quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Outras Frequências - Entrevista

E aí? Beleza? Vamos no show sábado, conformo já escrevi aqui? Vamos? Ótimo, sabia que podia contar com você. Mas, você já comprou o ingresso, certo? Não? Então já era, porque eu comprei os úlitmos 4 ontem, diretamente da mã0 de Kleython Kell. Lotação esgotada para o show Outras Frequências - II Tributo EngHaw!

Ontem, por 2 horas, conversei com Kell (produção, guitarra, release, violão 12, violão 6, se despede dos palcos, apresenta, divulga, bate escanteio e corre pra cabecear, vende ingresso, patrocinador e, agora, estrela principal do DVD que vai ser gravado no show), Júnior Johns (voz), Thiago Lourenço (Violão) e Vanessa Soares (Violinos). Também participou do papo João, que é apoiador e fã dos músicos. Foram 2 horas de risadas e muitas histórias... por isso, segue alguns trechos.

Conversamos sobre vários assuntos. Kell demonstrou uma preocupação grande com a parte técnica do show: "Ensaiamos bastante para o show. São várias pessoas no palco e tem que sair tudo muito bem, até mesmo porque o show vai ser filmado e é a minha despedida." Perguntei como surgiu a idéia de gravar. Kell respondeu: "Foi a única coisa não programada. Pensei em fazer algo simples, com um amigo filmando, mas correria muitos riscos. O cara poderia não ir, chegar atrasado, essas coisas. A produtora é a mesma que fez o show do Júnior. Vão ter duas câmeras, vão gravar o áudio da mesa, editar. É uma decisão pessoal por ser o último show." Perguntado o que iria fazer com o DVD, se iria vender no Mercado Livre ou colocar na Discoteca 2001??, Kell respondeu: "Bem, as primeiras 15 cópias eu vou presentear os músicos que estão me acompanhando. E, depois, fazer uma prenssagem com um custo mais baixo, para tentar vender as pessoas que foram no show, para tentar cobrir um pouco dos gastos com a gravação, já que é um show totalmente sem patrocínio..."

Perguntei aos músicos sobre a questão cover x autoral, levantada aqui pelo Cristiano, e Júnior Jonhs foi enfático: "Tem que existir o cover. Não acho que atrapalhe a produção autoral, sou completamente a favor da bandas cover. E os caras que tocam cover são fera. E é natural o dono de uma casa noturna abrir espaço para banda cover que faz a casa encher. Creio que seja quase impossível uma banda estourar novamente como já aconteceu em Brasília. Mas existe muita coisa autoral em Brasília, quem quer escutar, vai atrás... O Porão do Rock tenta melhorar isso. Nas seletivas tem banda do Gama, da Samambaia, mas é tudo com cautela. Tem um limite. O cara pode ter a banda e a música, mas tem que ter o produtor". Kell opina: "É mais difícil explodir hoje em dia. Com a internet, o pessoal conhece seu trabalho mas não quer dizer que estore. Gravadora raramente contrata, mas só ajuda na divulgação. Teve uma banda aqui de Brasília, a Scraxo, que tinha dois álbums gravados, gravou o terceiro pela Sony, com divugalgação nacional, música na Transamérica e clipe na MTV. E não estouraram. É tudo uma união de banda boa, produtor bom e música que vai tocar na rádio e grudar no ouvido." Thiago, que até então ouvia o papo e apenas comentava, completou: "Não apóiam o autoral. Criticam muito mas olha o que acontece: uns colegas, agora em agosto ou setembro, participaram de uma seletiva que a preimiação era o cara ir tocar no Rio de Janeiro, bancando tudo do próprio bolso... não adianta. É melhor ficar aqui em Brasília e ter seu público..." Vanessa, que toca violino numa banda de hardcore, complementa: "A música comercial é temporal. É natural que a música venha de um contexto histórico e social. E acaba que bandas novas autorais que tendem para um lado de música de protesto, o que inclui o rock, não causam mais o frisson que causavam. Hoje a banda mais estourada do rock é NXZero porque canta o que o pessoal quer ouvir. Talvez se tivesse uma banda assim de Brasília, faria sucesso."

E, anunciando formalmente a ganhadora da super PROMOÇÃO ESPECIAL de 2 ingressos foi a nossa fiel leitora Hannah, que receberá os convites diretamente das mãos de Carlinhos Beuty.

Sábado, conforme palavras de Kell, o teatro abre pontualmente às 20h30. O show começa, no mais tardar, 21h. Pra quem comprou ingresso, nos vemos lá!


Júnior Jonhs, Kleython Kell, Vanessa "Deslumbrante" Soares e Thiago Lourenço. Tudo pronto para o II Tributo.

Não vou passar o serviço porque acabaram-se os ingressos. Semana que vem falo do show, da carreira solo de Júnior Jonhs e da procura por um vocalista da banda Stock 32, onde Vanessa toca hardcore. Satisfações e inté.

3 comentários:

HANNAH EM MUNDO ESTRANHO disse...

ÊÊ
Eu ganhei \o
asuhauhsuah

Tomei um susto qd Daniel me ligou
..Quem é Daniel?...
-Oi Daniel
-Do NRDR
-Ah sim
asuhuahsuahs

Poxa amei a entrevista!Achei muito boa a ideia de gravar o show,eu msm vou querer comprar um DVD,e nao sabia q era despedida do Kell =/
Ah vai ser lindo!É uma banda cover q faz um ótimo trabalho,não deixa desejar!E se não fosse dessa forma,so iria ouvir as músicas do EngHaw ao vivo em 2010 rs

HANNAH EM MUNDO ESTRANHO disse...

Eu quero ganhar um ingresso pro show do Capital huhu ausuahsuahsuah

Cristiano Castor Troy disse...

Senhor D.D. - Daniel Datena! Eu não sou contra bandas covers, e sim contra a época q só elas tocavam em Brasília :P huahauhauahua

Abração e vamos lá!

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