segunda-feira, 9 de julho de 2007

Fotos do 2° dia do Festival de Inverno - 07/07/07

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sábado, 7 de julho de 2007

Cobertura do 1° dia do Festival de Inverno de Brasília

Começou em 06/07/07 a 1ª Edição do Festival de Inverno de Brasília, a estréia do evento anual contou com as apresentações de Zélia Duncan, Maria Rita e Titãs, assumo que essa escalação me deixou aflito, ainda mais depois de um atraso de duas horas e meia, mas que nada, somando-se os shows e uma super estrutura, o resultado foi sensacional!


Os Shows:

As atrações da noite mostraram um bom “jogo”, Zélia Duncan era a equipe de “futebol” feio, mas extremamente competente; Maria Rita mostrou jogo de cintura, técnica e um carisma inigualável e os Titãs, a seleção de “masters” com seu espetáculo entrosado, bem trabalhado, apurado pelos 25 anos de carreira.


Zélia Duncan – 22:30 a 00:00 – subiu ao palco com a ingrata missão de receber uma platéia indignada, que vaiava o atraso descompromissado numa noite congelante, resultado, tirou de letra, foi simpática com o público, interagindo sempre, dedicou uma música a Itamar Assumpção – ele adorava Brasília -; Tocou Eu Vou Estar do acústico do Capital Inicial – estudamos juntos – referido-se ao Dinho; Homenageou Rita Lee e Cazuza, tocando respectivamente Pagú e o clássico Exagerado.


Desfilou sucessos como Mãos Atadas (parceria com Frejat), Carne e Osso da novela Sete Pecados, Enquanto Durmo, Catedral e Alma, no bis ainda nos presenteou com Nos Lençóis Desse Reggae (músicas incidentais Não Chore Mais de Giberto Gil e One Love de Bob Marley) e Ando Meio Desligado dos Mutantes, no qual ela faz parte ocupando o lugar que era de Rita Lee.


Duncan provou ser extremamente confiante e sua salada de ritmos brasileiros mesclados com um pop rock de qualidade mostra que com maturidade pode estourar no mercado fonográfico.


Maria Rita – 00:30 às 02:00 – era a apresentação da noite que eu tinha mais ressalvas e como resultado, fiquei estupefato, boquiaberto; A filha de Elis Regina, mostrou que pode definitivamente largar essa alcunha, possui vozeirão e carisma prá dar e vender, presença de palco fenomenal, trocando em miúdos, é uma Diva, completamente apaixonante. Concordo e compartilho em gênero, número e grau, com todo o brilho no olhar da bela Luísa da RP 1 Comunicação (foto abaixo), Maria Rita tem o poder de nos transformar em crianças e sentir como é bom curtir um espetáculo que flui de forma sincera e com amor.


A cantora desfilou músicas dos Los HermanosVeja Bem Meu Bem e Todo Carnaval tem seu Fim – canções que ficam melhores com ela do que com o chato do Marcelo Camelo; O RappaMinha Alma e O Que Sobrou do Céu – ; Além de Pagú – acho que era o hino da noite porque Zélia tinha acabado de tocar – , Muito pouco, Conta Outra, Tristesse, Encontros e Despedidas, Menininha do Portão, Não Vale a Pena, Caminho das Águas, Recado, Casa Pré-Fabricada, Santa Chuva e um bis com Recado + Cara Valente, Conta Outra versão samba e a Festa.


Muito bom, sensacional, não digo que fiquei fã, mas realmente bastante balançado pelo rebolado da bela moça!


Os Titãs – 02:30 às 04:00 – invadiram o palco com a competência de sempre, logo de cara vieram com a Melhor Banda de todos os Tempos da Última Semana, acordando uma platéia sonolenta, cansada e morta de frio, emendaram com AA-UU, Domingo, Aluga-se (Raul Seixas) e Flores, pronto, já estava todo mundo acordado e serelepe; Tocaram o Portão (Roberto Carlos), Go Back, Prá Dizer Adeus, Provas de Amor e Epitáfio. Caminho devidamente pavimentado era hora dos clássicos, uma sessão de pauladas com direito a Bichos Escrotos, Polícia, Comida, Pulso, Lugar Nenhum, Homem Primata, Sonífera Ilha e a inserção da atual Vossa Excelência, desculpe a expressão, mas foi foda demais!!!!! O bis magrinho com Marvin e É Preciso Saber Viver não comprometeu a apresentação bombástica e corrobora a importância da banda para o Rock Nacional.


Nos bastidores a banda estava feliz com o resultado do show e Charles Gavin disse-me que planos para novo álbum só ano que vem e o disco deve mostrar surpresas com a interação apenas dos cinco integrantes restantes dos oito, pois os mesmos estão ensaiando insistentemente.


Pontos negativos

* Duas horas e meia de Atraso.

* No open bar a cerveja deveria ser servida em copo descartável e não em lata.

* O efeito neve pelo menos no 1° dia não obteve o resultado esperado.

* Imprensa não ter acesso ao backstage; aos camarins tudo bem porque isso é facultado ao artista liberar ou não a visita, mas restringir backstage é demais!


Pontos positivos:

* Estrutura fantástica, não é freqüente o bom gosto e a atenção dadas por produtores ao público. Festival grandioso.

* A galera da pista será agraciada com um avanço da mesma nos shows de hoje.

* Assessoria de comunicação excepcional, sempre de prontidão e com uma simpatia ímpar.


Não marque toca, 07/07, último dia de evento, não perca!

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Fotos do 1° dia do Festival de Inverno - 06/07/07

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sexta-feira, 6 de julho de 2007

Cena blogueira

Começa-se a se criar a cena bloguera de Brasília.

Eu conheço o Sbubs, o Joselitando, o recém-criado Mussum Jr. e o inigualável Farinha, além das senhoritas Nem te Conto e Simplesmente Melhor. Lembrança também ao finado Mozovo.

De qualquer forma, espero muito da festa do segundo aniversário do Joselitando.


Conheci esse blog recente, li poucos posts, mas já reparei extrema sagacidade e refinado humor em seu conteúdo.

Então, não marquem toca. Compareçam!!

PS: Brasília é assim, vários finais-de-semana no ócio total, e um final-de-semana com 3 excelentes atrações. E só não são 4, porque desmarcaram o Lobão.

Camisa de Vênus

A primeira coisa que vem à minha cabeça quando penso em minha infância e na banda Camisa de Vênus é o saudoso grito: "Oh Sílvia, Piranha".

Eu achava aquilo o máximo. Os caras gravaram um palavrão no disco e repetindo várias vezes...

Anos depois, descobri que aquilo era o início da banda baiana mais rock´n´roll de todos os tempos. E que a música Sílvia era apenas dor de cotovelo transformada em ira direcionada à uma mulher que ele acreditava, mas que ele desconfiva que estava lhe traindo.

A banda que sempre foi contra o mercado fonográfico do jabá, das imposições das gravadoras e da massificação da cultura inútil vem à Brasília para show único na noite de sábado, às 22h.

Clássicos do Rock Nacional dos anos 80 não vão faltar: Sílvia, Eu não matei Joana D´Arc, Beth Morreu, Hoje e Simca Chambord. Além de músicas adoradas pelos fãs do Camisa, como My way, A ferro e fogo e O adventista.

E, devo admitir uma coisa que tenho muita inveja: nenhuma banda brasileira de rock teve tanto contato com o Deus do Rock Brasileiro: Raul Seixas. É só citar que o último álbum de Raul lançado com ele ainda vivo foi o completo "A panela do Diabo". Dessa parceria, foram compostas Muita Estrela pra pouca constelação, Carpinteiro do Universo, além da minha favorita, Pastor João e a Igreja Invísivel.

Não marquem toca!!! Amanhã tem Camisa de Vênus em Brasília. A única banda que consegue tocar Teclado/Piano no Rock sem parecer artificial.


Marcelo Nova, vocalista do Camisa de Vênus. Eles não fazem música para adestrar macaco.

Sábado, dia 7 de julho, às 22h, no Arena Futebol Clube (Setor de Clubes Sul, trecho 3, em frente à AABB). Show com a banda baiana Camisa de Vênus. Abertura: Besouro do Rabo Branco e Gangorra (pop rock nacional dos anos 80).
Ingressos: R$ 30,00 + 1kg de alimento não-perecível à venda nas lojas da Discoteca 2001 e Chili Beans.
Informações: 3034-6655, 3034-3399 ou 9643-3142

quinta-feira, 5 de julho de 2007

VAI COMEÇAR O 1° FESTIVAL DE INVERNO


Nos dias 06 e 07 de julho, acontecerá o 1° Festival de Inverno de Brasília, ansiosos, torcemos para que seja um sucesso, aguardando de antemão as próximas edições. A festa de caráter multifacetado, que reúne grandes nomes da MPB, Pop Rock Nacional e DJ’s promete esquentar a cidade em duas noites bem disputadas e divertidas, os organizadores do evento aguardam um público diário de 8.000 pessoas.

A preocupação com a diversão de qualidade é o diferencial preparado pelo Grupo Vibe Entretenimento – empresa produtora do FIB – por exemplo, um túnel cenográfico na entrada do evento, com elementos de características visuais e sensitivas, como esculturas de gelo, árvores perdendo a folhagem e uma climatização a 13º; o “grand finale” será na saída do túnel, quando três máquinas irão reproduzir flocos de neve, destaque também para o palco emoldurado por painéis de LED (aquelas microlâmpadas eletrônicas), essa moldura na boca de palco feita com as luzes e dará a impressão de movimento constante. Imperdível, divirta-se!!!

A previsão de abertura dos portões as 18 horas nos dois dias é interessante para que os freqüentadores conheçam a estrutura, façam compras nas lojas com produtos de inverno e aproveitem para esperar os shows em um dos 04 restaurantes do local.

Programação dos Shows:
06/07 – Sexta-feira
20h - Zélia Duncan
22h - Maria Rita
0h - Titãs
1h30 - Festa Flashback

07/07 - Sábado
21h - Nando Reis
23h - Lulu Santos
1h - Festa Dance HouseValores:
PISTA - R$ 40,00 por dia ou R$ 70,00 o passaporte.
VIP-PALCO (open bar) - R$ 90,00 por dia ou R$ 160,00 o passaporte.
TRIBUNA VIP - Mesas com 4 lugares e open bar com whisky e drinks - R$ 1.000,00 por dia e acima de 2 mesas 10% de desconto no valor total.

segunda-feira, 2 de julho de 2007

Titãs, a grande banda do Festival de Inverno

A banda grande que virou uma grande banda volta à Brasília para show no FIB. Paulo Miklos, Sérgio Britto, Tony Bellotto, Branco Mello e Charles Gavin sobem ao palco com a turnê do álbum MTV - Ao Vivo, 16º da gloriosa carreira (sendo 2 ao vivos, 1 acústico, 10 de inéditas, 1 álbum de compilação e o "Volume II" e "As dez mais" que não têm classificação).

O álbum, lançado em 2005, 17 anos após o lançamento do primeiro ao vivo (Go Back), ecoa como uma das melhores produções nacionais ao vivo. Gravado em Santa Catarina, para um seleto grupo de fãs, conta com clássicos como AA UU, Polícia, Bichos Escrotos, Lugar Nenhum e Cabeça Dinossauro. Destaque para a regravação de Mentiras e Eu não sei fazer música, músicas extremamente Lado B. O show é muito bom, porém o álbum padece de uma pegada mais rock´n´roll. Enquanto houver sol, Não vou lutar e Epitáfio, bem separadas por outras músicas, atrapalham o ritmo, deixando o ouvinte com o sentimento de que o álbum podia ser melhor.

Independente dessa análise, show dos Titãs normalmente guardam grandes surpresas para os fãs da banda. Como o show na Esplanada dos Ministérios do 7 de Setembro de 2004, quando tocaram uma parte do show sem banda de apoio (deslocando Branco Melo para o contra-baixo e Paulo Miklos para uma guitarra) as músicas Será que é disso que eu necessito e Nem sempre se pode ser Deus. Ou no show da UnB, em dezembro de 2001, quando abriram com Nome aos Bois e Jesus não tem dentes no país dos banguelas.

Começaram com 9, ficaram clássico com 8, chegaram ao topo com 7, hoje são apenas 5.

Não marque toca!!!

Festival de Inverno de Música

Dia: Sexta, 06 de julho - outras atrações nesta data: Zélia Duncan (vá se tiver tempo), Maria Rita (marque muita toca!!) e Festa Flashback (pode ser muito boa ou muito ruim).

Local: Hípica de Brasília.

Valores: PISTA - R$ 40,00 por dia ou R$ 70,00 o passaporte.VIP-PALCO (open bar) - R$ 90,00 por dia ou R$ 160,00 o passaporte.TRIBUNA VIP - Mesas com 4 lugares e open bar com whisky e drinks - R$ 1.000,00 por dia e acima de 2 mesas 10% de desconto no valor total.

sexta-feira, 29 de junho de 2007

Lulu Santos, o showman no Festival de Inverno

O Festival de Inverno traz de volta à capital Lulu Santos, o mesmo não faz um show em Brasília desde 19/11/05, os espetáculos comandados pelo senhor Luiz Maurício Pragana, vulgo Lulu, são nada mais que dançantes, gratificantes, a troca de energia entre artista e platéia são calorosas, sempre proporcionando gosto de quero mais.

Um colecionador de hits e qualquer artista que tenha em seu currículo canções de pop rock como Condição, Aviso aos Navegantes, Tempos Modernos, Um Certo Alguém, Como uma Onda, Casa, Sábado à Noite, Tudo Bem, De Repente Califórnia, O Último Romântico, Certas Coisas, Tão Bem e outras merece crédito. Compareça e ele saberá como lhe recompensar!

O showman Lulu, divulgará na cidade seu novo trabalho, intitulado Longplay, 22° de sua carreira, financiado pelo próprio artista e distribuído pela Som Livre, músicas como Olhos de Jabuticaba, Domingo Maldito, Contatos, Seu Aniversário, Boa Vida e a regravação de Deixa Isso pra Lá – originalmente de Alberto Paz e Edson Menezes – possuem a assinatura do autor, dançantes e prontas para virarem sucessos.

A promessa de um excelente show ainda é corroborada por músicos fantásticos, velhos colaboradores do artista, a banda formada com Milton Guedes no sax, Hiroshi Mizutani nos teclados e programações, Dunga no baixo, Xokolate na bateria e Ênio Taquari na percussão.

Não marque toca!!!

Festival de Inverno

Dia: Sábado, 07 de julho - outras atrações nesta data: Nando Reis e Dance/House com os DJ’s Lucky e Hopper.

Local: Hípica de Brasília.

Valores: PISTA - R$ 40,00 por dia ou R$ 70,00 o passaporte.
VIP-PALCO (open bar) - R$ 90,00 por dia ou R$ 160,00 o passaporte.
TRIBUNA VIP - Mesas com 4 lugares e open bar com whisky e drinks - R$ 1.000,00 por dia e acima de 2 mesas 10% de desconto no valor total.

Alhos com Bugalhos

Desculpe misturar política num espaço de cultura, mas não deu para aguentar o "espetáculo" do nosso Senador Roriz ontem (29/06) no plenário da Câmara, como posso suportar tamanha canastrice digna de um Oscar, esse cara é um ator, pera aí? Oscar? Não! Ele merece um Framboesa de Ouro - prêmio dado aos piores do ano - pelo seu show particular, que sem nenhum pudor ou fator de convencimento, fez com que chorasse, resmungasse, suplicasse, ajolhasse e orasse, sem que de nada adiantasse porque no local "felizmente" não havia nenhum eleitor do mesmo. O dono de pérolas como: Sr Cristovam é muito violento, isso é uma Castrastrofis, Crastatrofis, Cratrastrofris, conseguiu novamente, a apresentação desnecessária e lamentável é digna de divulgação e consequente recorde de acessos pela internet afora. Hilária! É um fanfarrão!

quinta-feira, 28 de junho de 2007

Release do Festival de Inverno (Imperdível!!!)

Festival de Inverno traz grandes nomes da música para Brasília

Capital federal entra para circuito de grandes eventos


As noites de inverno da capital federal ficarão mais quentes na próxima semana com a realização do Festival de Inverno de Brasília, evento que promete agitar a capital federal nos dias 06 e 07 de julho, na Sociedade Hípica de Brasília.


Promovido pela Vibe Entretenimento, o Festival de Inverno quer consolidar Brasília como mais uma opção do circuito nacional de eventos. O evento terá duas noites de shows com artistas consagrados como Zélia Duncan, Maria Rita, Titãs, Nando Reis e Lulu Santos.


Após os shows, estão programadas duas festas. No dia 06 de julho, a animação ficará por conta do DJ Bob Bruno, com flashbacks dos anos 80 e 90. No dia 07, as picapes serão comandadas pelos DJ's Lucky e Hopper.


Uma cenografia especial promete mudar a paisagem da Hípica. "A idéia é transformar o local do evento em uma estação de inverno", explica André Fratti, da Vibe Entretenimento.


Uma praça de alimentação será montada no local. Lá, os convidados poderão se deliciar com pratos que combinam com o frio. O Café Antiquário e a Pizzaria Don Giovanni vão oferecer pratos feitos especialmente para o Festival de Inverno de Brasília. Fondues e chocolates completarão o cardápio do evento.


Para esquentar os convidados, lojinhas irão comercializar acessórios e roupas de inverno. Gorros, luvas e cachecóis com a grife do Festival de Inverno de Brasília também estarão à venda no local.


O evento foi pensado de forma a promover o máximo de conforto ao público. Em um dos locais diferenciados, a Tribuna VIP, haverá um espaço elevado, com 100 mesas, reserva por telefone e entrega em domicílio dos convites. Quem escolher a Tribuna VIP, contará também com estacionamento exclusivo e serviço de van para transfer estacionamento-portaria-estacionamento. A compra de mais de duas mesas dá direito a desconto de 10%.


O público terá ainda duas opções de convites: a Pista (5000 ingressos) e o VIP Palco (3000 ingressos), com open bar. A capacidade diária total é de 8400 pessoas.


Quem doar um agasalho em bom estado poderá comprar meia entrada para o Festival. A ONG Gente Nova ficará responsável pelo recebimento e distribuição dos agasalhos.


O Festival de Inverno de Brasília será realizado nos dias 06 e 07 de julho, às 20h, na Sociedade Hípica (em frente ao zoológico). Informações e reservas de mesas pelo fone 3248-7606 ou no site do festival.


Grade de Shows do Festival de Inverno de Brasília


06/07

07/07

1º Show

Zélia Duncan

Nando Reis

2º Show

Maria Rita

Lulu Santos

3º. Show

Titãs

-

Festa
Anos 80 e 90 com o DJ Bob Bruno

Dance/House DJ’s Lucky e Hopper

Eu quero ver!!


Saw I - Genial. Mudou o conceito sobre surpresas em filme.
Saw II - Aterrorizante. Realista. Ponte perfeita para o III.
Saw III - Todas as fronteiras detalhistas anatômicas ultrapassadas. Era o final perfeito da trilogia.

terça-feira, 26 de junho de 2007

A partir de hoje 26/06/07...

...o seu Blog é ponto Com e está virando Site!!!
Informar é atitude! Na Rota do Rock não se privilegia só a música, mas também o cinema, a televisão, o teatro, ou seja, a cultura e afins. Além de insanidades que eu achar interessantes para você leitor.
Essa é a sua rota, seja ela do rock ou de outro estilo com atitude e de toda a diversão!
Aguarde Novidades e Seja bem vindo!!!

Festival de Inverno


Atrações:
Dia 06/07: Zélia Duncan, Maria Rita, Titãs e Festa anos 80/90

Dia 07/07: Nando Reis, Lulu Santos e Festa House

Super estrutura: cenografia especial com máquina de neve, Restaurantes e Lojas com artigos de inverno.

Aguarde cobertura completa do evento!

ATENÇÃO PESSOAL!!!!!!

Está acabando o lote promocional dos ingressos do FESTIVAL DE INVERNO DE BRASÍLIA!!!

Não perca a oportunidade de aproveitar o evento mais esperado do ano a preços promocionais.

DIA 6 DE JULHO e 7 DE JULHO
PISTA - R$ 40,00 por dia ou R$ 70,00 o passaporte

VIP-PALCO(open bar) - R$ 90,00 por dia ou R$ 160,00 o passaporte

TRIBUNA VIP-Mesas com 4 lugares e open bar com whisky e drinks - R$ 1.000,00 por dia e acima de 2 mesas 10% de desconto no valor total.

***todos os valores de meia entrada***

Vendas Pista e Vip-Palco nas lojas Free Corner, Discoteca 2001, Chilli Beans e Bambata
Vendas Tribuna VIP(mesas) exclusivamente pelos telefones: 3248-1451 ou 3248-7606

À TOA, À TOA!

Música: Chatoclete com Qualquer Coisa
Letra: Cláudio e Cristiano

Ahhhhhhhhhhhhhhhhh eeeeeeeeooooooooo
Assim vou me suicidar
Eeeooooooooooooo
Caraiaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

Alô, que vontade de vender
Tenho uns troços prá você
Musiquinhas que é um horror!

Entenda, micareta é de fuder
Mas não vivo sem você, vagabundo
É você que financia o meu mundo.

Bota fogo na camisa
Não esquece os cds não
É ruim e tem em qualquer esquina
Nunca saiba dizer não.

Te enganaram, então perfeito
Não sei tocar guitarra não
Um acordezinho só
Basta pra me dar um MILHÃO

À Toa, À Toa
É um bando de palhaços
Brigam até sem ter os braços
O importante é se bater.

À Toa, À Toa
Sou careca e barbudinho
Me amarro num lencinho
O bom é enganar você!

Ahhhhhh dançou
Lalalalala lascou
HAHAHAHAHAHAHAHAHA

segunda-feira, 25 de junho de 2007

Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado

Antes de ir ao cinema, faça a seguinte configuração: [modo cérebro: desligado]. Pronto? Agora você poderá curtir um dos filmes mais divertidos do ano, literalmente, é a tradução perfeita das histórias em quadrinhos para o celulóide, a narrativa é ágil e a produção bem realizada!

A história gira em torno da chegada do Surfista Prateado (voz: Laurence Fishburne e corpo: Doug Jones) ao Planeta Terra criando uma série de problemas, o Quarteto Fantástico é convocado pelo General Hager (Andre Braugher) para ajudar a descobrir quem é esse visitante e como detê-lo, daí mais um ilustre convidado aparece, o Doutor Destino: Victor Von Doom (Julian McMahon) que é um vilão no estilo Senhor Barriga, parece que ele está na empreitada só para cobrar o aluguel.

O Quarteto está bem melhor que no filme anterior Sr. Elástico: Reed Richards (Ioan Gruffudd), Mulher Invisível: Sue Storm (Jessica Alba), Tocha Humana: Johnny Storm (Chris Evans) e o Coisa: Ben Grimm (Michael Chiklis) são ótimo protagonistas, destacando de "longe" a dupla Coisa e Tocha Humana que nos faz dar boa gargalhadas e "ótima" Mulher Invisível (Ó Jessica, como eu te enxergo!).

Na minha opinião vale a pena, é divertidíssimo!!!! É Sério!!!

P.S.: Espero que tenha um terceiro e que venha o Galactus!

Treze Homens e um Novo Segredo

Uma análise preliminar garante a seguinte observação em relação a trilogia: O 1º é o melhor, o 2º mais engraçado e o 3º tem a melhor elaboração de plano. Em resumo: Encerra de forma magistral a trilogia, posso até concordar com as opiniões que o Doze Homens foi fraco, mas mesmo assim considero muito divertido e o Onze Homens é sensacional!

Treze Homens ressalta a química perfeita entre atores e direção, desta vez o cabeça do grupo Danny Ocean (George Clooney) - sacou, sacou? Porque o filme se chama Ocean Eleven, Twelve e Thirteen? - e seus comparsas criam ótimas artimanhas e resolvem vários problemas para vingar Reuben Tischkoff (Elliott Gould) - responsável pelo financiamento do roubo no 1º - do inescrupuloso Willie Bank (Al Pacino) garantindo boas piadas até o fim da projeção. Vale lembrar que Terry Benedict (Andy Garcia) continua na série e desempenha papel interessante, mesmo estando de coadjuvante.

Preste atenção nos personagens dos outros capítulos que vão reaparecendo e são uma atração a parte. Trata-se de um filme diferente do que estamos acostumados a ver, afinal a violência anda imperando em todas as produções e neste apenas basta o charme, a inteligência, boas piadas, enfim, um bom roteiro que garante a diversão aliado a uma impecável parte técnica e bons atores. Ponto para o diretor Steven Soderbergh!

Depois de um longo e tenebroso inverno...


...me desculpem pelo eventual e aparente "abandono", o mesmo aconteceu porque estamos tentando criar um site melhor para você e agora de volta, nessa semana teremos surpresas e espero que aguentem e gostem!
Depois dos mais diversos programas no qual ficaram desamparados, citarei alguns: cinema (Homem-Aranha 3, Extermínio 2, Shrek 3), discos (Lobão Acústico, Korn Unplugged, Linkin Park Minutes To Midnight), shows (Paralamas do Sucesso, Plebe Rude). Prometo mantê-los informados!
Obrigado e desculpe pelo transtorno causado.
Abração!

terça-feira, 6 de fevereiro de 2007

Turistas! Uma viagem ao inferno na cadeira do cinema!

Tive a oportunidade de assistir ao inoportuno filme Turistas. Inoportuno não pela idiota polêmica criada, afinal, uma obra sobre assassinato de forma alguma atrapalhará qualquer visita ao país, pois se assim fosse, no Texas (EUA) ninguém atravessaria o Estado de carro por causa de O Massacre da Serra Elétrica, a Austrália estaria enrolada depois de Wolf Creek – Uma Viagem ao Inferno e a República Tcheca às moscas em virtude de O Albergue.


O que incomoda são os estereótipos. Primeiro o ônibus que transporta os turistas, que é um “caco só”, perde apenas para os da Viplan (Empresa de Transporte de Brasília). Segundo o motorista, que além de burro - porque insiste em descer uma serra acelerando, cheia de pedestres e carros, com estado alterado - fica xingando o tempo todo e tirando “catota” do nariz. Terceiro, se uma mulher te der mole no Brasil é prostituta. Quarto não existem prédios, só mato e, em quinto, a famosa hospitalidade brasileira inexiste ou serve apenas na tentativa de atrair sua confiança afim de extrair seus órgãos.


Caso você resolva fazer algum protesto, desista, porque só vai ajudar a promover essa "bomba". O roteiro é fraco e de verossímil só a possibilidade do golpe “boa noite cinderela”. Os malandros conseguem nos furtar acordados, imagina nos drogando. O engraçado é que um dos maiores absurdos que eu já vi em toda minha vida em filmes foi em “Um Drink no Inferno 2, me diga porque “diabos” vampiros precisam assaltar um banco??? Quer um maior? Em Turistas, o motivo de retirada dos órgãos dos gringos é excelente: o vilão do filme denominado Zamora (nome típico brasileiro, existe uma em cada esquina, igual a João ou José) vivido por Miguel Lunardi, é um médico que os doa a hospitais públicos para se vingar de todo o imperialismo americano, dos brasileiros vítimas de escravidão sexual e de todos os saques cometidos em nosso solo desde os tempos do descobrimento por Portugal.


A única afronta realmente a nós é o site www.paradisebrazil.com, que faz um marketing da “obra prima” de forma acintosa contra o Brasil, divulgando incidentes acontecidos por aqui, um vídeo de uma mulher morta na praia e um blog nos quais existem recados de idiotas que não sabem diferenciar a ficção da realidade dizendo que não pretendem nos visitar com medo, um esculhambação sobre o sistema de transporte e outras pérolas. Legal é o produtor Raul Guterres soltar uma nota dizendo "Mudem a realidade do país para a imagem também mudar", como se em terras tupiniquins fosse realmente essa zorra. Tá certo que ainda tem muito que mudar, mas ao invés de ajudar, porque contribuir em ridicularizar? Ainda bem que Rodrigo Santoro caiu fora do projeto, ele faria o papel de Alex – um dos gringos que caem na fatídica armadilha – que é de Josh Duhamel, o qual inclusive já pediu desculpas ao povo brasileiro pelo conteúdo ofensivo.


Mas o filme é de todo ruim? Claro que não, a trilha sonora em sua maioria composta pelas canções de Marcelo D2 é ótima, a fotografia muito boa, paisagens paradisíacas que só trazem mais vontade de conhecer o país e lindas atrizes (apesar de algumas americanas desbundadas, mas tá valendo!).


Se além de tudo você continuar com vontade de assistir, a previsão de lançamento é dia 16 de fevereiro. Marque toca!!

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007

O Julgamento de quem gosta de Música

Acho engraçado o comportamento humano, é fácil “bater” o olho em alguém e logo julgar, posso até me tomar como exemplo, durante a semana em função do trabalho ando de terno, gravata e cabelo penteado, os transeuntes devem passar, ver e pensar, que cara austero, deve ser um advogado, muito legal. Agora, se me vissem no final de semana, cabelo solto, ou boné, camisa regata e tatuagens à mostra, o pensamento seria outro: - Credo! Isso deve ser um maconheiro maluco, que coisa horrível!


Eu tenho essa dificuldade em relação às pessoas que curtem ritmos musicais nos quais execro, nunca sei se estão lá apenas por diversão – que no caso ainda é ruim – ou se realmente gostam daquilo.


Sou uma incógnita que os roqueiros mais radicais não conseguem entender, assim como não consigo entendê-los por ouvir só de um estilo, seja ele metal, punk, hardcore e etc. Na minha concepção o mau entendimento é mútuo porque a sonoridade hoje é universal, do Blues nasceu o Rock e deste outras vertentes, e o mesmo foi se enraizando em ritmos diversos e crescendo como um grande Frankenstein ou um mutante enfurecido.


O trabalho “setentão” com seus riffs e bateria seca e o progressivo com seu som virtuoso e muito bem trabalhado, foram os responsáveis pelo surgimento do heavy metal, que se desenhou nos anos 70 pelo Black Sabbath e ao longo dos 80 foi se desmembrando como uma árvore balançando suas folhas secas ao vento, e cada uma dessas diferentes foi se afastando da sonoridade original a partir dos 90. Em matéria de separação temos o clássico, trash, death, funk metal, grunge, nu-metal e etc. Cada um desses faz com que seus fãs se confrontem como se sua vidas dependessem disso, eu não, estou satisfeito em gostar de música, me permito o Kiss e não Manowar, simpatizar por alguma coisa do Iron Maiden e detestar Helloween, adorar Red Hot Chili Peppers, System of a Down, Nirvana, idolatrar o U2 e ser fã, muito fã mesmo de Rock Nacional, inclusive Engenheiros do Hawaii que muitos odeiam, pena que a versão tupiniquim tenha se perdido a partir dos anos 90, quanta coisa ruim vem aparecendo de lá pra cá.


Gosto de várias bandas, de várias canções, jamais abdicaria do meu direito de ser eclético em relação ao rock, que se dane, encaixando-se perfeitamente no meu ouvido está de bom tamanho.


Tá certo! Tá certo, tem coisas que são terríveis de agüentar, o tal do “Emo” que mais é um modismo, trata-se de uma manifestação capenga, um cruzamento de gótico, drag queen e marilyn manson com uma pitada de Nelson Gonçalves entoando o "clássico" A Volta de um Boêmio, e um corte de cabelo risível, é triste a cara desses garotos ou até mesmo escutar esse sonzinho chinfrim que eles curtem, aquele “I'm sorry, I can't be perfect do Simple Plan” é de "lascar", qualquer uma das bandinhas desse tipo são dignas de um furacão Katrina. Em contrapartida, o grunge que foi muito criticado pela galera metal era muito bom, até porque nos trouxe Nirvana, Alice in Chains, Soundgarden e outros, fora que ajudaram a divulgar outras bandas como o Red Hot. O Nu-metal tem coisas espetaculares também como Korn, System of a Down e etc, o mal do Nu-metal é que serviu de embrião para os "emos".


Apesar de me encaixar num perfil roqueiro, me recuso a usar um “tapa olho”, não sou cavalo, detesto olhar só para frente, adoro observar para os lados e descobrir coisas novas, desde que tenha qualidade. Por exemplo, não gostei do CD Eu Tiro é Onda do Marcelo D2, porque é o autêntico Hip-Hop e não faz meu gênero, os outros A Procura da Batida Perfeita, Acústico e Meu Samba é Assim são fabulosos, a mistureba de hip-hop, rap, samba e outros elementos valorizaram o trabalho do vocalista da extinta Planet Hemp, acredito que ele está perto de encontrar sua batida ideal.


O modismo na música incomoda e sempre incomodará, e o tempo se encarrega de separar o joio do trigo, afinal o estilo é você quem faz, abomino pagode e forró, adoro Bezerra da Silva e Luiz Gonzaga respectivamente e por aí vai.


Se permita gostar de outras coisas, isso é essencial para o crescimento musical de qualquer um, não suporto bossa nova, mas ela foi importante para o desenvolvimento da MPB, é assim mesmo, tem coisas de qualidade que não gostamos mas podemos curtir outras é só procurar. Abra seus horizontes! Não gosto de fado, hebraica, céltica, relaxante, mas valem, eu não me interesso, pra você pode ser que sim. A ordem de dia é experimentar!


Abração!

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007

DESCUBRA UMA VERDADE INCONVENIENTE

Mais um filme contundente de 2006 está voltando aos cinemas, graças a 02 indicações ao Oscar – Melhor Documentário e Melhor Música Original pela canção I Need To Wake Up de Melissa Etheridge – infelizmente passou quase despercebido por se tratar de um documentário. O preconceito por esse tipo de mídia privou o espectador de prestigiar e se envolver num projeto maior que todos nós, ajudar a salvar o planeta terra.


O aquecimento global já foi mostrado em 2004, no filme O Dia Depois de Amanhã – dirigido por Roland Emmerich – de uma forma um tanto quanto exagerada tendo como pano de fundo um pai (Dennis Quaid) desesperado tentando o resgate do filho (Jake Gyllenhaal) preso numa Nova Iorque imersa em gelo depois de um colapso repentino no clima mundial.


O documentário de Davis Guggenheim retrata o problema de forma crua e científica, recebeu mais de 30 prêmios e muitas indicações, sempre acompanhando todo o trabalho realizado por Al Gore, que possui uma carreira na política americana, incluindo a candidatura a presidente. Em aproximados 100 min de exibição todo o material colhido desde a época na qual o estudante tomou conhecimento do aquecimento é bem narrado e acompanhado por gráficos e imagens capazes de chocar, como a comparação entre lugares antes e depois do aumento da temperatura terrestre.


Uma das coisas mais legais nesse filme é que Al Gore não poupa em nenhum momento os EUA por todo mal causado ao clima, citando inclusive o Tratado de Kyoto que previa uma política mundial de redução na emissão de gás carbônico e o governo americano se recusou a assinar por questões financeiras, curiosamente, eles são os que mais sofrem com problemas climáticos atualmente, vide o devastador furacão Katrina em Nova Orleans.


O estudo profundo nos faz refletir e procurar uma forma de ajudar o planeta. Experimente assistir e não ficar boquiaberto com informações que lhe fará pensar 02 vezes ao agir daqui pra frente, caso você não seja mais um que adora ficar de braços cruzados e achar que coisa ruim não acontece contigo. Basta refletir e pensar em tudo o que mudou na sua vida, no Brasil ou no mundo, mesmo num prazo mínimo de 01 ano apenas, compare o verão do ano passado com o desse ano e veja os desastres que cresceram potencialmente no Rio de Janeiro ou em Minas Gerais por exemplo. Pensou? O que acha? Tire suas conclusões e tome uma atitude agora, veja o filme e faça sua parte.


Aproveite e clique aqui para aprender algumas dicas como ajudar o planeta e aqui para baixar alguns posters e papéis de parede.


Fique de olho, pois o mesmo deve estar entrando em cartaz, novidades avisaremos por aqui e não vá sozinho, leve alguém.


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SoSuechtig, Burajiru