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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

A Cultura como Elemento Conscientizador e Mobilizador de um Povo

Cultura (do latim cultura, cultivar o solo, cuidar) é um termo com várias acepções, em diferentes níveis de profundidade e diferente especificidade. São práticas e ações sociais que seguem um padrão determinado no espaço. Se refere a crenças, comportamentos, valores, instituições, regras morais que permeiam e identificam uma sociedade. Explica e dá sentido a cosmologia social. É a identidade própria de um grupo humano em um território e num determinado período.
Portanto, cada povo tem a sua cultura, suas tradições, seus costumes e crenças. Dentro do nosso próprio país, existe uma grande diversidade cultural que varia de estado para estado. Como nação, indiscutivelmente, temos muitos problemas, é verdade. Mas também temos inúmeros pontos positivos, sendo a imensa produção cultural realizada pelos nossos artistas uma das mesmas.
É bem verdade também, que a produção musical divulgada pela grande mídia, em sua maioria é de qualidade duvidosa. Entretanto, existe uma outra parcela desta produção à margem dos espaços “midianos”, que se faz presente em pequenas casas de shows, barzinhos etc... Enfim, lugares de música mais seleta.
É impossível medir a importância que a cultura tem para uma sociedade ou para um grupo de indivíduos. Tanto que, se analisarmos todas as grandes revoluções populares que ocorreram ao longo da história humana, constataremos que a cultura esteve presente, de uma forma ou de outra em todas elas. O maior de todos os exemplos que podemos citar, sem dúvida é a Revolução Bolchevique, no Leste Europeu na antiga União Soviética.
Através da cultura o Ser Humano, se redescobre, se renova, mas ao mesmo tempo valoriza mais suas raízes. Torna-se mais consciente de seus direitos e deveres. E valorizando suas raízes, se reveste da armadura de defesa contra o ataque de uma outra cultura dominadora, invasora, muitas vezes colocada por uma outra religião ou por um país colonizador dos tempos modernos.
Durante décadas, o Brasil adotou, por influência do capitalismo com sua sede voraz e sem escrúpulos pelo lucro, o regime escravocrata. O negro não apenas povoou o Brasil e deu-lhe prosperidade econômica através do seu trabalho. Trouxe, também, as suas culturas que deram o ethos fundamental da cultura brasileira. Vindos de várias partes da África, os negros escravos trouxeram as suas diversas matrizes culturais que aqui sobreviveram e serviram como patamares de resistência social ao regime que os oprimia e queria transformá-los apenas em máquina de trabalho. Aquele que não pode atacar frontalmente procura formas simbólicas ou alternativas para oferecer resistência a essas forças mais poderosas. Dessa forma o sincretismo assim chamado não foi a incorporação do mundo religioso do negro à religião dominadora, mas, pelo contrário, uma forma sutil de camuflar internamente os seus deuses para preservá-los da imposição da religião católica. Não havendo como fugir à religião oficial, num tempo em que existia o monopólio do poder político e o monopólio do poder religioso, pela classe senhorial e a igreja Católica respectivamente. Daí o mecanismo de defesa sincrético dos negros. A mesma coisa aconteceu com as suas línguas. Não possuindo unidade lingüística, os africanos foram obrigados a criar uma que fosse comum para que pudessem entender. Os povos bantos que chegaram em primeiro lugar e aqueles que habitavam a parte sudanesa da África, posteriormente, incorporaram ao nosso léxico milhares de vocábulos na estrutura do português. No entanto, ninguém, ou quase ninguém, viu essa incorporação como um fator de enriquecimento, mas, criou-se a palavra chulo para designar esses vocábulos. Após a escravidão, os grupos negros que se organizaram como específicos, na sociedade de capitalismo dependente que a substituiu, também aproveitaram os valores culturais afro-brasileiros como instrumentos de resistência. Isto não quer dizer que se conservassem puros, pois sofreram e sofrem a influência aculturativa (isto é, branqueadora) do aparelho ideológico dominante. É uma luta ideológico-cultural que se trava em todos os níveis, ainda diante dos nossos olhos. O exemplo das escolas de samba, especialmente no Rio de Janeiro – que perderam a sua especificidade de protesto simbólico espontâneo de antigamente para se institucionalizarem, assumindo proporções de um colossalismo quantitativo e competitivo antipopular e subordinando-se a instituições ou grupos financiadores que as despersonalizaram inteira ou parcialmente do seu papel inicial -, exemplifica o que estou afirmando. A raça negra, inclusive, é responsável por uma importante contribuição dada à cultura brasileira, através da música, da culinária e da dança.
Sob a égide da célebre frase: “Quem sabe mais, luta melhor”, dita por um estivador do porto de Vitória-ES de apelido Bisourão, tomei posse em dezembro de 2004 como Diretor de Cultura de um dos mais importantes e maiores sindicatos de Brasília. O SINDSEP – Sindicato dos Servidores Públicos Federais. Com quase 30 mil filiados, é o segundo maior sindicato do Distrito Federal, ficando apenas atrás do SINPRO. Então, tenho uma experiência na área e falo com um pouco de conhecimento de causa. Desde o começo, usando a citada frase como lema, temos feito a celebração de datas importantes do calendário, como o Dia Internacional da Mulher, Dia Nacional da Consciência Negra e o Dia Internacional de Combate ao Racismo. Com debates, palestras e atividade cultural, como teatro dança e shows com artistas de qualidade da cidade. Temos realizado também grandes festas juninas. A primeira com um público de 2.000 pessoas em 2005. A última, contou com um público de 5.000 pessoas.Vale dizer, que tais festas, constituem em uma das maiores expressões culturais do povo brasileiro. Aí entra a questão das raízes da qual falei.
Outro ponto é a festa de aniversário do sindicato. Desde 2006, pisaram neste palco nada mais do que Belchior, Guilherme Arantes e The Fevers. O primeiro trabalhou na resistência ao Regime Militar na área cultural. Uma de suas principais obras “Como Nossos País” feita em parceria com Elis Regina, é um desabafo diante das atrocidades cometidas pelo regime, uma conscietiza ção através da arte. O segundo, com a sua tradicional consciência política ecológica. Os terceiros, uma banda com nada mais do que 48 anos de estrada, sendo uma das pioneiras do rock no Brasil.
A diretoria do sindicato fez também um importante trabalho de incentivo à leitura, através do projeto “Toma lá da cá”.
Talvez o nobre leitor(a) se pergunte: Porque este cara está falando de tudo isto? Para provar de que é possível conscientizar através da cultura. Desde que eu e meus pares começamos a realizar tal trabalho, a participação dos servidores nas atividades do sindicato aumentou consideravelmente. Não posso afirmar aqui que o único motivo pelo qual isto se deu, foi pela questão cultural. Mas com certeza posso afirmar que o trabalho na área contribuiu substancialmente para tal. Vários servidores inclusive, nunca haviam pisado no interior do mesmo, começaram a freqüentá-lo, graças às atividades na área cultural desenvolvidas. Posso citar outros exemplos de entidades sindicais que investem na área cultural, tais como o Sindicato dos Bancários e o SINDJUS. Mas infelizmente, são poucos os sindicatos que investem na cultura como elemento conscientizador e mobilizador de um povo. Os aqui citados, ainda nadam contra maré.
Num Estado democrático de Direito, a participação popular tem que se basear em três tipos de canais institucionais. Em primeiro lugar, num canal de informação. Não ocorre participação cidadã, se não há informação qualitativamente pertinente e quantitativamente abundante sobre os problemas, os planos e os recursos públicos. Em segundo lugar, canais de consulta, tais como o plebiscito, referendo, tribunais populares, entre outros. E por fim, canais de reivindicação e de protesto. Para serem eficientes, esses canais têm que ser visíveis, de amplo e fácil acesso, e com limites claramente definidos.
Para o professor Juan Diaz Bordenave, autor de diversos livros, a qualidade da participação aumenta quando as pessoas aprendem a conhecer sua realidade; a refletir; a superar contradições reais ou aparentes; a identificar premissas subjacentes; a antecipar conseqüências; a entender novos significados das palavras; a distinguir efeitos de causas, observações de inferências e fatos de julgamentos. Além do mais, a qualidade da participação também melhora quando as pessoas aprendem a manejar conflitos; a compreender seus sentimentos e comportamentos; a tolerar divergências e a respeitar opiniões. E por fim, quando as pessoas aprendem a organizar e coordenar encontros, assembléias e mutirões; a formar comissões de trabalho; a pesquisar problemas; elaborar relatório e usar meios técnicos de comunicação. Portanto, a presença desses pontos indica que está havendo um aprendizado da participação, pois “a participação é uma vivência coletiva e não individual, de modo que somente se pode aprender na práxis grupal. Parece que só se aprende a participar, participando”.
É necessário, portanto, que a sociedade civil organizada, trabalhe mais com informação independente e de qualidade. Lamentavelmente, os meios de comunicação, na maioria dos casos pouco informam e despolitizam. Ou seja, omitem fatos ocorridos em uma cidade, estado ou nação. Fatos estes importantes para a real compreensão do que está acontecendo em um município, estado ao país, mascarando a realidade e passando a verdade que os interessa. Daí a necessidade de estarmos sempre nos “aculturando” e estarmos buscando fontes alternativas de informação e não apenas as Rede Globo da vida.
Temos também que ressaltar o importante trabalho realizado por grupos com página na Internet ou blog, que trabalham de forma firme e contundente na divulgação de atividades culturais e que discutem política de forma didática e aproveitável. E neste sentido, o N.R.D.R tem cumprido o seu papel na vida cultural de nossa cidade. Pelo menos é o nosso objetivo e o que temos tentado fazer. Pedimos perdão aos leitores por possíveis falhas aqui cometidas, pois também somos humanos. E temos diversos colaboradores. Cada um tem a sua própria cabeça, opiniões e gostos. Eu inclusive sou o mais recente membro. Sou um admirador do trabalho aqui realizado, por isso o meu ingresso na trupe. Mas com erros e acertos, o que importa é que damos nossa cara a tapa e nos dispomos a fazer algo pela cultura de Brasília, pois cultura é vida.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Museu do (muito mais que) FUTEBOL!

Olá, Salve todos nossos fiéis leitores!


Antes que comece as raivinhas de:

"Como ele tem coragem de falar de futebol aqui? Já escreve aqui sobre isto!"

Na verdade eu não escrevo sobre futebol aqui e sim sobre o Flamengo.

Ou então está:

"O site/blog não é de cultura, por que falar de futebol?"

Bem, quer queira, quer não, o Futebol é parte da nossa cultura, assim como as novelas eu não gosto, mas fazer o que? É e pronto!

Só que antes de mudar o endereço no seu navegador leia, não vai se arrepender.

Minha viagem para São Paulo tinha que ter uma passada pelo Museu do Futebol, pois sou louco pelo assunto, fui ao Museu da Língua Portuguesa como já contei aqui e já tinha me impressionado como os organizadores deixaram um museu tão legal.

No do futebol não foi diferente, já começa pelo lugar escolhido, o Estádio Paulo Machado de Carvalho, popularmente conhecido comoPacaembu, em alusão ao bairro paulistano que abriga o estádio municipal.

Já é um bônus, e a idéia é fodaça, começa que o museu é por baixo das arquibancadas, o estádio fica na encosta de um barranco, pois é característica do bairro que fica numa grande depressao da cidade.

Você vai andando pelo museu por baixo do estádio, super idéia e cheio de surpresas.

Bem, primeiro uma puta fila para entrar o museu abre de terça a domingo das 10 h as 17 h, no domingo é lotado. Então chegue bem cedo!!!!!!!!
Você entra e se depara com umas paredes decoradas com quadros sobre futebol, olha que eu vi até do Brasiliense e do Gama lá.

Na entrada tem a exposição temporária que eu declinei, pois era do Pelé, muito obrigado, deixa para a próxima, Pelé tem interesse não, ainda bem que ninguém que estava comigo quis ir, na próxima se for alguém interessante vou conferir.

Subindo as escadas você entra na exposição permanente, mas que é mutável, pois a história do futebol não para, e é isto que você tem que ter em mente, o museu é do futebol, não da seleção nacional ou de algum time específico. É lugar para ir mais de uma vez, tenha certeza.

Você entra numa sala escura com telas separadas como se fosse baias com pessoas famosas do esporte ou não numa tela falando sobre seu gol inesquecível, vale a pena parar ali por horas, na mesma sala tem lugares como cabines que você ouve narrações de rádio, sou fã do Luis Penido, mas tem Osmar Santos entre outros.

O sistema ainda está sendo aprimorado, pois será interativo, você poderá escolher os vídeos e as narrações no rádio, que é estilizado, você escolherá a narração mexendo num dial de um rádio.

Saindo desta sala que já dá para ficar horas se deliciando você vai para um espaço que simula você no meio da torcida, são telões sendo projetados nas rochas gigantescos e um sistema de aúdio bruto que parece que você está no estádio lotado, meu, são várias as torcidas é de arrepiar. Para quem nunca foi num estádio da vontade de não sair de lá nunca, a vibração da torcida sem a violência dos estúpidos.

Saindo deste espaço por uma porta giratória você vai para uma sala com vários quadros que giram, são fotos na frente e atrás, do Brasil na época que chegou o futebol no Brasil, vale a pena conferir por horas, são muitas coisas, com monitores explicando coisas bem legais.

Saindo deste espaço passa-se por um lugar com um telão contando alguma história bem legal, dei azar e peguei a final de 1950, saco cheio desta história.

Passei direto e fui para os famosos totens das copas, muito legal, são totens com 4 copas, histórias do campeonato, história do mundo na época e história do Brasil na época, muito legal, você fica hipnotizado pelos vídeos.

Saindo daí, vem uma exposição de números, estatísticas e tudo mais, adorei, pois sou louco por isto, foi o que menos vi, pois estava com pressa e já sabia muita coisa que estava lá.

Depois mostra as regras do futebol com painéis legais e bem feitos, tem um espaço que mostra a evolução dos materiais esportivos, vale a pena ver que o pesssoal antigo sofria pakas.

Antes de sair deste espaço tem uma abertura para o um lugar que dá visão do gramado do Pacaembu, que diga-se de passagem estava ótimo, e deu para ver os rastros dos torcedores do jogo do dia anterior.

INFORMAÇÃO IMPORTANTE: em dia de jogo no estádio o museu não abre.

Continuando, você encontra painéis com todos os times que jogaram pelo uma vez no Campeonato Brasileiro, e não é que encontrei erro de informação no painél do flamengo! Pode?

Pois é, informei o funcionário que estava no setor, data de fundação errada e faltando um título o da Copa do Brasil de 2006! Logo no do Flamengo!!!!!!

Neste painéis você encontra o Brasiliense, Gama, Taguatinga, Sobradinho e o CEUB. E um monte de time que você provavelmente nunca ouviu falar.

Neste espaço tem o famigerado simulador de chute, se prepara tem fila toda hora, mas é legal, ele mostra velocidade do chute, não pude tentar, o meu filho de 11 meses já estava com fome ai já viu né, fica para a próxima, e ele chuta também...

Na saída tem uma loja bacana com uma penca de coisa para enganar as pessoas apaixonadas por futebol, nesta hora achei que puxaram a sardinha para o Curintia, mas a loja é mais antiga que o museu, se chama Roxo e Doentes e os garçons do restaurante que fica lá tem o uniforme parecido com o do Curíntia também.

Reclamação só que na loja eles escrevem e colocam números nas camisas, mas não tinha padrão nike, fiquei puto, mas deixa para lá. O boteco também é legal.

Bem, tem um monte de coisa que não falei que é para ficar curioso!

Acesse o site



Lembrando: Inteira R$ 6,00 meia R$ 3,00.

Quando estiver em Sampa não perca tempo, se não gosta de futebol, passe por lá e espere o que vai acontecer com você.

Salve todos!

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Museu da NOSSA Língua Portuguesa!

Olá pessoas, salve todos!


Bem, como estou escrevendo muito pouco aqui venho falar então de coisas um pouco mais longe (geograficamente) de nós.

Fui a São Paulo recentemente, cidade amada por uns, odiada por outros, mas que nunca indiferente para ninguém, eu particularmente, sou Paulistado da casca do ovo, nasci e morei em Sampa até os meus 17 anos.

Gosto da cidade, com todos os problemas, alguns ficam piores com o passar do tempo, outro melhores, é que Sampa não gosta de ser mais ou menos, ela sempre tem que ser exagerada no que faz, se é para o bem é muito BEM, se é para o mau também é muito MAU, não consegue ser meio termo.

Mas com certeza é uma cidade com atrativos culturais, quem gosta de eventos culturais está no parque de diversões em Sampa, pois é a cidade do Brasil com mais salas de cinema, teatros, museus, sarais, exposições e afins.

Neste passeio pude conferir duas coisas que não conhecia a primeira foi o Museu da Língua Portuguesa, o segundo falo em outro post.

Minha esposa é professora de Português e queria ir lá de qualquer jeito, como passamos 4 dias demos um jeito e fomos lá.

Confira aqui o site do museu, e um conselho, VÁ! Mesmo que você não seja o maior amante de gramática, pois os idealizadores fizeram um trabalho estupendo.

Um museu interativo, vivo, não só um monte de coisa para se ver, mas para se tocar, ouvir, emocionar, confere.

No primeiro andar é sempre uma exposição itinerante, e estava sendo a do Machado de Assis eles tentam colocar o visitante como se estivesse dentro de um pequeno universo do autor.

Segundo andar, a amostra perlmanente, que tem de tudo, usam a parede como tela, que vai passando vídeos sobre a nossa pátria falada, contribuições, transformações e o que mais fizemos para chegar no que é hoje.


Terminais de computador, estilizados contando as contribuições indígenas, africanas, européias, asiáticas e tudo mais que forma a NOSSA LÍNGUA PORTUGUESA.


Um lugar que não pode deixar de ser visitado é o BECO DAS LETRAS, faz qualquer um voltar a ser criança, um jogo educativo de formar palavras muito divertido. Na saída quem escolher voltar pelo corredor central ainda vê a história da Estação da Luz que durante muito tempo foi a porta de entrada para a capital Paulista, reduto dos paulistanos, italianos, judeus, japoneses, alemães, turcos, árabes, coreanos, baianos, cearences, mineiros, fluminenses, potiguares, acreanos, ou seja, lugar de todos que ali chegam.


Para terminar no terceiro andar tem um auditório que passa um filme de 10 minutos sobre a nossa língua e depois tem uma surpresa memorável após este primeiro filme, que não vou contar, quem quiser vá lá ver.

Lembrem-se em Sampa Museu da Língua Portuguesa de frente para a Pinacoteca, já tem outro programa, a Pinacoteca vale a pena ir também, assunto para outro post.

Salve todos!

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SoSuechtig, Burajiru