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quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Show 03/03 [FAITH NO MORE em BH]

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Porra!!! Caralho!!! Não me leve a mal, não é um xingamento gratuito, leia até o fim e entenderá. =D

O dia esperado finalmente havia chegado, embarcamos eu (@narotadorock), @cele75 e @mynameiswell para Belo Horizonte, finalmente iriamos curtir o show do Faith No More, há 14 anos sem assistir a uma apresentação do grupo que havia encerrado suas atividades em 1998, a expectativa só poderia ser enorme. Como diria Jack, O Estripador: Vamos por partes!

O VÔO:

Resolvemos voar para a cidade de BH via Ocenair, já que a passagem estava mais em “conta”. Supreendentemente a empresa foi pontual, tanto para ir quanto para voltar. Sem percalços na viagem, destaco na ida uma dor de ouvido, em razão da pressão, doía prá caramba e seu eu não fosse um macho convicto, teria gritado feito uma garotinha. Uma das aeromoças no vôo de volta me deu inveja, ela tinha mais bigode do que eu, e como dizem que mulher de bigode nem o diabo pode, preferi ficar longe dela. =D

O AEROPORTO:

2510571g Este livro serve bem para ilustrar o que é desembarcar no aeroporto da cidade de Confins. Realmente é Nos Confins do Mundo, fica a 40 minutos de BH. Caramba!.

Não chegue lá pensando em pegar táxi, os motoristas vão levar sua carteira, pelo menos devem poupar sua vida.

Se o seu mal for fome, quebre o porquinho e leve sua pequena fortuna, porque lá tudo é caríssimo! Saí de Belo Horizonte sem comer o alimento mais famoso e característico de Minas Gerais, deixei para tomar café no referido aeroporto e pasmem, um pequenino pão de queijo custa R$ 4,00. É por causa da fama que custa tão caro?

A HOSPEDAGEM:

Ficamos hospedados em um albergue intitulado “O Sorriso do Lagarto”, não, não era o sorriso do Tião Macalé. A hospedagem é localizada em um lugar calmo com acomodações simples e sem frescura em um espaço funcional. Curti prá caramba, além de ser muito barato. Fica a dica!

O atendente Sérgio comeu dobrado comigo e com o Wellington. Cometeu o erro de dizer que o Atlético MG ia ganhar do Flamengo, o galo acabou depenado por 3x1, então o Serjão teve que aguentar nossas malhações até a manhã da segunda feira. hehehehe

A CIDADE:

Futebol na cidade é coisa de maluco, até as mulheres de lá xingam em razão do esporte, e no meio da rua, ao lado do adversário. A paixão é completamente truculenta, naquelas bandas se cuide, porque se você estiver na situação contrária, no mínimo ganha uns tabefes.

Apaixonei-me por Belo Horizonte, a convivência foi pequena mas extraordinária. É um povo tão hospitaleiro que até um cabeludo tatuado igual a mim merece respeito e atenção, adorei! Dizem que mineiro é um povo desconfiado, se for assim, nestes dois dias os desconfiados estavam de férias. =D

Tive o prazer de conhecer a Praça da Liberdade, reunindo esportistas de final de semana e apaixonados pela cultura em um mesmo espaço. Multidiversidade é a palavra!

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Foto 1
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            Foto 2
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Legenda (Clique nas fotos para melhor resolução):

Foto 1: Fontes na praça da Liberdade.

Foto 2: Prédio escroto que parece um monte de panqueca amontoada.

Foto 3: Essa menina de vermelho num domingo de manhã é a Alice? Aquela do País das Maravilhas? Eu não tive coragem de fotografar de frente. Frouxo!

Belo Horizonte é um lugar de mulheres lindas, shopping sem MacDonalds e com Wi-Fi grátis – importante - e por incrível que pareça, prédios – mais importante ainda - com poucas pichações . Visite BH, uma cidade que respira entre montanhas e composta por ladeiras de dar inveja as da cidade de San Francisco/EUA.

O SHOW:

A apresentação aconteceu na casa de espetáculos Chevrolet Hall, ao contrário do que me disseram, gostei da acústica, pelo menos eu ouvi perfeitamente. O público foi um pouco decepcionante, segundo a mineirinha Renata Almeida (@rebatata): “a galera de Belo Horizonte não lota nenhum show de rock”. Realmente é uma pena, e muito pior do que não encher a casa, é a falta de educação que contrastou com tudo o que vi na cidade. É uma galera que não respeita a individualidade, claro, shows de rock são eventos para liberar o stress, dançar e pular. Mas saber que você está incomodando os outros, em uma “pourralouquice” sem tamanho, continuar e ainda achar que está com a razão, é no mínimo insensatez, concorda?

Outro absurdo foi em relação ao jornal O Estado de Minas, no dia do evento, não publicaram uma linha sequer sobre o Faith No More. Oras bolas, atração internacional na cidade e um jornal de grande circulação deveriam estar alinhados, isto é fato!

A abertura do show ficou a cargo da banda mineira Monno que começou a tocar por volta de 20h e faz um indie rock competente, mas totalmente descabido para estar ali, tocando para um público totalmente diferente da proposta dos caras. Em um momento do show o vocalista da Monno avisou: – Vocês podem conferir nossas músicas no Myspace. Daí o público respondeu: – Tudo bem podem ir embora, a gente escuta no Myspace! Este foi o tom da apresentação que durou em média 40 minutos.

2Por volta das 21h era a vez do filé mignon, Mike Patton (vocal), Billy Gould (baixo), Roddy Bottum (teclados), Mike Bordin (bateria) e Jon Hudson (guitarrista)  sobem ao palco em trajes  de gala, impecáveis e prontos para enlouquecer a galera que os recepcionava. A instrumental “Midnight Cowboy” foi a escolhida para a abertura, seguida de “The Real Thing”, uma grata surpresa, pois esta canção não foi executada em nenhum show da perna brasileira na turnê “The Second Coming”, que se encerrava naquela noite em Belo Horizonte após se apresentarem em Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo.

O setlist teve uma faixa do filme Carruagem de Fogo (1981), a trilha sonora Chariots Of Fire do grego Vangelis,  uma do primeiro disco We Care a Lot (1985), três do clássico The Real Thing (1989), cinco de Angel Dust (1992), seis de King for a Day...Fool for a Lifetime (1995) e três do último do trabalho, o Album of the Year (1997), ficando apenas de fora o segundo disco Introduce Yourself (1987). Foram 19 canções executadas em pouco mais de 1h30 de um grandioso espetáculo.

Alguém tem que avisar ao Patton que bossa nova não é legal, apesar de ser engraçado ouvir ele cantar “Ela é Carioca” como música incidental em “Caralho Voador”, já curiosa por sua versão cantada em um portunhol com letra sem vergonha. O vocalista pirou, pulou, fez caretas, tentou engolir o microfone, orquestrou as famosas “olas” como acontecem nos estádios, brincou com a visita da Madonna e disse que com este show finaliza muito bem a turnê pelo país. Outro destaque fica para os efeitos nas canções, a maioria disparada pelo próprio Patton, seja por megafone, microfone e outros barulhinhos em um set instalado perto do microfone do cantor.

Missão cumprida para a banda e para o público. Só nos resta torcer que retornem ao país e de preferência em um curto espaço de tempo. É fato conhecido a admiração que eles sentem pelo Brasil.

Ah! Você quer saber o que é Porra!!! Caralho!!! né? É a saudação de estase e felicidade da banda, que foi plenamente seguida pela platéia! Porra!!! Caralho!!! foi demais! Indescritível!!!

Setlist:
Midnight Cowboy || Álbum Angel Dust (original por John Barry para o filme homônimo)
The Real Thing || Álbum The Real Thing
Land of Sunshine || Álbum Angel Dust
Caffeine || Álbum Angel Dust.
Evidence || Álbum King for a Day...
Surprise! You’re Dead! || Álbum The Real Thing
Last Cup of Sorrow || Álbum Album of the Year
Ricochet || Álbum King for a Day...
Easy || Álbum Angel Dust (original por The Commodores)
Epic || Álbum The Real Thing
Midlife Crisis || Álbum Angel Dust
Caralho Voador (música incidental: Ela é Carioca - Vinicius de Moraes) || Álbum King for a Day...
The Gentle Art of Making Enemies || Álbum King for a Day...
King for a Day || Álbum King for a Day...
Ashes to Ashes || Álbum Album of the Year
Just a Man || Álbum King for a Day...
(BIS)
Chariots Of Fire (Vangelis)
Stripsearch || Álbum Album of the Year
Mark Bowen || Álbum We Care a Lot

Fotos do Show

Just push play (assista no youtube em HD)

Se preferir curtir as fotos direto no site do picasa, clique aqui, divirta-se e faça o download das fotos que preferir.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Show 02/03 [RITCHIE]

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Ritchie e uma de suas performances

A meia noite, já no dia 07/11, Ritchie, o maior hitmaker do pop nacional nos anos 80, subiu ao palco esbanjando simpatia e boas canções. Após 17 delas e acompanhado por uma boa banda, o cantor inglês radicado no Brasil há mais de 30 anos deixou no ar um gostinho de quero mais.

“A Mulher Invisível” abriu o show e colocou a platéia para dançar, até hoje não entendo porque ela não entrou na trilha sonora do filme homônimo interpretado por Selton Mello e Luana Piovani. Contagiante e seguida pela não menos interessante “A Vida Tem Dessas Coisas”, foi após “Nesse Avião”, que a belíssima “Outra Vez”, balada carro chefe, que dá título ao novo CD/DVD, fruto de uma parceria com Arnaldo Antunes, foi executada e prontamente aprovada.

Educado, comunicativo e a todo o momento fazendo “trejeitos” com o corpo e as mãos, o inglês foi perfilando sucessos, deixando o público cada vez mais confortável com o espetáculo. Além do início arrebatador, encerrou seu show com uma sequencia formidável de canções radiofônicas: “Casanova”, “Transas”, “Menina Veneno” e no BIS com “Pelo Interfone”.

No camarim, Ritchie me confessou que a grana pelos royaltes por “Menina Veneno” é bem vinda, mas ele se sente frustrado pelas regravações que nada acrescentam a maior canção de sua obra.

Nas canções “Mercy Street” e “Shy Moon” podemos até pensar, como esse cara canta bem em inglês né? De tão familiarizado que ele está com nossa cultura, ok, o sotaque entrega a nacionalidade, mas suas atitudes são de um workaholic responsável e coerente em sua carreira. O pequeno público saiu super feliz com a apresentação profissional e divertida, quem não foi, perdeu a chance de ver um grande show.

Setlist (entre parênteses a origem da canção):
A Mulher Invisível (E a Vida Continua)
A vida Tem Dessas Coisas (Vôo de Coração)
Nesse Avião (Circular)
Outra Vez (Inédita com Arnaldo Antunes - Outra Vez ao Vivo)
Lágrimas Demais (Auto Fidelidade)
Loucura e Mágica (Loucura e Mágica)
Agora ou Jamais (Disco do Tigres de Bengala)
Vôo de Coração (Vôo de Coração)
Mercy Street (Peter Gabriel - Novela O Sorriso do Lagarto)
Fala (Novela A Favorita)
Só Pra o Vento (E a Vida Continua)
Cidade Tatuada (Inédita - Outra Vez ao Vivo)
Shy Moon (Disco Velô do Caetano Veloso)
Casanova (Vôo de Coração)
Transas (Loucura e Mágica)
Menina Veneno (Vôo de Coração)
[BIS] Pelo Interfone (Vôo de Coração)

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Clique nas fotos para melhor resolução

Crédito das fotos: Cristiano Porfírio

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

PR5, Revelações por minuto, Revolução!, Junior Jhons, Tom Bloch, ChicoTuíta, Carlos Marcelo, Blog, etc…

Rá… quanto tempo, hein??? Ainda não desisti. Pura falta de tempo por correria devido à mudanças. Várias mudanças… mas creio que não fiz falta. Então, para o retorno, um mega-post (é muito longo o post, muito longo… mais longo que o meu… é… é… nariz… mais longo que meu nariz) sobre vários assuntos que deveras acometem-me (ui!)…

1) PR5

Você sabe o que é PR5?? Então… creio que não. Não o culpo. Agora você vai saber e sua vida mudará. PR5 é a banda atual de Paulo Ricardo. Sim, queridos… Paulo “Lindo de morrer” Ricardo, o do RPM. Pois então, o PR5 estará em Brasília na próxima sexta-feira, dia 14, no Luau do Iate. Lógico que eu já fiquei todo excitadinho e já garanti meu ingresso.

PR5 - Só Paulo Ricardo Lindo, tesão, bonito e gostosão… (significa…)

Então… mas só vá se você gostar muito de RPM. Mas é muito MESMO!!!! Em 2005 fui num evento na AABB que era show da PR5 e do Lenine Leoni. Daí, caso ele siga a linha do show de 2005, será somente RPM (o que é bom) + Fase romântica de Paulo Ricardo pós-RPM (há controvérsias sobre a qualidade). Agora, tenho que ressaltar uma coisa: o Paulo Ricardo no palco é algo impagável. Ele veste o personagem de garanhão do rock, fazendo caras e bocas. Tipo o Chris Cornell, do Audioslave, nesse clipe. Miacabo de rir.

Serviço:

Luau do Iate com PR5 (banda de Paulo Ricardo, sr. RPM)

Dia 14/08, sexta-feita, a partir 22h, na orla do clube

Informações em www.iatebsb.com.br ou 3329-8700. Apoio: Interline Turismo e Cotton Up.

A conferir como vai ser. E daí esse assunto me lembrou…

2) Revelações por minuto

Revelações por minuto

Um produto para quem é fã de RPM ou para quem se interessa pela história do Rock Nacional dos anos 80. Revelações por minuto, de Marcelo Leite de Moraes, é um excelente livro sobre a história do maior clímax e anti-clímax do Rock Nacional do período. O autor consegue ser detalhista explorando bem o fenômeno que foi o álbum Rádio Pirata e a declínio que a própria banda se meteu.

Comprem e leiam para conhecer mais. Além de excelente design, o livro também consegue equilibrar a história entre os 4 integrantes (Schiavon, PA, Paulo Ricardo e Deluqui), algo que nem sempre é possível, dado o enfoque que normalmente se dá ao vocalista de qualquer banda. Destaco o fato de que Ney Matogrosso era o diretor do show que gerou o disco Rádio Pirata Ao Vivo. Isso eu não sabia, mesmo já tendo assistido…

 

3) Revolução! RPM 25

Um set/caixa/box com 3 CD’s lançados há mais de 20 anos, um CD com raridades em um DVD com a gravação feita em VHS pode valer mais de 50 reais?? Não só pode, como deve! Se o set/caixa/box tiver um excelente livreto com textos do maior pesquisador da banda, além de, mais um vez, design divino (feito por Luiz Stein Desing), se um desses CD’s for Rádio Pirata Ao Vivo (1986) e se o DVD ter, não só, o registro do maior show de Rock Nacional dos anos 80, bem como a íntegra do Globo Repórter sobre o RPM.

Esta é o set/caixa/box (que frescura) Revolução! RPM 25 anos. Lançada no ano passado, é um altar de adoração ao mais intenso momento do Rock Nacional. Hoje, gostar de RPM é meio vergonha para a maioria. Para mim, é a mais pura dRevoluçãoevoção à época que “Louras Geladas” era a música que fazia todos os adolescentes gritarem. Agora eles gritam quando toca qualquer coisa que seja “universitário” (forró, sertanejo, pagode, etc… o que, na verdade, é um desrepeito ao conceito de unversitário).

Mais um produto para quem é fã de RPM! Esse é indispensável. As imagens do show Rádio Pirata Ao Vivo são de deixar qualquer saudosista (como eu) com lágrimas nos olhos. Bem… eu não sou muita referência porque chora até em enterro de senador… mas, mesmo assim… ver as imagens do primeiro disco de rock que eu vi, é sensacional. É um clássico… e, falando em clássico…

 

4) Junior Jonhs

Camarada Kell solicitou-me e, portanto, é ordem.

Junior Johns

Tá procurando programa para sábado?? Não quer ficar em casa assistindo Zorra Total?? Júnior Johns com o show Rock Clássico no SESC 504 sul. O artista gamense faz um show no estilo indie-Los Hermanos-introspectivo. Seja lá o que isso quer dizer. Mais de Júnior Jonhs no myspace do camarada. Myspace que fez aprofundar-me em…

5) Tom Bloch

No distante 2004, a um show da banda Edur Ebelp, no Gates, eu fui. O baterista da banda chamava-se Iuri Freiberger e falou que só estava tocando pra ajudar os amigos Philippe e André, porque tinha uma banda no Rio Grande do Sul chamada Tom Bloch. Lembrei disso no sábado, sabe-se lá porque por que a razão, e resolvi procurar no myspace (local que não é de meu hábito frequentar). Procurei, achei e, finalmente, tem uma banda “nova” que eu gosto. Do myspace fui para o youtube e o SENSACIONAL clipe da música A Dúvida é agora o toque do meu celular. Confiram…

 

Entrem no myspace, baixem as músicas, votem neles no VMB e no prêmio NaRotaDoRock Sharp-Twitter. Procurei, inclusive, o twitter da banda, mas não achei. E, falando em twitter…

 

6) Chico Tuíta = @farinhafina

Este é o meu twitter: @farinhafina. Mal tenho o que escrever, nem tempo. Nem precisa me seguir. Leio alguns outros. Gosto muito do ricaperrone e de Deus (PS: Sigam Deus…). E, como ando sem tempo…

 

7) Carlos Marcelo

Vocês já sabem que o Carlos Marcelo é o autor do sensacional Renato Russo – O filho da revolução, certo? Fiz uma entrevista com ele, em meados de julho… mais de uma hora de conversa. Estou sem tempo de degravar a entrevista, que, já adiantando, foi sensacional. Se tiver algum voluntário para degravar, manda um e-mail para desocupado@gmail.com ou farinha80@gmail.com. Informo também que pode ser que a entrevista seja publicada em outro veículo de comunicação. Estou negociando a publicação da entrevista na revista Playboy…

 

 

Rá… pegadinha do Mallandro… brincadeira… é só falta tempo mesmo. Carlos contou histórias interessantes sobre a criação livro e mais uma porção de história dos anos 80. E, falando, de novo, em anos 80…

 

8) Blog Pós-New Fotografia

Acessem: http://posnewfotografia.blogspot.com/. Depois sigam-o!

Esse é o blog de fotografia de quem acompanhou de muito perto os anos 80 em Brasília.

Finis Africae

Finis Africae, nos anos 80, por Nicolau El-moor.

Eu, que não sou lá super-fã de fotografia, achei sensacional… O Blog é um baú que está se abrindo, com imagens feitas por Nicolau El-moor (famoso por ser o fotógrafo oficial dos Melhores do Mundo) e de Ricardo Junqueira. Vale muito a pena conferir!!

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Se você chegou até aqui, és um/uma perseverante.

Satisfações a todos…

domingo, 7 de junho de 2009

Conferimos o ensaio da Plebe Rude

Eu (Cristiano Porfírio), Dijanira Goulart e Wellington Serino fomos ontem (06/06), conferir o ensaio geral da Plebe Rude antes do show de lançamento do DVD. Só posso dizer uma coisa, pelo que testemunhamos, tanto a música inédita, como as novas versões dos clássicos estão sensacionais. Essa nova composição, somada ao verniz aplicado na obra revisitada, resultou em um repertório de 21 canções, que acredito ser uma compilação para Plebeu (fã) nenhum botar defeito.

O ensaio foi muito bom, divertido e produtivo, acentuando o melhor momento da banda em muitos anos, desde a troca de integrantes. Será o registro fiel de um grupo amigo, criativo e “pilhado”. A boa energia que rolava no estúdio era quase “tangível”.

A gravação está cercada de cuidados, em uma conversa com Caco, responsável pela iluminação, percebi o quanto a Plebe busca pelo primor nessa apresentação, que inclusive não cairá no óbvio de participações, segundo Philippe e Clemente: “Será só a Plebe, participação parece muleta, nada haver convidar um Zé Mané para chamar a atenção”.

Como não podemos estragar as surpresas preparadas pela banda, vamos te dar um gostinho, abaixo assista um trecho da canção proteção e veja várias fotos, que ratifica minha boa impressão sobre o ensaio. Dijanira amanhã publicará uma matéria, resultado da entrevista que ela fez com o Philippe e Clemente, fique ligado, o seu NRDR até o dia do show irá postar outros capítulos sobre essa gravação, incluindo vídeos e quem sabe a música inédita, para que você possa ir com ela decorada na ponta da língua.

Aquele abraço,

Cristiano Porfírio

P.S.: Atualmente o site da Plebe é pleberude.art.br, que muito em breve voltará a ser  pleberude.com.br.

Vídeo de Proteção diretamente do ensaio:

Aperte o “play” e divirta-se!

OBS1: A exibição do vídeo no Internet Explorer pode “dar pau”, se for seu caso, assista nos navegadores Firefox ou Chrome.

Curta abaixo um slideshow do álbum de fotos:

Clique uma vez para ver a foto em tamanho natural.

OBS2: Ao ver as fotos no site do Picasa, para cada uma delas existe um botão de download, elas já estão na resolução 1024x768, para ser usada como papel de parede.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Plebe Rude di grátis e sem pagar nada...

Oi. Meu nome é Daniel Farinha e eu abandonei este site. Quer dizer, abandonei não. Só sumi porque estou com o tempo meio aperriado… Tenho me dedicado muito pra isso e quase nada pra isso, fora as coisas cotidianas como trabalho, estudos, casar, diversão, etc… Mas estou de volta com um show que todos que gostam de rock nacional devem prestigiar: Plebe Rude.Dentro do projeto “Cultura nas cidades” (que deve ser uma releitura do “Arte por toda parte” que, por sua vez, era uma releitura do “Arte na comunidade”, etc… entenderam, né?? Muda o governo, muda o nome do projeto cultural…), a Plebe Rude se apresentará no próximo domingo, perto das 22h, na Torre de TV de Brasília, com entrada franca, gratuita, de grátis e sem pagar nada. Lembrando que segunda é enforcamento de feriado, então não tem desculpa para não ir.

No show, devemos ouvir todos os crássicos da Plebe, como Até quando esperar, Minha Renda, Proteção, Códigos, Este ano, Sexo e Karatê, Bravo Mundo Novo (que é a minha preferida) e músicas do último álbum, R ao Contrário, como Catarina, Mero plebeu, Mil gatos no telhado, O que se faz e a célebre Voto em branco.
Quem quiser mais informações pode ler o brógui do André X, baixista da Plebe.


Txotxa, Clemente, Philippe e André “El diablo” X… “Seja alguém… vote em ninguém”

Serviço- Projeto Cultura nas cidades

- Diversas atrações nos dias 18 e 19 de abril, sábado e domingo, na Torre de TV, em comemoração aos 49 anos de Brasília.

- Dentre as atrações, para o domingo, tem Gog por volta das 18h30 e Plebe Rude às 22h. No sábado é melhor você ficar em casa.

PS: Se puder, vá ao show do Gog também. Gog é, com certeza, o melhor rapper do Distrito Federal de todos os tempos.

PS2: Se eu conseguir entrar em contato com o André X, vou tentar uma entrevista até o dia do show. Falando nisso, André X, se você ainda nos lê, manda um e-mail pra mim: farinha80@gmail.com.

Satisfações,
Daniel Farinha

terça-feira, 24 de março de 2009

Radiohead em São Paulo

Depois de tanto Iron Maiden, vamos falar do outro show internacional de peso que o Brasil teve neste último fim de semana. Apesar de não ter sido em Brasília, eu estava dando um rolé em São Paulo e acabei entrando no show com a ajuda de um corintiano com pinta de malandro que oferecia uma pulseira de imprensa por reles R$150, patrocinados pelas senhoritas Rita Kramer do Disk Rizza e Clarissa do Tsc, tsc, tsc, figuras adoráveis!

Pois bem, não sou fã histérico do Radiohead mas reconheço a importância da banda, além de realmente gostar de algumas músicas. Reconheço a importância do Kraftwerk também, mas nem por isso deixo de achar a banda chata, apesar de interessante visualmente. Não sou nenhum "fãscista" do Los Hermanos também, apesar de gostar MUITO de várias músicas. O fato é que o show só não foi um entretenimento de nível próximo ao supremo porque a organização do Just a Fest escolheu um lugar mais lamacento que a nossa velha Granja do Torto para comportar os 30 mil pagantes e o bar tinha três fichas: R$3, R$5 e R$8, respectivamente água, cerveja/refrigerante e "lanche aleatório não declarado" (e a gente reclamando da cerveja a R$4 daqui com amplas e variadas praças de alimentação).

Fora isto, Los Hermanos empolgou quem estava com saudade, Kraftwerk surpreendeu com os robôs que os substituem, não deixando o show parar, para uma rápida troca de roupa e a iluminação de palco do Radiohead era a decoração.

Eram como aquelas lâmpadas compridas, mas gigantescas, penduradas no palco. Funcionava como um plugin de espectro do Winamp, reagindo às músicas ou aos temas, com várias cores e movimentação constante. Este foi um show à parte, se querem saber. Como a maioria do setlist era baseado no último álbum, "In Rainbows", só fã que é fã mesmo conhecia tudo e cantava junto. É algo meio novo para fãs de "Ok, Computer", acostumados com outra sonoridade. Isto tornou o show morno, só aquecendo a multidão na hora dos hits. Abaixo você vê o setlist, com negrito nas que realmente causaram furor na platéia inteira:

15 Step
There There
The National Anthem
All I Need
Pyramid Song
Karma Police
Nude
Weird Fishes/Arpeggi
The Gloaming
Talk Show Host
Optimistic
Faust Arp
Jigsaw Falling Into Place
Idioteque
Climbing Up The Walls
Exit Music
Bodysnatchers

Bis 1
Videotape
Paranoid Android
Fake Plastic Trees
Lucky
Reckoner

Bis 2
House of Cards
You and Whose Army
Everything In Its Right Place

Bis 3
Creep


Esta última causando lágrimas até neste que vos escreve, fazendo valer cada dor muscular e cansaço acumulado. Um show absolutamente incrível mesmo para os semi-fãs.

domingo, 22 de fevereiro de 2009

NRDR na Cobertura do Oscar 2009

Publicamos comentários em tempo real conversando ao vivo com participantes, se quiser saber como foi é só clicar no símbolo de "replay" logo abaixo e curtir a nossa cobertura on-line do Oscar 2009. Tudo isso, aqui no seu N.R.D.R. Aguarde mais novidades!

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