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sábado, 14 de fevereiro de 2009

Dublado versus Legendado

Vamos colocar as coisas em pratos limpos, sobre este lance, nesta cidade?

Eu não vou muito ao cinema desde que assinei internet ADSL, em 2001, a não ser que seja um filme de terror bem legal, daqueles da mocinha grudar no braço. Mas aí eu comecei a admirar as animações. Ah! As animações!

Um trabalho tão sensacional que merece ser prestigiado no cinema, por mais porcaria que ele seja, principalmente aqui em Brasília. Como todos os frequentadores de cinema bem sabem, não há uma sala que preste nesta cidade e o Cristiano já relatou isso muito bem neste post. Mesmo assim, gosto de ir ao cinema quando aparece o que eu chamo de "filme que vale a inteira".

Coraline é uma animação que vale a inteira, mas vejam que sensacional! NÃO HÁ NENHUMA CÓPIA LEGENDADA POR AQUI.

Então fica a dica pro pessoal dos cinemas de Brasília: Eu vou baixar da internet e assistir aqui no conforto do lar. Me processem.

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Tropa de Elite – Estréia Oficialmente

Bem, hoje vamos falar sobre o que foi que aconteceu com este filme antes de estreiar (sic), porque estrear já aconteceu a algum tempo em todos os pontos alternativos de venda de DVD’s das grandes cidades brasileiras.

Parece que era a última sensação da moda francesa, assistir a versão “alternativa” (não gosto da palavra pirata) do filme Tropa de Elite, a bagaceira foi tão grande que eu cheguei a pensar que era um documentário e não um filme comum, com atores, texto, produção, direção de arte e fotografia, figurinos e os cambau (sic) que vem acompanhando a produção de um filme comercial. Logo percebi que era um equívoco de quem escrevia e/ou de quem lia.

A primeira nota que li nem lembro onde, falava de um filme aproveitador, parasita, que queria vender a qualquer preço, que queria denegrir a imagem da corporação da polícia militar fluminense e tudo mais, depois li que era o melhor filme nacional já feito de todos os tempos a oitava maravilha do mundo moderno, que o cinema nacional não seria mais o mesmo depois disto, parece que até o cara que escreve uma coluna na revista Veja que gosta de polêmica para poder continuar sendo muito lido tinha falado dele, este eu não li porque não perco meu tempo com as linhas escritas por ele, que não me lembro o nome agora, quem lembrar coloque nos comentários.

Não assisti por meio de “cópias de segurança” porque gosto de dar uma força para o cinema nacional, como finalmente o filme chegou oficialmente para a tela gigante vou ver.

Tenho opiniões de vários amigos que já viram, porque o primo do irmão do cunhado do vizinho do amigo do sogro da empregada da vó encontrou uma cópia na rua, assim jogada. Sabe como é né? Então já que estavam na sala como visita não impediram que passassem o filme, já que tal atitude seria de uma deselegância imensurável (gosto da palavra IMENSURÁVEL, é mó chicona.). Então, todos que me contaram algo sobre o filme me juraram que foram vítimas de estarem no local na hora da exibição e não estavam aliados aos maus elementos que pasavam o filme de maneira, hã..., como direi, ..., hum, ..., quer dizer, ..., de maneira,..., veja bem, ..., de maneira não oficial, pronto, todos foram vítimas, meus amigos estão totalmente inocentes nesta história. Que isto fique bem claro!!!!!!!!!!!! Nenhum deles pediram dinheiro emprestado para comprar bezerra, trocar cheque, comprar ou vender boi ou TV/Rádio, ou coisa que o valha.

Então, todos falaram (pelo que entendi da história todos que viram conseguiram no esquema de relacionamento citado logo acima) que o filme é bom, nem oportunista, nem o melhor que já se fez no Brasil. Apena Bom, como deve ser um filme! Apenas um filme, que fala de favela, pobreza, corrupção, marginalidade, só que agora com uma visão de um prisma um pouco diferente, agora é a polícia quem tem a palavra.

Meu, não vou me deter a falar muito da força policial porque não cabe isto aqui, mas é no mínimo genial inverter a polaridade da narração (nossa gastei todo o português agora, minha esposa ficará orgulhosa quando ler), ou seja, deixar que a outra parte conte a sua versão dos fatos.

Tem um ditado chinês se não me engano que é o seguinte:

“A história tem sempre três versões, a sua, a do outro e a verdade.”

Vamos ver o mesmo de sempre, só que agora com a incrível sacada de mudar o locutor, só por isto já merece um voto de confiança, além de ter Wágner Moura (Deus é Brasileiro e Carandiru) como protagonista.

Para não se alongar mais sobre um filme que vou ver ainda, é o seguinte.

1 – Filme nacional merece crédito e bilheteria, pois fazer filme no Brasil é uma epopéia, melhorou muito, mas continua ruim;

2 – Wágner Moura no papel principal com alguns novatos, tem cheiro de Cidade de Deus, que por si só já é um atrativo, desde que não esperamos uma outra versão do consagrado filme;

3 – Uma velha história contada de maneira inédita, podemos rever alguns conceitos e criar novos pensamentos sobre assuntos que parecem estar empoeirados em nossas cabeças de tanto que achamos que são verdades imutáveis;

4 – E por fim, Tropa de Elite já entra para a história do Cinema Tupiniquim (não é um termo pejorativo), como o primeiro filme que sofreu realmente com o mercado paralelo de filmes. Sobre pirataria e afins, falarei sobre em um outro momento, não agora, por ser um filme que foi muito assistido antes, por meio das cópias de segurança soltas por ai, tem o desafio de não só ser bom, mas ser BOM o suficiente para que as pessoas assistam novamente na telona. Um desafio que alguns bons filmes internacionais não conseguiram vencer!

Mas se souber usar a propaganda grátis que teve, porque polêmica sobre filme só serve para fazer propaganda grátis do filme, pois polêmica todos querem ver e ouvir para poderem dar suas opiniões totalmente “certas” sobre o assunto.

O último exemplo deste fato foi o filme “Turistas” que foi um balacobaco imenso e todos foram ver como estes cineastas de meia tigela, OUSARAM falar mal da "Cidade Maravilhosa" e de nosso Brasil varonil.

Não vou também seguir falando sobre o filme “Turistas” porque não vi, mas não vi porque não é uma temática que me atraia, também não vi “O Massacre da Serra Elétrica” (não estou falando do ex-Deputado Federal pelo Acre Hidelbrando Pascoal), também não vi “O Albergue”, o tema não me atrai, por isto não vi, mas “Turistas” teve uma bilheteria maior do que teria se não falassem sobre um assunto polêmico que interessava ao povo brasileiro particularmente.

Tropa de Elite não indico porque não vi. AINDA!

Mas que me deu uma vontade danada de ver antes deu.

Agora irei ao cinema curtir com a cabeça desarmada para ver um filme apenas, nada mais que isto, nem obra prima nem lixo oportunista, um filme.

Algumas vezes o cinema é só entretenimento! Outras vezes arte! E em outras formas de aguçar o pensamento. Por isto que o cinema é apaixonante!

Apesar de para alguns não ser "apenas" entretenimento e para outros não ser arte, para muitos é apaixonante.

Salve Todos e boa Sessão (que dúvida como se escreve SESSÃO, ainda bem que tenho contatos para assuntos políticos e lingüísticos)!

sexta-feira, 29 de junho de 2007

Alhos com Bugalhos

Desculpe misturar política num espaço de cultura, mas não deu para aguentar o "espetáculo" do nosso Senador Roriz ontem (29/06) no plenário da Câmara, como posso suportar tamanha canastrice digna de um Oscar, esse cara é um ator, pera aí? Oscar? Não! Ele merece um Framboesa de Ouro - prêmio dado aos piores do ano - pelo seu show particular, que sem nenhum pudor ou fator de convencimento, fez com que chorasse, resmungasse, suplicasse, ajolhasse e orasse, sem que de nada adiantasse porque no local "felizmente" não havia nenhum eleitor do mesmo. O dono de pérolas como: Sr Cristovam é muito violento, isso é uma Castrastrofis, Crastatrofis, Cratrastrofris, conseguiu novamente, a apresentação desnecessária e lamentável é digna de divulgação e consequente recorde de acessos pela internet afora. Hilária! É um fanfarrão!

terça-feira, 26 de junho de 2007

A partir de hoje 26/06/07...

...o seu Blog é ponto Com e está virando Site!!!
Informar é atitude! Na Rota do Rock não se privilegia só a música, mas também o cinema, a televisão, o teatro, ou seja, a cultura e afins. Além de insanidades que eu achar interessantes para você leitor.
Essa é a sua rota, seja ela do rock ou de outro estilo com atitude e de toda a diversão!
Aguarde Novidades e Seja bem vindo!!!

segunda-feira, 25 de junho de 2007

Depois de um longo e tenebroso inverno...


...me desculpem pelo eventual e aparente "abandono", o mesmo aconteceu porque estamos tentando criar um site melhor para você e agora de volta, nessa semana teremos surpresas e espero que aguentem e gostem!
Depois dos mais diversos programas no qual ficaram desamparados, citarei alguns: cinema (Homem-Aranha 3, Extermínio 2, Shrek 3), discos (Lobão Acústico, Korn Unplugged, Linkin Park Minutes To Midnight), shows (Paralamas do Sucesso, Plebe Rude). Prometo mantê-los informados!
Obrigado e desculpe pelo transtorno causado.
Abração!

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007

O Julgamento de quem gosta de Música

Acho engraçado o comportamento humano, é fácil “bater” o olho em alguém e logo julgar, posso até me tomar como exemplo, durante a semana em função do trabalho ando de terno, gravata e cabelo penteado, os transeuntes devem passar, ver e pensar, que cara austero, deve ser um advogado, muito legal. Agora, se me vissem no final de semana, cabelo solto, ou boné, camisa regata e tatuagens à mostra, o pensamento seria outro: - Credo! Isso deve ser um maconheiro maluco, que coisa horrível!


Eu tenho essa dificuldade em relação às pessoas que curtem ritmos musicais nos quais execro, nunca sei se estão lá apenas por diversão – que no caso ainda é ruim – ou se realmente gostam daquilo.


Sou uma incógnita que os roqueiros mais radicais não conseguem entender, assim como não consigo entendê-los por ouvir só de um estilo, seja ele metal, punk, hardcore e etc. Na minha concepção o mau entendimento é mútuo porque a sonoridade hoje é universal, do Blues nasceu o Rock e deste outras vertentes, e o mesmo foi se enraizando em ritmos diversos e crescendo como um grande Frankenstein ou um mutante enfurecido.


O trabalho “setentão” com seus riffs e bateria seca e o progressivo com seu som virtuoso e muito bem trabalhado, foram os responsáveis pelo surgimento do heavy metal, que se desenhou nos anos 70 pelo Black Sabbath e ao longo dos 80 foi se desmembrando como uma árvore balançando suas folhas secas ao vento, e cada uma dessas diferentes foi se afastando da sonoridade original a partir dos 90. Em matéria de separação temos o clássico, trash, death, funk metal, grunge, nu-metal e etc. Cada um desses faz com que seus fãs se confrontem como se sua vidas dependessem disso, eu não, estou satisfeito em gostar de música, me permito o Kiss e não Manowar, simpatizar por alguma coisa do Iron Maiden e detestar Helloween, adorar Red Hot Chili Peppers, System of a Down, Nirvana, idolatrar o U2 e ser fã, muito fã mesmo de Rock Nacional, inclusive Engenheiros do Hawaii que muitos odeiam, pena que a versão tupiniquim tenha se perdido a partir dos anos 90, quanta coisa ruim vem aparecendo de lá pra cá.


Gosto de várias bandas, de várias canções, jamais abdicaria do meu direito de ser eclético em relação ao rock, que se dane, encaixando-se perfeitamente no meu ouvido está de bom tamanho.


Tá certo! Tá certo, tem coisas que são terríveis de agüentar, o tal do “Emo” que mais é um modismo, trata-se de uma manifestação capenga, um cruzamento de gótico, drag queen e marilyn manson com uma pitada de Nelson Gonçalves entoando o "clássico" A Volta de um Boêmio, e um corte de cabelo risível, é triste a cara desses garotos ou até mesmo escutar esse sonzinho chinfrim que eles curtem, aquele “I'm sorry, I can't be perfect do Simple Plan” é de "lascar", qualquer uma das bandinhas desse tipo são dignas de um furacão Katrina. Em contrapartida, o grunge que foi muito criticado pela galera metal era muito bom, até porque nos trouxe Nirvana, Alice in Chains, Soundgarden e outros, fora que ajudaram a divulgar outras bandas como o Red Hot. O Nu-metal tem coisas espetaculares também como Korn, System of a Down e etc, o mal do Nu-metal é que serviu de embrião para os "emos".


Apesar de me encaixar num perfil roqueiro, me recuso a usar um “tapa olho”, não sou cavalo, detesto olhar só para frente, adoro observar para os lados e descobrir coisas novas, desde que tenha qualidade. Por exemplo, não gostei do CD Eu Tiro é Onda do Marcelo D2, porque é o autêntico Hip-Hop e não faz meu gênero, os outros A Procura da Batida Perfeita, Acústico e Meu Samba é Assim são fabulosos, a mistureba de hip-hop, rap, samba e outros elementos valorizaram o trabalho do vocalista da extinta Planet Hemp, acredito que ele está perto de encontrar sua batida ideal.


O modismo na música incomoda e sempre incomodará, e o tempo se encarrega de separar o joio do trigo, afinal o estilo é você quem faz, abomino pagode e forró, adoro Bezerra da Silva e Luiz Gonzaga respectivamente e por aí vai.


Se permita gostar de outras coisas, isso é essencial para o crescimento musical de qualquer um, não suporto bossa nova, mas ela foi importante para o desenvolvimento da MPB, é assim mesmo, tem coisas de qualidade que não gostamos mas podemos curtir outras é só procurar. Abra seus horizontes! Não gosto de fado, hebraica, céltica, relaxante, mas valem, eu não me interesso, pra você pode ser que sim. A ordem de dia é experimentar!


Abração!

segunda-feira, 29 de janeiro de 2007

Música pra que?

Pergunto-me sempre que vou a uma festa, reflito quando converso sobre o assunto ou presto atenção quando vou a algum show. Música pra que? Não é mesmo?


Eu me considero um sujeito sensato em relação a música, prefiro o estilo Rock, pelo conceito de atitude, som e punch, as vezes me pego navegando por mares como o forró (Luiz Gonzaga), pagode (Bezerra da Silva), MPB (Arnaldo Antunes), Eletrônico (Fat Boy Slim), esses são exemplos de coisas boas que existem, toda regra possui uma exceção, e com certeza existem milhares de exceções deliciosas como alternativa a um estilo musical.


O radicalismo não é a fonte razoável para manter um diálogo, mas ajuda, afinal se você vier defender o Chiclete com Banana dizendo que é música serei RADICAL, mas é claro que se você adotar o discurso de que pode ser DIVERTIDO e realmente é uma porcaria concordarei, sabemos que se trata da variação de som que idolatra a bunda como estilo musical, e se você freqüenta esses shows ou festas apenas com o intuito de paquerar e se divertir, aceito seu argumento numa boa! Apesar de agradecer antecipadamente e já negando um convite caso você o faça, em tempo, axé, sertanejo e qualquer coisa que o valha, tô fora, risquei da minha lista.


Provando que acredito na necessidade da sobrevivência de todos os estilos, existe um lugar no Rio, a famosa Lapa, na qual todos os “multisons” ficam agrupados, um ao lado do outro sem brigas e todo mundo curtindo, é uma roda de samba ao lado de um bar de rock anexo a uma boate de axé, o negócio é impressionante, de coração, acho que em todos os lugares deveria existir algo como a Lapa, posso até ouvir o Caetano dizendo: “A Lapa é linda, o carioca é lindo, até os estilos que eu não gosto são lindos”. Quando for ao Rio, conheça, pois é obrigatório!!!


Estou longe de tentar te catequizar, pois não sou profeta, os que apareceram foram pregados numa cruz, queimados na fogueira ou embalados numa camisa de força, além do que o Rock também não é 100%, posso ficar aqui o dia todo listando porcarias que tem aparecido e continuam nos assombrando com suas melodias dignas de pano de fundo numa guerra no Iraque, seja no bom e velho Rock’n’Roll ou em outras bombas da música. Já pensou no que a banda Calypso poderia causar ao exército inimigo?


Voltando ao início, música pra que? No meu caso é a trilha sonora do meu dia-a-dia, como diria meu amigo Cláudio, eu sofro de abstinência musical, adoro ficar escutando minhas canções prá lá e cá, ouvindo o que me identifico e uso isso para ilustrar os acontecimentos diários. Quantas vezes você já se pegou escutando uma música e lembrou de um fato? E aquela memória viva é capaz de realçar o espaço tempo como se o mesmo estivesse sendo revivido agora. Incrível!


Música? Adoro! Não importa o estilo, desde que seja bom pelo menos para os meus ouvidos, um exemplo, no axé citado acima, possui um disco interessante, o 2° da Daniela Mercury, O Canto da Cidade (1992), no Sertanejo, o começo de carreira de Chitãozinho e Xororó era bacana, som regional, com boas melodias e não essa música de corno chato que se diverte com uma garrafa de cerveja.


Na minha opinião, a invenção do MP3 player é uma das maiores de todos os tempos, prático, pequeno, geralmente com bom armazenamento, funcional em todos os sentidos e já começa a ser acoplado em outros dispositivos como o celular por exemplo. Sensacional!!! Acredite, sei o que eu estou dizendo, afinal, já usei Walkmans (lembra daqueles amarelos?) de todos os tipos e Discmans que eu não podia espirrar que a música parava. O MP3 Comanda!!!!


Espero não ter torrado seu saco, desculpe se pareci antipático nesse primeiro contato, mas não, vou provar que sou um cara legal e apenas gosto de me divertir, só isso, é basicão mesmo, só que prefiro a qualidade ao invés da quantidade.


Abração!

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SoSuechtig, Burajiru