LEIA.

Eu não sou muito de falar o que eu acho de um livro porque se a pessoa não leu ainda, pois creio que eu corro o risco de direcionar a leitura…

- Como assim, Farinha?

Tipo… se eu falar que o livro é triste, a pessoa fica procurando tristeza no livro. Se eu falar que o livro é incoerente, a pessoa vai ficar procurando incoerência no livro. Entendeu? Não?? Então lasque-se… Bem, eu acho isso porque comigo é assim…

Mas sinto-me obrigado a falar do livro do paraibano radicado em Brasília, Carlos Marcelo. O livro é sensacional. Muito bem escrito, com detalhes históricos que alcançam o objetivo do autor: mostrar os fatos que formaram o artista Renato Russo.

As 416 páginas contém imagens sensacionais de Renato e de toda a turma que, conforme as palavras do próprio autor, desceu do bloco para fazer barulho e agitar a cidade. É muito importante saber, e eu acredito que o Carlos Marcelo conseguiu demonstrar, que Brasília era, nas décadas de 60 e 70, uma cidade que formava uma identidade ainda, não tinha muitas opções de diversão e distanciada de acontecimentos. O que era criado em Brasília ficava limitado às asas do avião.  Essa situação é importantíssima pra entender a intenção do livro.

Sei que não sou muito referência para me emocionar e chorar, até mesmo porque eu choro até em inauguração de supermercado, mas admito que o choro veio na garganta por 4 passagens do livro e no final. Talvez o livro tenha um impacto diferente em quem realmente sabe o que é CONIC, Colina, Superquadra, Lago Sul, Lago Norte,  Escola Americana, Cultura Inglesa, CEUB, Radikaos, UnB, Teatro Galpão, 103, 202, 303 sul, 105 norte, 315 sul, SDS, SQS, Unidade Vizinhança, Gilberto Salomão, W3, Asa Sul, Asa Norte, Plano Piloto, Cine Karim, Brasília Rádio Center, etc… Talvez o pessoal do Rio de Janeiro achei mais emocionantes os momentos em que Renato está na Ilha do Governador. O livro, além de retratar a vida de Renato, relata com muitos detalhes o desenvolvimento de Brasília nos primeiros 25 anos. Para mim, que peguei os últimos 6 anos desse 25, isso faz com que o livro tenha mais identidade com quem é de Brasília.

Bem… não marque toca, compre o livro,  leiam, confira o perfil twitter do Carlos Marcelo aí em cima (só desconsiderem a bossa nova, por favor… hehehehehe). Se realizar-se, a entrevista com o autor estará aqui.

Satisfações…

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Gibertos lendo o livro Renato Russo - O Filho da Revolução, come Bacon!

Duas ótimas opções para esta terça-feira (02/06), sacrificar algum evento é preciso, ou de repente, se você for voluntarioso, pode se desdobrar e conseguir ver um pouco dos dois.

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Opção nº 01: Lançamento do livro Renato Russo - O Filho da Revolução.

Lançamento do livro Renato Russo - O Filho da Revolução escrito pelo jornalista Carlos Marcelo, editor-executivo e de cultura do Correio Braziliense. Resultado de uma pesquisa de quase nove anos, entrevistando familiares, amigos, colegas, músicos e produtores, o escritor busca traçar o perfil de um dos maiores ídolos do Brasil. É a vida do messiânico e polêmico Renato Russo, incluindo a conturbada e derradeira apresentação da Legião Urbana na cidade, em 18 de junho de 1988, no estádio Mané Garrincha que terminou em confusão e pancadaria. Leitura imperdível para os fãs da Legião e de Rock Nacional.

SERVIÇO:

Livro: Renato Russo - O Filho da Revolução, Editora Agir, 416 páginas.
Autor: Carlos Marcelo.
Preço sugerido: R$ 59,90.
Lançamento: 02 de junho às 19h.
Local: Livraria Dom Quixote, no CCBB (Setor de Clubes Sul).

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Opção nº 02: Lançamento do cd Gilbertos Come Bacon.

A melhor definição para o Gilbertos Come Bacon seria: Chico Science encontra o Hardcore! Mesmo assim, soaria minimalista rotulá-los dessa maneira, no liquidificador musical do grupo tem samba, hardcore, baião, ska, frevo, rap, marchinhas de carnaval, musicas de baile e sabe-se lá mais o quê, trocando em miúdos: "rabicóre", como a própria banda define. Diferente e ótimo, o primeiro e homônimo cd Gilbertos Come Bacon saiu do forno, amanhã (02/06) você poderá conferi-lo ao vivo e adquirir o álbum. Simples, pague a entrada e ganhe o disco. Moleza!

O Gilbertos Come Bacon é de Planaltina e formado por Eduardo Alves (vocal e violão), João Angelini(vocal e pandeiro), Luamar (percussão), Camila Soato (baixo e percussão), Márcio Hofmann (bateria), Moisés Crivelaro (guitarra), Fábio Baroli (percussão) e André Valente (baixo, trompete e acordeão). Compareça, vá se divertir!

SERVIÇO:

Evento: Curto Circuito Independente ao vivo com Gilbertos Come Bacon, Ilustra e Velhos e Usados.
Dia e horário: 02 de junho às 20h.
Local: UK Brasil Pub (411 Sul).
Ingresso: R$ 15,00 (entrada + cd).

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Hoje é Dia de T-Bone: Rock e Literatura




O escritor paulista Roberto Tolero lança hoje no Açougue Cultural T-Bone o seu mais novo livro. Por enquanto, o nome da obra é O evangelho de Barrabás. É possível que quando volte da editora, o nome seja modificado. Essa é a 17ª obra de Tolero (sendo o 5ª romance) e sairá em outubro pela editora Objetiva.
Antes, porém, ele conversa com a plateia do bate-papo literário promovido pelo estabelecimento. O evento terá início as 19h30 desta quinta, na comercial da 312 norte. O assunto principal é a literatura, mas poderão fazer parte do bate-papo também a televisão e o cinema. Questionado sobre o novo livro, Roberto explica: “Contar a história é sempre muito pobre, não vale a pena. Sinopse dá azar”. Mesmo com o pé atrás em falar do novo livro, o escritor se mostra bastante empolgado com o encontro desta noite. “É bem divertido falar com o público, o escritor nunca tem esse tipo de contato. É interessante porque o autor fica sabendo o que pensa o leitor”, revela.
Apresentada pelo mímico Miquéias Paz, a Noite Cultural T-Bone temo como atração musical a banda local Mata Hari. Formado no final dos anos 1980 por Jimi Figueiredo (guitarra e letras), Nelson Guimarães (bateria), Nelson Souza (baixo), Sylvio J. (guitarra) e Verônica Carriço (voz), o grupo tocou em vários festivais pelo país. Em 2000, eles deram um tempo dos palcos. O retorno aconteceu em 2007, com a mesma formação inicial. Nesta noite, o formato adotado para a apresentação será acústico. Além de composições autorais – como Febre e Medusa, a banda inclui no repertório canções de Portishead (Glory box) e Velvet Underground (Sunday morning).

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Museu da NOSSA Língua Portuguesa!

Olá pessoas, salve todos!


Bem, como estou escrevendo muito pouco aqui venho falar então de coisas um pouco mais longe (geograficamente) de nós.

Fui a São Paulo recentemente, cidade amada por uns, odiada por outros, mas que nunca indiferente para ninguém, eu particularmente, sou Paulistado da casca do ovo, nasci e morei em Sampa até os meus 17 anos.

Gosto da cidade, com todos os problemas, alguns ficam piores com o passar do tempo, outro melhores, é que Sampa não gosta de ser mais ou menos, ela sempre tem que ser exagerada no que faz, se é para o bem é muito BEM, se é para o mau também é muito MAU, não consegue ser meio termo.

Mas com certeza é uma cidade com atrativos culturais, quem gosta de eventos culturais está no parque de diversões em Sampa, pois é a cidade do Brasil com mais salas de cinema, teatros, museus, sarais, exposições e afins.

Neste passeio pude conferir duas coisas que não conhecia a primeira foi o Museu da Língua Portuguesa, o segundo falo em outro post.

Minha esposa é professora de Português e queria ir lá de qualquer jeito, como passamos 4 dias demos um jeito e fomos lá.

Confira aqui o site do museu, e um conselho, VÁ! Mesmo que você não seja o maior amante de gramática, pois os idealizadores fizeram um trabalho estupendo.

Um museu interativo, vivo, não só um monte de coisa para se ver, mas para se tocar, ouvir, emocionar, confere.

No primeiro andar é sempre uma exposição itinerante, e estava sendo a do Machado de Assis eles tentam colocar o visitante como se estivesse dentro de um pequeno universo do autor.

Segundo andar, a amostra perlmanente, que tem de tudo, usam a parede como tela, que vai passando vídeos sobre a nossa pátria falada, contribuições, transformações e o que mais fizemos para chegar no que é hoje.


Terminais de computador, estilizados contando as contribuições indígenas, africanas, européias, asiáticas e tudo mais que forma a NOSSA LÍNGUA PORTUGUESA.


Um lugar que não pode deixar de ser visitado é o BECO DAS LETRAS, faz qualquer um voltar a ser criança, um jogo educativo de formar palavras muito divertido. Na saída quem escolher voltar pelo corredor central ainda vê a história da Estação da Luz que durante muito tempo foi a porta de entrada para a capital Paulista, reduto dos paulistanos, italianos, judeus, japoneses, alemães, turcos, árabes, coreanos, baianos, cearences, mineiros, fluminenses, potiguares, acreanos, ou seja, lugar de todos que ali chegam.


Para terminar no terceiro andar tem um auditório que passa um filme de 10 minutos sobre a nossa língua e depois tem uma surpresa memorável após este primeiro filme, que não vou contar, quem quiser vá lá ver.

Lembrem-se em Sampa Museu da Língua Portuguesa de frente para a Pinacoteca, já tem outro programa, a Pinacoteca vale a pena ir também, assunto para outro post.

Salve todos!

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Livro: O máximo e as máximas de Machado de Assis

CAPA2 Ciência moderna Neste ano em que se lembra o centenário de morte de machado de Assis, o escritor Andrey do Amaral lança mais um trabalho. Reunindo o melhor da genialidade do Bruxo do Cosme Velho, este livro é uma excelente oportunidade para conhecer mais de sua obra. O máximo e as máximas de Machado de Assis é uma celebração, não apenas por causa do centenário mas também pela importância dele em nossas letras.

De maneira bem didática, o leitor encontra neste O máximo e as máximas de Machado de Assis as várias vertentes de sua obra. Há alguns poemas conhecidos e outros bem diferentes do traço de sua pena. Inédito em qualquer outro livro, indicamos precisamente onde foi publicado seu primeiro poema: no Periódico dos pobres. A cronologia histórico-literária está bem atualizada e extensa. Reproduzimos trechos de contratos entre Machado de Assis e seus editores, como o francês H. Garnier. Em um dos contratos, por exemplo, encontra-se o registro da mudança do título de um de seus romances para Esaú e Jacó. Há ainda comentários e curiosidades sobre todos os romances e os trechos mais significativos de cada um deles, além de contos, crônicas e filmografia completa.

AndreyEste trabalho possibilita que o leitor perceba a extensão da obra de Machado de Assis e como ele é inesgotável. Pode ser utilizado por professores, alunos e leitores, especialistas ou leigos, em sala de aula, no metrô, no ônibus, em casa ou na praia. Para quem nunca leu, ou pouco leu Machado de Assis, aqui está a oportunidade para se compreender a importância de Machado para nossa literatura. Para quem já é fã e leitor voraz, este trabalho é um roteiro para ratificar a essência do conjunto de sua obra. Neste livro, Andrey do Amaral convence o leitor de que Machado de Assis não se restringe a leituras obrigatórias, e sim a momentos prazerosos de leitura e reflexão. Mostra-nos um Machado igual a nós, que subiu degrau por degrau e atingiu o ápice em sua carreira literária, começando com textos mais simples, chegando a obras geniais.

À venda nas melhores livrarias.

Ficha técnica:

O máximo e as máximas de Machado de Assis

Autor: Andrey do Amaral - Site: www.andreydoamaral.com.

Editora: Ciência Moderna

Edição: 2ª / ISBN: 978-85-7393-719-0 / Páginas: 368 / 14X21

Preço: R$ 49,00

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EVENTOS DE LANÇAMENTO:

Data: 19 e 28 de setembro.

Horário: 10h às 22h; nos domingos das 12h às 22h.

Local: Taguatinga Shopping (Piso L2, em frente à Livraria Leitura).

Evento: Exposição de peças e documentos de Machado de Assis. Noite de autógrafos, no dia 23 de setembro, com o autor do livro sobre as memórias de Machado de Assis – Andrey do Amaral.

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Data: 29 de setembro.

Horário: 19:30.

Local: FNAC (Parkshopping).

Evento: Andrey do Amaral O escritor e professor de literatura Andrey do Amaral vem à Fnac debater alguns pontos da obra de Machado de Assis. Discutirá a visão do próprio autor sobre os romances, contos e poesia, nos quais, incrivelmente, estão registrados traços de ansiedade e insegurança do inexperiente ao genial Machado. Até que ponto isso é ironia ou não é o que vamos discutir. Por ocasião do Centenário de morte do homenageado, o palestrante autografa o livro O máximo e as máximas de Machado de Assis, pela Ciência Moderna. Neste trabalho, Andrey do Amaral convence o leitor de que Machado não se restringe a leituras obrigatórias, e sim a momentos prazerosos e boas reflexões.

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Data: 23 de outubro.

Horário: Não divulgado.

Local: Biblioteca Demonstrativa de Brasília (506/7 Sul).

Evento: Lançamento nacional de O máximo e as máximas de Machado de Assis.

terça-feira, 4 de março de 2008

Dicas de Cultura - Parte 2

Olá fiéis leitores e contribuintes deste espaço cultural.

Esta é mais uma dica de cultura para quem está precisando encontrar alguma coisa do tipo, filmes, músicas, livros, ou coisa que o valha lá vai um link muito legal http://www.dominiopublico.gov.br/

Este site se chama Domínio Público é mantido pelo Governo Federal e lá você encontra obras que perderam os direitos de autoria e se tornaram domínio público, então temos clássicos da literatura mundial e nacional de graça para serem aproveitados da maneira como der na telha de cada um.

Músicas, vídeos, e tudo que interessar!

O problema é que como o site é pouco divulgado e o custo é grande para manter o provedor estão querendo tirar do ar, sendo assim desta maneira use e abuse sem preconceito.

O visual é simples, mas o sistema de busca é simples e eficaz, vale a pena dar uma olhadinha.

Salve Todos!

sábado, 19 de janeiro de 2008

Elite da Tropa

"Pede pra sair", "Não vai subir ninguém" e "Você é um fanfarrão" são expressões que ficaram populares para todos que assistiram o filme "Tropa de Elite". Já Elite da Tropa, de André Batista, Rodrigo Pimentel e Luís Eduardo Soares é o livro que guiou a produção do longa-metragem mania de 2007.

Antes de tecer mais comentários, há de se explicar que o filme, já comentado aqui, tem apenas algumas semelhanças com o livro. O filme é apenas baseado nos relatos do livro. É diferente, por exemplo, de outros livros que eu já li, onde suas histórias serviram diretamente para uma adaptação na telona, entre eles "O advogado do Diabo", "Carandiru", "Cidade de Deus" (a melhor adaptação), "Forrest Gump" (o melhor livro) e "O código da Vinci", este último, o único que eu li antes de assistir a adaptação.

As 312 páginas descem macio e reanima. Perdão, bordão errado. A leitura é agradável e rápida. Li em, praticamente, 4 dias. Então, o mais importante da leitura de Elite da Tropa é saber que você não vai conhecer mais histórias de Capitão Nascimento, o aclamado personagem de Wágner Moura no longa-metragem de José Padilha. Na verdade, você pode até reconhecer alguns trechos do filme, mas no livro não se fala em Capitão Nascimento, aspiras Mathias e Neto e, nem mesmo, na operação do Papa.

Entretanto, esse fato não atrapalha em nada a qualidade do livro. Na verdade, aos poucos, a expectativa de ler o nome Capitão Nascimento vai sendo substituída pela expectativa de novas revelações dos atos
dos PM convencionais e das ações do BOPE. O livro, que é dividido em duas partes, envolve e, se o leitor tiver o mínimo de consciência social, incomoda com o relato da realidade.

A primeira parte são diversos relatos do ex-capitão do BOPE Pimentel. A linguagem é crua e direta. Tão crua e direta que o autor exagera nos pedidos de desculpas para com os leitores que podem se ofender com a linguagem. Nesta parte consegue-se observar várias "inspirações" do filme, como a citação do saco plástico, do cabo de vassoura, de algumas partes do treinamento do BOPE e do ódio dos policiais do BOPE aos convencionais corruptos e a playboys usuários financiadores do tráfico de entorpecentes (Nossa, falei bonito demais!!!). Nota-se então que o trabalho do roteirista do filme foi concatenar de maneira lógica cada situação relatada nesta 1ª fase do livro.


A segunda parte é uma história, narrada de maneira cronológica, é até difícil de descrever. Trata-se de um emaranhado de fatos interligados relacionando policiais civis, policiais civis corruptos, PM´s, PM´s corruptos, o BOPE, o secretário de segurança pública do Rio de Janeiro, o governador do estado e vários líderes de facções criminosas. É sensacional a narrativa que mostra, sem eufemismos, o quanto o jogo de poder e política atua de maneira organizada buscando apenas benefícios individuais e desvirtuando os princípios dos órgãos de controle do estado. E, se você for o mínimo inteligente, vai ver também o livro como uma série de tiradas hilárias, como a história do assessor homossexual que se entrega no grampo ou quando um líder de uma facção criminosa é anunciado numa reunião de líderes pelo seu assessor cagando no banheiro.


"Se você ainda não leu é porque é muleque!!! É um fanfarrão!!" Cap. Nascimento

Não marque toca e leia urgentemente. Não quero nem ficar falando o tanto que é importante apoiar a literatura nacional. N.R.D.R. aprova.
Daniel Farinha, que é tem medo da polícia, queria ser oficial do BOPE, mas sem ter que passar pelo treinamento.

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Primo Basílio (PROJETA BRASIL)

Olá amigos e leitores fiéis deste espaço cultural.

No último PROJETA BRASIL que o CineMark promoveu pela sétima vez no dia 05/11/2007, estive presente com minha digníssima esposa, para assistir pelo menos dois filmes, já que de noite eu tinha que trabalhar, fazer o que? "Quem disse que a vida é fácil?" já disse o Capitão Nascimento!

Então olhamos as sessões e vimos quais filmes ainda não tínhamos visto e aproveitaríamos para ver, um dos escolhidos foi Primo Basílio escrita pelo escritor português Eça de Queiroz no fim do século XIX. Um clássico da literatura que foi para a tela grande.




Bem, quem seria de alta envergadura moral para dissecar a película seria minha digníssima esposa, mas ela está num estado interessante (grávida), e a qualquer momento o rebento estará fora da embalagem, sendo assim desta maneira não está com condições de contribuir com o N.R.D.R. no momento, fica para uma outra oportunidade.

Claro que aproveitei e enchi a cabeça dela de perguntas para poder me ajudar agora que estou digitando este texto.

Uma coisa que precisamos definir é: um filme baseado num livro é diferente de um filme adaptado de um livro.

A Vânia Alves (minha querida esposa), me disse quando é baseado, não necessariamente vai ser fiel ao livro, pega a história como trilha e cria um monte de coisa de acordo com a imaginação do(s) roteirista(s), como por exemplo a época que se desenrola a história, que neste filme já são diferentes.

Na adaptação o filme tenta ser (na medida do possível) o mais idêntico possível com a obra, tarefa difícil, pois o livro quase sempre tem mais detalhes, que o filme por motivos de tempo e grana não pode se dar ao luxo de ter.


Sabendo disto, vamos ver como foi a obra BASEADA no romance de Eça de Queiroz, como eu já disse aqui eu não era um grande leitor na minha época de estudante secundarista, ou mesmo antes, não tinha lido a obra do autor português, mas mesmo assim estava com vontade de ver o filme, pois CINEMA NACIONAL merece nosso apoio.

Mesmo para quem não leu o livro não há problema, a história se sustenta por si só, o que já é um ponto positivo, além de ser uma produção nacional e merece a nossa bilheteria.


Como já conhecia a história não tive tantas surpresas, mas qual é a surpresa de uma prima (sem ser o termo pejorativo de "prima") que encontra um primo, que na juventude tiveram um romance e ele viajou para fora do país, deixando a moçoila a ver navios.

Se encontram, ela já casada e ele um solteirão galantiador que faz com que ela acenda sentimentos que já estavam apagados, pelo menos é o que ela pensava.


Outro ponto positivo para o filme é o elenco, Daniel Filho, que além de diretor foi colaborador da adaptação, soube escolher com muito cuidado e talento os atores.


Luísa, a prima (Débora Falabela; Lisbela e o Prisioneiro): Mostra que é realmente uma boa atriz, versátil, que pode sair de um extremo ao outro sem levar vícios de uma personagem para outra. Manda bem em TV e em Cinema, não tive a oportunidade de vê-la no teatro, mas foi uma boa escolha, faz bem o papel da jovem sonhadora e romântica que acaba sucumbindo aos avanços do primo, paixão antiga.



Basílio, o primo (Fábio Assunção; Beline e a Esfinge / Sexo, Amor e Traição): Eu particularmente gosto deste ator, não teve ainda uma grande virada na carreira, papéis muitos parecidos, mas todos feitos com grande talento, talvez precise sair para um papel que não necessite de um rosto bonito, e sim, do talento, e eu acredito que ele dê conta do recado, em Sexo, Amor e Traição no papel de Tomás está impagável e muito engraçado. Neste cumpriu o que tinha que fazer, ser o galante e conquistador. O que cá para nós, para o Fabão é fácil. Por isto foi escolhido para fazer o primo, uma atuação limpa e competente.



Jorge, o marido (Reynaldo Gianecchini; Avassaladoras): O que foi dito para o Fábio Assunção vale para o Gianecchini, acho que tem talento, precisa se desvencilhiar do esteriótipo de bonitão conquistador e mostrar que tem competência para voar mais alto. Começou como protagonista numa novela, teve várias críticas e sobreviveu, tentou em outra novela mudar o foco, ser um grosseirão, um mecânico simples e humilde, mas continuou sendo o garanhão da rua. Acredito que pode fazer mais. Foi bem escolhido, para mostrar que as mulheres também fazem traição sem um motivo aparente, agora imagina a vida de uma mulher que tem Gianecchini como marido e Fábio Assunção como amante? Que vida dura! Muito dura por sinal.


Juliana, a empregada (Glória Píres; Se eu Fosse Você / A Partilha): Falaram tanto da atuação dela que eu esperava mais, agora com a cabeça mais fria posso dizer, muito bem feita, uma escolha arriscada, pois é um papel fundamental para a trama e precisava de energia e química entre a equipe, no final todos sairam ganhando. Gosto da Glória como atriz, sabe e respeita seu limite, tanto que nem tenta fazer teatro, que ela mesmo já disse não ter cacife para tal. Mas tem boas participações nos seus trabalhos, mesmo nos papéis bobinhos de novela ela manda bem. Soube corresponder a confiança depositada nela pelo diretor.


Sebastião, o amigo (Guilherme Fontes; Um Trem Para as Estrelas): Esqueçamos o problema com a verba do filme Chatô - O Rei do Brasil, uma coisa não tem nada a ver com a outra. No filme faz bem seu papel como coadjuvante. Um papel que não exige muito, mas poderia estragar a obra. Não sei se o embrólio com o filme pode lhe causar problemas futuros, mas como ator só consigo lembrar na novela "A Viagem" como boa referência, no resto tudo é muito água com açúcar, vamos ver daqui para frente. O diretor apostou e não perdeu o que já é muito bom.



Leonor, a amiga (Simone Spolatore; Lavoura Arcaica / O Ano Em Que Meus Pais Sairam de Férias): Se vocês tiverem a oportunidade de assistir estes três trabalhos feitos por esta ótima atriz, vão sentir o que eu quero dizer, ela é muito boa atriz, ela se transforma de uma maneira impressionante, um verdadeiro camaleão, e nesta obra soube passar o que o diretor queria, muito importante para a trama e com talento de sobra mostrou que foi bem escolhida, brilhou mais sem ofuscar os papéis principais.



Joana, a outra empregada (Zezeh Barbosa; Bendito Fruto / Cronicamente Inviável): Para quem está acostumado a ver esta atriz em comédias como o Zorra Total, ou em algumas novelas como O Profeta (a última versão), espere para vê-la atuando em drama. Fantástico, e que surpresa, não tinha visto ainda um trabalho dela no drama, uma grata surpresa e um questionamento. Por que ela não é aproveitada nestes trabalhos com mais freqüência? Daniel Filho sabendo deste talento aproveitou, mais um ponto para o filme.



Vitória, a tia da empregada (Laura Cardoso; Muito Gelo e Dois Dedos D'Água): O que falar desta estupenda atriz? Formidável como sempre, e mesmo fazendo uma pontinha, mostra todo seu talento, e que contribuição. Obrigado Laura e obrigado Daniel Filho!




Castro, o banqueiro (Gracindo Filho; Bufo e Spallanzani): Gerou a melhor piada do filme, quem casou com o Gianecchini e tem como amante o Fábio Assunção, ter que acabar com Gracindo Filho é fim de carreira. Como este ator consegue fazer papel de vilão ou de mau carater de maneira convincente. Mais uma boa do diretor.



Policial (Anselmo Vasconcelos; Quem Matou Pixote? / Bar Esperança): Mais um que faz ponta com uma competência fantástica, muitos o conhecem do Zorra Total ou dos trabalhos com Ronald Golias, mas ele não tem só sua veia cômica, mostra que é versátil e é pau para toda obra. Muito bom!



Sendo assim desta maneira, o N.R.D.R. carimba e recomenda, assista e se delicie!


Salve Todos!

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Crônicas de um viajante - Lançamento

Já falei dela aqui. E, como prometido, vamos falar de novo.


A srta. Juliana Valentim Carol BBB lança nesta terça, com um pocket show, seu livro "Manuscritos de um viajante".

Em entrevista EXCLUSIVA, SÓ PARA NÓS, PARA MAIS NINGUÉM, Juliana fala um pouquinho para o NaRotaDoRock de seu livro e de seu show:

NRDR: Sobre o que é o livro?
Ju: Manuscritos de um viajante é uma coletânea de contos e crônicas que foram escritas entre 2003 e 2007, durante uma longa viagem pelo mundo. A intenção é fazer o leitor sair do seu país de origem em busca do desconhecido.

NRDR:
Quais são suas influências literárias?
Ju: Como jornalista, sempre gostei de ler e escrever bastante. Sou fã dos escritores que conseguem entreter o público com leveza. Fernando Veríssimo é exemplo disso.

NRDR: De onde veio a idéia de divulgar o livro com shows?
Ju: Música e literatura são as minhas grandes paixões. Eu me formei em violão popular pela Academia BSB Musical e sempre tive vontade de fazer algo que misturasse as duas coisas. Como tenho que divulgar o livro, não poderia deixar de divulgar a minha música também.

NRDR:
Qual a importância pessoal do livro pra você?
Ju: O livro é um sonho realizado. Eu tive muita gente envolvida nesse processo. Tenho amigos que nem falam português, mas estão lá torcendo para que seja um sucesso. Estou muito feliz!

NRDR:
Qual vai ser o repertório do show?
Ju: O show mistura músicas de minha autoria com sucessos de compositores como Xangai e Belchior. Importante lembrar que serei acompanhada pelos excelentes músicos de Brasília, Marcelo Lima (bandolim) e Léo Barbosa (percussão).

NRDR:
E pro futuro, quais as previsões?? Mais um livro, gravação de um CD, capa da Playboy??
Ju: Quero divulgar bem o livro, fazer vários shows pela cidade e gravar um CD no começo do ano que vem. Se tudo der certo, pretendo voltar a Austrália para lançar o livro lá também.

NRDR:
Além de Xangai e Belchior, o que mais toca no seu MP3 player?
Ju: Gosto de ouvir Maria Rita, Vanessa da Mata, Xangai, Vitor Ramil, grupos locais como o Marambaia... E por aí vai...

NRDR:
E quando vai escrever para o NaRotaDoRock?? E quando poderemos publicar algum conto seu como aperitivo para os nossos mais de 7 leitores fieís??
Ju:
Será uma honra escrever para vocês. Meus contos estão disponíveis. É só falar!

NRDR:
Falaremos...
Bem... então... não marquem toca!! Todo mundo presente lá, amanhã, na hora certa, ok?

Saudações e aqui vai o serviço:

Dia: 23 de Outubro
Local: Rayuela Restaurante Cultural - 412 sul Bl. B
Horário: Lançamento do livro - 19h
Pocket Show - 21h
Contos e crônicas de uma jornalista brasiliense pelo mundo.

domingo, 14 de outubro de 2007

O Homem que Desafiou o Diabo (Literatura de Cordel e Trova na TELONA)


Olá para todos!

Ontem (13/10/2007) assisti "O Homem que Desafio o Diabo", eu sou fã de carteirinha do CINEMA NACIONAL, por todas as dificuldades que estão na frente de quem se atreve a enfrentar os desafios de produzir cinema no Brasil Varonil.

Não só os desafios de dinheiro e patrocínio, como os de divulgação, apoio; e ainda tem que superar o conceito (ou um preconceito), de quem acha que o CINEMA NACIONAL ainda está só na pornochanchada (sic) da década de 80.

Não viu que muito antes da década de 80 o nosso cinema já produzia coisas boas, sem as mínimas condições, mas conseguiu fazer filmes como "O Pagador de Promessas", "Deus e o Diabo na Terra do Sol", "O Cangaceiro", "Macunaíma", "Lampião o Rei do Cangaço", "Dona Flor e Seus Dois Maridos", "O Homem da Capa Preta" só para citar alguns.

Há muito nosso cinema tem produzido obras muito boas e marcantes, mais uma vez fui ao cinema entusiasmado, mas com a preocupação, pois o filme podia ser comparado com o grande "O Auto da Compadecida", do fabuloso Guell Arraes que desta vez estava na produção técnica porque a direção ficou com Moacyr Góes, que não tinha um grande repertório de obras, pois filmes da Xuxa e Padre Marcelo Rossi é casca grossa de engolir e é o famoso apague isto da minha carreira ou do meu currículo, apagar coisas que de currículo é uma história que acontece em vários pontos da vida profissional, um exemplo aqui.

Só que o diretor soube se safar bem da comparação com o filme de Guell Arraes e se saiu com um ótimo filme, engraçado, com ritmo, história e a bendita "QUÍMICA" entre elenco e equipe técnica, o figurino sem criar esteriótipos para os sertanejos, com roupas maltrapilhas e sujas, mas nada de espalhafatoso e exaregado, o Gibão (roupa típica dos sertanejos para andar na caatinga nordestina), usado pela personagem principal é bem típico da região e de muito bom gosto na escolha. A direção técnica foi boa e competente, se preocupando com detalhes que para olhos não nordestinos podem não significar nada, mas para quem é da terra do Sol iria ser erro grotesco, não sou nordestino, mas tenho pais que são, então minha formação cultural desde a infância tem influências nordestinas e conheço um pouco deste universo maravilhoso. Um filme que tem roteiro baseado (NÃO! Não é cigarro de maconha!) num livro de cordel que conta "As Pelejas de Ojuara Contra o Diabo", Ojuara é o nome da personagem principal.

Os diálogos coerentes e sem o sotaque produzido pela equipe da Globo, as piadas com referências fantásticas, como a do Mução ligando para o Turco, dono do armazém é fantástica, além do texto que consegue mesclar Trovas e Literatura de Cordel no meio dos diálogos.

Fora as lendas que são lembradas durante o filme como a personagem que arranca um prego sem usar as mãos ou a Mãe de Partanha que tem um órgão sexual um pouco inusitado.

Fala sobre lendas de Pretos Velhos que ainda habitam antigas fazendas de escravos no sertão, ou como o povo tem uma visão do Diabo e suas características, mostra um povo nordestino sofrido, alegre, feliz, trabalhador, religioso e principalmente engraçado, não de maneira pejorativa como muitos pensam e gostam de pintar, engraçado, porque consegue ver beleza nas coisas simples e viver de maneira sofrida, mas feliz, de maneira como a vida proporciona, nem mais nem menos.

Assista e não espere ver outra aventura parecida com a de Xicó e João Grilo, mas um filme bom e engraçado que não nos deixa perceber que o tempo está passando.

É filme para se ter em casa para se ver os extras, se divertir no vai e volta de cenas e tudo mais que o DVD tiver oferecendo para quem comprar.

Sendo assim desta maneira assista, e se possível no cinema para gerar bilheteria para a produção e felicidade aos atores e produção técnica.

Então a equipe narotadorock.com recomenda e aprova (Estou sem o carimbo hoje, mas carimbarei em breve), mas mesmo sem o carimbo que assegura a qualidade na posição destes blogueiros, em particular deste que vos escreve no momento.

Salve Todos e Viva o CINEMA NACIONAL!

quarta-feira, 8 de agosto de 2007

O grande Desafio: Saramago x Meirelles (Este eu não perco)


No canto direito, com um Nobel de Literatura, 1,682 m de altura e 51,874 kg, ele o grande escritor, e contestador... José “El Mago” Saramago (sacou? Ok a piada foi horrível)...


No canto esquerdo com nocautes em mais de 14 milhões de espectadores nos cinemas do mundo todo, ele que já encantou muitos amantes da sétima arte com trabalhos iguais a “Cidade de Deus” e “O Jardineiro Fiel”, com 1,728 m e 62,516 kg ele o diretor que não só dirige, mas também conduz seus trabalhos, Fernando “Quase Oscar” Meirelles...

Bem, vamos entender algumas coisas antes de tentarmos dissecar (acho que é assim que escreve, não entendo nada de arter bizantina do séuclo XV), os produtos de um desafio deste, que vai ser um filme baseado num livro mil grau total, "Ensaio Sobre a lucidez".


Eu nunca fui um grande leitor no ensino fundamental (EF) ou no ensino médio (EM), antigo primeiro grau e segundo grau, nossa quanto tempo, ou para quem é mais antigo ginasial e colegial.


Quantos sonhos e manchas nos lençóis
aquelas saias com pregas já causaram?...


Bem quero dizer, hã, hã, esqueça esta parte, não lia muito nesta época, ou não lia quase nada, era uma ameba, como a nossa professora Elaine de matemática fazia questão de nos lembrar frequentemente, fui ler meu primeiro livro na quinta série, “Meu Pé de Laranja Lima” (José Mauro de Vasconcelos), faz tanto tempo que nem lembro da história, depois li algumas outras coisinhas, “O Último dos Moicanos”, “Dom Quixote”, “Uma Rua Como Aquela”, “Escrava Isaura”, “Os Três Mosqueteiros”, mas isto em 4 anos de EF e mais 3 de EM.

Não é nada comparado com um monte de gente que conheço, passava da preguiça a falta de vergonha na cara, mas lia pouco, na Faculdade me cobrei isto e hoje leio razoavelmente. Não como algumas pessoas que conheço que devoram livros em dois dias, mais leio e o melhor, gosto de ler nos dias atuais.

Começava sempre a ler se o assunto me interessava, só que assim perdi histórias incríveis que eu não espera que seria tão boa, analisando só o título ou a capa.

Fora que ainda tem que suportar o estilo dos escritores, sua época e coisas que a minha esposa, que é professora de Literatura (o importante é ter saúde), adoraria explicar, mas eu não...

Sempre achei que escrever era só por letras atrás de letras, formando palavras, que em seqüência formaria as frases...

Lógico, não é só isto, um bom escritor, que não é o meu caso precisa de algo mais.

Existe alguns escritores que são mestres nisto, outros são razoáveis, outros são ruins mesmos, a maneira como escreve ou transcreve suas idéias faz A diferença, com ênfase realmente no "A".

E quando o miserento (sic), infeliz das costas ocas, frango da oréia lascada (sic), mal-ajambrado do escritor acha que pontuação é para os fracos. Sim existe escritor que pontua da maneira que ele acha que convém, como der na telha do pobre..., e para piorar escreve bem.

E ainda ganha o prêmio Nobel de Literatura, e o pior, este sacripanka (eu quis dizer isto mesmo, não sei o que é, mas minha avó quando fica nervosa com alguém fala isto), ainda ousa escrever um livro Visceral, que é o caso de "Ensaio Sobre a Cegueira".

Este livro do Saramago é algo que parece uma loucura ou um surto de maluquice aguda de alguém, instantes antes de ter de embarcar em um avião nos aeroportos brasileiros.

Um surto (não a banda), de cegueira começa a assolar Portugal (terra natal do escritor), mas não é uma cegueira comum, é a moléstia da cegueira branca, pois as pessoas ficavam com uma brancura branca (sem pleonasmo), totalmente branco, como leite, sim de vaca, de cabra, do que você quiser, desde que seja um leite alvo, muito alvo, como os personagens fazem questão de enfatizar no livro...

Começa com um motorista em pleno trânsito, pessoa comum, como é a característica do Saramago, falar e escrever sobre pessoas comuns, vai se espalhando como se fosse uma super epidemia (sem nenhuma relação com o filme homônimo, "Epidemia"), os desdobramentos dos episódios são fantásticos, para nós meros mortais, e talvez evidente para um escritor genial como Saramago.

Com riqueza de detalhes, mas sendo objetivo de maneira que chega a ser até “encabulador” para o leitor, como na passagem dos cegos malvados, mas como um bom livro deve ser, não conseguimos parar de ler, ou ficamos chateados quando temos que parar de ler por qualquer motivo que seja.

Com um final que só mesmo El Mago Saramago (tá certo vou desistir desta piada infame e desnecessária), consegue fazer para uma história que começa louca e termina tão louca que se torna lúcida. Talvez por isto teve a continuação com “Ensaio Sobre a Lucidez”, que é para outra postagem, pois ainda não li...

Agora imagina o desafio de um baita diretor em colocar isto tudo na telona e manter a qualidade, sabemos que adaptações são difíceis, que normalmente o livro é melhor, quando não é muito melhor que o filme, mas ele já tirou leite de pedra em "Cidade de Deus", com atores amadores e sem texto, falas no improviso (pasmem)!!!!!!!!



Fernando já foi cirúrgico em "O Jardineiro Fiel", não vai decepcionar neste desafio, aguardo ansioso para assistir, sem muito alarde: "é só um filme", como diria um amigo meu, mas que baita filme...

É esperar para ver! E se possível ler o livro antes!

Salve Todos!

terça-feira, 30 de janeiro de 2007

Os zumbis estão atacando, essa é a sua chance!


Estou lendo O Guia de Sobrevivência a Zumbis, de Max Brooks (filho do cineasta Mel Brooks), neste livro Max puxou o humor peculiar ao pai, durante toda a leitura o autor utiliza de artifícios para nos fazer crer na existência de zumbis. Ele nos dá dicas importantes de sobrevivência, quais as diferenças peculiares entres os mortos vivos, suas características e como age o Solanum, causador da epidemia, tudo tratado com a maior seriedade. Ficamos sabendo que além do vírus os mortos vivos podem ser criados pela magia vodu.


Logo no capítulo inicial somos brindados com um texto bacana: “Nenhuma informação – histórica, experimental ou de qualquer outro tipo – trouxe à tona os resultados de relações sexuais com um espécime morto-vivo, entretanto, como já foi citado anteriormente, a natureza do Solanum sugere um alto poder infeccioso. As recomendações contra tal ato seriam inúteis, já que a única pessoa insana o suficiente para tentar deveria ser ignorada pelos zumbis para a própria segurança deles”.


O livro inclusive já possui uma continuação chamada World War Z: An Oral History of the Zombie War, que se trata do relato da guerra dos humanos contra os zumbis e inclusive teve os direitos de filmagem comprados pela Paramount e Brad Pitt através de sua produtora a Plan B, espero com ansiedade a chegada desse livro no Brasil.


Então este Guia é super útil, se a credulidade do autor for autêntica, as informações sobre as dicas de treinamento, fuga, armas aconselháveis e outras serão indispensáveis no caso de um ataque, possuindo ainda relatos desses incidentes ao redor do mundo.


Não marque toca:

Livro: O Guia de Sobrevivência a Zumbis

Autor: Max Brooks

Editora: Rocco

Valor: R$ 36,00 em média

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SoSuechtig, Burajiru